terça-feira, 31 de julho de 2012

Porto de Lisboa



Mais umas voltinhas pelo porto de Lisboa. Para estes desenhos sentei-me na borda de um pontão, na companhia de uns quantos pescadores que por ali praticavam o seu desporto. O problema de desenhar no porto é que dificilmente temos hipótese de desenhar à sombra. Talvez por isso é que alguns dos pescadores estivessem com um bronze de fazer inveja a qualquer frequentador de solários.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Belém - estação fluvial


Posso dizer que este desenho foi feito à sombra, não de uma bananeira, mas sim de uma palmeira. E que bem que lá se estava naquele dia de calor, com uma ligeira brisa do rio.
Tenho usado um pouco mais a caneta pincel, numa tentativa de variar o tipo de registo. Obriga a estruturar e pensar um pouco mais o desenho, o que até é do meu agrado, e o resultado é uma alegra mudança no "tom" do nosso trabalho.

Penduricalhos


Não é com muita frequência que faço desenhos apenas de um só elemento (normalmente tenho tendência para um cenário maior), mas o engraçado é que as escolhas surgem naturalmente, em função do local, do momento e do tempo que se tem. Ou seja, se num dia faço um panorama e no outro desenho só um elemento, não é porque foi pensado assim à partida mas porque foi o que me apeteceu na altura.
Enquanto conseguir manter esta pureza de espírito com certeza que manterei também o prazer no desenho.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Lisboa - Rua das Amoreiras


O novo caderno é maior do que o anterior, por isso volto a cair na tentação de me atirar aos pormenores.

Inicio do caderno


A seguir ao fim do 1º caderno veio obviamente a estreia do novo, mas com algo não muito regular nas minhas páginas: pessoas.
Volta e meio vejo uma cena com pessoas que me apetece desenhar. É mesmo assim, não é por obrigação, é mesmo porque me apetece.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O fim do caderno


E finalmente acabou... cheguei ao fim do meu 1º caderno. Não é muito significativo pois tenho vários cadernos activos, de diversos tamanhos. De todos, se calhar este é o meu formato favorito (14x14), talvez por senti-lo mais versátil.
Mas já tem a última página desenhada e agora vai ter que ir para a prateleira. É engraçado o sentimento de nostalgia com que se arruma um caderno, aliado a uma pitada de felicidade pela conclusão.
Gostei. Espero que o sentimento se mantenha com a mesma intensidade por todos os outros cadernos que hei-de terminar.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Porto de Lisboa


O porto de Lisboa continua a ser um óptimo potencial de prazer na actividade do desenho. Apesar de estar ao sol, o período que passei sentado à beira rio, com uma leve brisa como refresco e o som suave da ondulação a fazer companhia às vozes das gaivotas, soube-me mesmo muito bem.
Gosto muito destas barcas enormes. Não lhes conheço o nome técnico, mas o que me interessa é que são estrelas no meu caderno.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Alcácer do Sal - ponte pedonal


Alcácer do Sal mostrou-se fértil em motivos para desenhar. Desta vez as vitimas foram a ponte pedonal com o castelo ao fundo.

domingo, 22 de julho de 2012

Chaminés


Eu vejo as chaminés como personagens da história de uma cidade. Têm todos os formatos e feitios e estão sempre, sempre presentes, embora muitas vezes passem despercebidas. E invejo-lhes a localização... como amante de telhados e da vida acima da cidade gostava de poder ver o que elas vêem, lá do alto...

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Lisboa - R. Ribeiro Sanchez


Normalmente sou muito exigente em relação ao que faço e raramente fico completamente satisfeito com os resultados.
Em relação a este desenho acho que nem cheguei a ficar minimamente satisfeito. Há qualquer coisa que me desagrada completamente. Julgo que talvez seja a área da estrada.
De qualquer forma achei por bem incluí-lo no blog, já que também faz parte do que tenho feito, e efectivamente tudo se resume a experiências e a uma busca da "perfeição". O erro também faz parte.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Cais da Matinha - paquete Funchal


Entre o Poço do Bispo e o Parque das Nações existe um pequeno cais, chamado Cais da Matinha, onde tenho visto o paquete Funchal.
Ao que soube o paquete estava a sofrer uma remodelação, mas não sei se ainda se prolonga até hoje ou se tem estado atracado à espera da próxima viagem.
O Funchal não é tão sumptuoso quanto alguns navios que tenho visto por Lisboa, mas talvez por isso acrescente um charme especial à zona ribeirinha do Tejo.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Casa Alentejana


Um fim de semana no Alentejo só pode ser bem passado. Tive pena de não ter conseguido fazer mais desenhos no campo, mas ficou este registo da casa com quase todos os elementos típicos da região.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Postal Évora #3


Tenho uma atracção pelo Largo Mário Chico nas traseiras da Sé de Évora. Não sei bem explicar o porquê, mas julgo que a imponência da Sé é aumentada devido a estarmos muito junto dela e termos que inclinar bastante o pescoço para lhe vermos o topo.
E como qualquer traseira que se preze parece que o silêncio a acompanha por completo.
Este largo tem também alguns elementos tipicamente alentejanos que são um verdadeiro regalo para a vista.

Alcácer


As primeiras horas da manhã são sempre as minhas preferidas. Pode-se mesmo dizer que é o nascimento do dia... ainda há poucas pessoas na rua, assim como carros, e a passarada anda no seu auge do chilreio (assim como ao final da tarde).
Não tinha muito tempo por isso aproveitei para um desenho rápido num caderno pequeno.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Alcácer do Sal - estação


Julgo já ter referido anteriormente que gosto de comboios. E gosto também de reservatórios de água. A estação de Alcácer do Sal junta os dois. Talvez fizesse mais sentido desenhar o reservatório a partir da linha do comboio, mas por alguma razão este enquadramento atraiu-me mais.
Fora o calor abrasador, gostei muito do momento que este desenho me proporcionou. E é daqueles locais que tenho a sensação que, apesar de pequeno, um dia inteiro não me chegava para desenhar tudo.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Alcácer a preto e branco


Eram cerca das 8h40. Nesta estrada da estação de comboios que dá acesso a Alcácer do Sal a calma imperava. Uma brisa fresca fazia-se sentir e o único som que se ouvia era o chilrear dos pássaros que parecia quase omnipresente.
Apesar desta bela pintura matinal e colorida apeteceu-me fazer um desenho a lápis, e assim deixá-lo. Ocasionalmente lembro-me que o lápis foi a minha origem, e apesar de hoje desenhar bastante mais a caneta, de vez em quando sinto saudades.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Alcácer do Sal


Há muitos anos que tinha vontade de rever Alcácer do Sal (rever porque sei que já lá estive, embora não me lembre de nada em concreto).
Recentemente tive oportunidade de por lá passar e fiquei com a certeza que a minha vontade se justificava. Gostei muito da zona ribeirinha, especialmente do lado oposto à vila, toda arranjada e com uma vista fantástica para o casario.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Silos


Sou definitivamente um amante de zonas industriais. Há algo de melancólico naquelas estruturas enormes, por vezes metálicas e de aspecto abandonado. Aliado ao silêncio que se ouve quando não estão a trabalhar ajuda-me a entendê-las como parte de um cenário de ficção cientifica, como se me transportasse para outro mundo.

domingo, 8 de julho de 2012

Logradouros


No interior de muitos quarteirões de Lisboa existem espaços que só são visíveis pelas janelas dos apartamentos e nunca pela rua exterior, que têm parques com hortas, relvados, guarda-sóis, zonas não tratadas com terra ou erva, gatos e por vezes também equipamento de ar condicionado.
Uns são bonitos com muitas zonas verdes, outros um pouco mais industriais e pouco apelativos.
De qualquer forma são espaços privados onde a calma impera e que normalmente tenho curiosidade em conhecer.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Lisboa - Cais do Sodré


Apesar de não ser hábito, de vez em quando encontro motivação para desenhar pessoas. Na zona do Cais do Sodré onde estão estes bancos móveis muito engraçados não me faltavam motivos para desenhar.
Tive muita sorte porque menos de 1 minuto depois de começar a pintar a senhora levantou-se e foi-se embora.