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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Preto e branco


Nestes últimos dias a chuva tem dificultado o desenho no exterior. Aproveitei para voltar aos desenhos a preto e branco com tinta de que tanto gosto e confesso já estar com saudades, já que quase exclusivamente tenho feito desenhos no exterior sempre com aguarela.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Convento de Mafra


Há anos, muitos anos que não ia a Mafra. Por razões profissionais tive que passar por lá, e confesso que a ideia de poder desenhar o convento me atraiu. Sentado na base de uma estátua num largo em frente ao convento decidi fazer um desenho com algum pormenor.
Infelizmente todo o arruamento à frente do convento está em obras, o que retirou algum prazer à experiência, sem que no entanto a tivesse tornado negativa. Pelo contrário, o momento do desenho é sempre positivo.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Beato - Cç. do Olival


Este desenho foi feito exactamente no mesmo sitio de onde fiz o do último post, mas virado noutra direcção. Gostei dos vários planos envolvidos nesta cena, como se fossem edifícios empilhados uns sobre os outros. Por vezes os desenhos ficam com um ar um pouco caótico e sobrecarregado, mas é essa também a realidade.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Fula


Ainda pelo Barreiro e ainda a minha atracção por zonas industriais. Será que é mesmo ali que produzem o óleo Fula?

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O outro Tall Ship


Numa altura em que os veleiros, ou Tall Ships, ainda eram noticia por Lisboa, mais a jusante no Tejo estava outro género de embarcação que me parece muito mais alta do que os veleiros. Cheguei a contar assim por sensibilidade pelo menos o equivalente a 16 andares.
Apesar de conhecer as regras da física, ainda me custa a aceitar que estes monstros da navegação se aguentem à tona da água.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Barreiro


Não conhecia grande coisa da margem sul à beira Tejo, mas como tive que ir ao Barreiro no âmbito do meu emprego acabei por ir espreitar a zona ribeirinha. É muito bonita, com a vista de Lisboa ao fundo, e está especialmente bem arranjada (pelo menos esta zona).
Gosto muito da presença semi-distante da zona industrial.
Como demorei algum tempo com o desenho, acabei por ter que aplicar a cor já em casa ao final do dia.

sábado, 4 de agosto de 2012

Lisboa - R. Prof. Machado Macedo


Mais uma experiência com a caneta pincel de tinta-da-china. Apesar de ter sido feito logo pela manhã o desenho faz-me lembrar um ambiente nocturno. Optei por não o pintar na totalidade para manter essa sensação.
O pombo em cima do poste só apareceu mesmo quando estava a terminar, mas assim que o vi não lhe dei hipótese, transportei-o logo para o desenho.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Jardim da Gulbenkian


No verão o jardim da Gulbenkian enche-se de pessoas: a passear, a falar, a dormir, a apanhar sol, etc. Qualquer cantinho é passível de ser ocupado por alguém. É bom saber que ainda existe a cultura do "verde" por oposição à cultura do centro comercial, embora gostasse de ter o jardim um pouco mais só para mim.
Por isso é que no inverno frequento os jardins da mesma forma do que no verão. Nessa altura é quase só para mim.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Lisboa - Campo de Sta. Iara


De costas para o Panteão Nacional descobri este cantinho que me atraiu. O engraçado é que passaram vários estrangeiros por mim, olhavam para onde eu estava a desenhar, tiravam uma fotografia e continuavam a subida.
Nem um perdeu 2 segundos a observar o local que fotografaram.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Panteão Nacional


Embora normalmente não goste de desenhar assumidamente os monumentos (gosto mais de os inserir num plano mais abrangente), de vez em quando também gosto de variar.
Vinha a subir da minha visita aos Tall Ships em direcção ao carro quando dou de caras com o Panteão Nacional.
Não resisti, até porque tinha uma sombra mesmo ali à mão. Optei por usar a caneta pincel para não cair na tentação de me atirar aos pormenores.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Porto de Lisboa



Mais umas voltinhas pelo porto de Lisboa. Para estes desenhos sentei-me na borda de um pontão, na companhia de uns quantos pescadores que por ali praticavam o seu desporto. O problema de desenhar no porto é que dificilmente temos hipótese de desenhar à sombra. Talvez por isso é que alguns dos pescadores estivessem com um bronze de fazer inveja a qualquer frequentador de solários.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Belém - estação fluvial


Posso dizer que este desenho foi feito à sombra, não de uma bananeira, mas sim de uma palmeira. E que bem que lá se estava naquele dia de calor, com uma ligeira brisa do rio.
Tenho usado um pouco mais a caneta pincel, numa tentativa de variar o tipo de registo. Obriga a estruturar e pensar um pouco mais o desenho, o que até é do meu agrado, e o resultado é uma alegra mudança no "tom" do nosso trabalho.

Penduricalhos


Não é com muita frequência que faço desenhos apenas de um só elemento (normalmente tenho tendência para um cenário maior), mas o engraçado é que as escolhas surgem naturalmente, em função do local, do momento e do tempo que se tem. Ou seja, se num dia faço um panorama e no outro desenho só um elemento, não é porque foi pensado assim à partida mas porque foi o que me apeteceu na altura.
Enquanto conseguir manter esta pureza de espírito com certeza que manterei também o prazer no desenho.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Lisboa - Rua das Amoreiras


O novo caderno é maior do que o anterior, por isso volto a cair na tentação de me atirar aos pormenores.

Inicio do caderno


A seguir ao fim do 1º caderno veio obviamente a estreia do novo, mas com algo não muito regular nas minhas páginas: pessoas.
Volta e meio vejo uma cena com pessoas que me apetece desenhar. É mesmo assim, não é por obrigação, é mesmo porque me apetece.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O fim do caderno


E finalmente acabou... cheguei ao fim do meu 1º caderno. Não é muito significativo pois tenho vários cadernos activos, de diversos tamanhos. De todos, se calhar este é o meu formato favorito (14x14), talvez por senti-lo mais versátil.
Mas já tem a última página desenhada e agora vai ter que ir para a prateleira. É engraçado o sentimento de nostalgia com que se arruma um caderno, aliado a uma pitada de felicidade pela conclusão.
Gostei. Espero que o sentimento se mantenha com a mesma intensidade por todos os outros cadernos que hei-de terminar.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Porto de Lisboa


O porto de Lisboa continua a ser um óptimo potencial de prazer na actividade do desenho. Apesar de estar ao sol, o período que passei sentado à beira rio, com uma leve brisa como refresco e o som suave da ondulação a fazer companhia às vozes das gaivotas, soube-me mesmo muito bem.
Gosto muito destas barcas enormes. Não lhes conheço o nome técnico, mas o que me interessa é que são estrelas no meu caderno.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Alcácer do Sal - ponte pedonal


Alcácer do Sal mostrou-se fértil em motivos para desenhar. Desta vez as vitimas foram a ponte pedonal com o castelo ao fundo.

domingo, 22 de julho de 2012

Chaminés


Eu vejo as chaminés como personagens da história de uma cidade. Têm todos os formatos e feitios e estão sempre, sempre presentes, embora muitas vezes passem despercebidas. E invejo-lhes a localização... como amante de telhados e da vida acima da cidade gostava de poder ver o que elas vêem, lá do alto...

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Lisboa - R. Ribeiro Sanchez


Normalmente sou muito exigente em relação ao que faço e raramente fico completamente satisfeito com os resultados.
Em relação a este desenho acho que nem cheguei a ficar minimamente satisfeito. Há qualquer coisa que me desagrada completamente. Julgo que talvez seja a área da estrada.
De qualquer forma achei por bem incluí-lo no blog, já que também faz parte do que tenho feito, e efectivamente tudo se resume a experiências e a uma busca da "perfeição". O erro também faz parte.