sexta-feira, 9 de novembro de 2012
São Martinho do Porto - no alto
Mais um cantinho de São Martinho do Porto. Este fica mesmo no alto, quase à sombra do reservatório de água que um dia terei também que desenhar. Sentei-me num muro onde fui ouvindo os sons das movimentações vindas das casas em redor enquanto desenhava, como se fosse uma espécie de concerto em estereo, no qual podia imaginar quais as actividades que se estavam a desenrolar.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
São Martinho do Porto - a ponte
Esta é uma rua bastante inclinada onde se conseguem ver estes detalhes dos telhados ao descê-la.
É curioso porque aquela ponte entre as 2 casas apenas serve de varanda, porque de um dos lados não tem porta e dá para uma parede (não foi esquecimento do desenho). Talvez em tempos tenha sido só uma casa e a certa altura tenha havido uma separação.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
S. Martinho do Porto
Parte do fascinio da zona antiga de São Martinho do Porto são os espaços que se descobrem ao virar da esquina ou ao fundo dos becos. Normalmente são uma encruzilhada de perspectivas e volumes que formam o casario e que me atraem à primeira impressão.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
São Martinho do Porto
No fim de semana anterior fui passar os 2 dias a São Martinho do Porto. É uma vila conhecida pela sua baía em forma de concha e pelas enormes dunas (ao fundo) que custam muito a subir mas dão muito gozo descer.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Lisboa - a caminho da bonança
Ainda estava na mesma esplanada do post anterior e já tinha dado os desenhos por terminados, quando de repente o céu que estava carregado transformou-se e abriu uma brecha para deixar passar um azul e amarelo que ainda não se tinham visto naquele dia.
Reabri o caderno e apliquei logo a aguarela para não deixar fugir o ceú e fiz o desenho a seguir.
Só fiquei com pena do amerelo ter ficado com uma mancha muito marcada, mas tive medo de o misturar com as outras cores e transformá-lo em verde, já que tinha encharcado as folhas antes de aplicar a tinta e ainda estava tudo muito húmido.
Este cenário durou apenas poucos minutos, já que logo de seguida o céu voltou a fechar-se.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Noobai - telhados
No fim de semana fui beber um copo ao Noobai, que tem uma esplanada com uma bela vista panorâmica sobre Lisboa.
Achei por bem não me pôr a desenhar a panorâmica porque não estava com grande disposição para os detalhes e não sabia se tinha umas 2 horas disponíveis para estar ali, por isso optei por desenhar o telhado em mau estado que estava à minha frente.
Posso sempre contar com uns telhados para me motivar o desenho.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Lisboa - recanto II
Mais um recanto com muitos elementos tipicos de Lisboa. As escadinhas, os candeeiros, a roupa pendurada e os vasos à porta. Não me canso de desenhar tudo isto.
Quando dei o desenho como acabado olhava para ele e algo não me batia certo. Acabei por pintar o prédio à esquerda, que inicialmente tinha deixado em branco, e fiquei bem mais satisfeito com o resultado.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Lisboa - Rua do Pau de Bandeira
Este é o mesmo edificio que está no desenho de há 4 posts atrás, mas desta vez é a esquina oposta, desenhada com caneta de caligrafia.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Av. Luis Bivar - quiosque
Depois de terminar o desenho do post anterior prossegui em direcção ao consultório e deparei-me com outro quisoque. Também estava fechado, mas a configuração e cores eram completamente diferentes do anterior. Sabia que tinha encontrado o meu próximo modelo.
Voltei a usar a mesma caneta porque me pareceu interessante manter um certo paralelismo em relação ao desenho interior, para além de ambos serem de quiosques.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Lisboa - quisoque Rua Filipe Folque
A certa altura assustei-me porque estacionou um carro mesmo em frente ao quiosque que me tapou completamente a vista, mas felizemente ficou por lá pouco tempo e retomei o desenho logo a seguir.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Postal Évora #6
Andar pelas ruas a olhar para cima permite descobrir um ambiente especial, com pormenores diferentes daqueles a que estamos habituados com ângulos e perspectivas mais acentuados.
Pelo que me lembro desde criança que o faço, e lá que gosto, gosto.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Lisboa - Rua do Prior
As manhãs para mim são sempre a melhor altura do dia. Gosto de me levantar cedo e arrancar logo para o que quer que seja que vá fazer.
Este desenho foi feito por volta das 8:00h, quando o sol a despontar começou a dar cor à árvore mais alta.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Tavira - 31º encontro USKP
No fim de semana que passou realizou-se o 31º encontro dos Urban Sketchers. O local escolhido para o encontro foi a cidade de Tavira. Quando soube que o encontro ia ser em Tavira soube também que era um encontro ao qual não podia faltar, uma vez que tenho boas recordações da cidade e já há algum tempo que não a visitava.
Logo de manhã saí em direcção à estação dos comboios. Como amante de tudo o que é ferroviário foi obviamente o 1º impulso.
A travessia da linha ainda tem as cancelas que baixam e as sirenes que se fazem ouvir quando vai passar o comboio.
Ainda mal tinha abandonado o local do desenho anterior e andado uns metros ao lado da linha em direcção à estação, deparei-me logo com estas linhas de telhados que achei perfeitas para servir de páguna de apresentação ao meu novo caderno Laloran.
Depois de mais umas voltas pela estação e de ver uma série de elementos que me apeteciam desenhar decidi começar a andar pela cidade, senão arriscava-me a passar o dia só na estação dos comboios. Achei piada a esta rua nas traseiras do Regimento de Infantaria, cheia de árvores e muito calma (mas também com muitas moscas, que foram uma constante ao longo dos 2 dias).
Antes do almoço tive ainda tempo para ir à zona das salinas. Não investiguei muito a área porque deparei-me logo no ínicio com o ângulo que ia desenhar. Era o local perfeito para o 1º panorama do fim-de-semana. Acabei por apenas fazer o desenho antes do almoço e ir pintá-lo da parte da tarde.
Já ia para o 5º desenho e ainda não me tinha atirado aos barcos de que também gosto muito, pelo que achei que estava na hora. Havia muito por onde escolher mas o felizardo foi o Mestre Carlos, até porque me consegui sentar em cima de uma enorme caixa que por ali estava. Pareceu-me uma bela poltrona depois dos lancis, muros e passeios que experimentei ao longo da manhã.
A seguir aos barcos queria desenhar um panorama do rio, mas pelo caminho ainda fui chamado por uma ruela com um pavimento atractivo.
Para o 2º panorama encontrei o degrau perfeito onde me sentar, com uma vista para o casario à beira rio e a zona de atracagem dos barcos. O tempo estava muito agradável e aquele momento final do desenho já quase perto do pôr-do sol foi fantástico.
À hora do jantar chegou a altura de nos desenharmos uns aos outros. Como a Ketta estava à minha frente foi a 1ª opção mas que se revelou bastante complicada, até porque fez o favor de não estar quieta e de se virar constantemente para os 2 lados.
Desenhar a Rita e o Pedro foi bastante mais fácil, porque para além de estarem entretidos a comer o que via era sempre o mesmo lado do perfil, pelo que foi mais fácil estabelecer as referências para o desenho.
Já no dia seguinte, apesar de ter passado 2 noites dificeis devido ao roncar do meu colega de camarata, sentia-me cheio de força para mais uns desenhos. Não vi o nome desta igreja, mas como ando sempre a olhar para cima nas ruas encontrei este cruzamento de linhas e perspectivas. Estava na hora de testar mais um lancil de Tavira, para ver se era mais mole do que os anteriores onde já me tinha sentado.
Na subida para o castelo encontrei esta rua e largo, no qual me lembrei de tentar uma perspectiva diferente, já que estava mesmo em frente à porta ao centro do desenho e tinha a rua a descer para a esquerda e o largo com a torre ao fundo para a direita. Este desenho já foi feito de pé e ao sol, por isso assim que terminei a tinta fui para o banquinho mais próximo à sombra aplicar a aguarela.
Dentro do castelo deparei-me com a uma das vistas mais bonitas que vi nos últimos tempos, com uma panorâmica fantástica da cidade, do rio e do mar ao fundo. Sentei-me confortável em cima de uma ameia, encostado a uma das torres da muralha e pus-me ao trabalho. O tempo passou depressa, apesar de ter estado 2 horas a fazer este desenho, mas aproveitei cada momento em que lá estive. Infelizmente tinha chegado a hora do encontro para o almoço e não consegui aplicar a cor, mas ainda não afastei essa ideia da cabeça.
No geral foi um encontro fantástico, com um convívio ainda melhor, num local lindo. Era dificil conseguir melhor.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Lisboa
Da execução deste desenho tenho 2 memórias muito frescas, uma boa e outra má.
A boa é de um casal estrangeiro (julgo que francês ou belga, embora tenham falado comigo em inglês), que veio ter comigo enquanto aplicava a aguarela, porque estavam curiosos quanto ao que estava a fazer. Falámos um pouco e o interesse deles estava relacionado com o facto de a senhora ser pintora profissonal. A conversa não foi muito longa, até porque eles iam apanhar o comboio, mas foi o suficiente para ser bastante agradável.
A memória má (que não é assim tão má) é do pombo que decidiu "descarregar" em cima de mim enquanto desenhava. Ele estava a dormir na viga metálica mesmo por cima do local onde eu estava. Se calhar não gosta de urban sketchers!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Barreiro - linha férrea
Aproveitei mais uma ida ao Barreiro para mais uma investigação à estação e linha do comboio. Após andar um pouco ao longo da linha e de acalmar um cão que queria ser de guarda, encontrei o local e o ângulo que me motivaram para desenhar.
A paz do local apenas foi incomodada pela passagem de 1 comboio. Foi um momento muito bem passado.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Lisboa - R. São Francisco de Borja
Esquinas, recantos, becos, perspectiva e chaminés. Há muitos destes elementos em Lisboa.
Todos juntos são um regalo para o meu caderno.
sábado, 6 de outubro de 2012
Trafaria
Para quebrar o hábito de olhar para a Trafaria a partir da margem norte do Tejo decidi ir lá directamente, atravessando o rio de barco.
Aquelas estruturas tri-gémeas que são bem visiveis da margem norte sempre me atraíram, por isso não resisti a desenhá-las. Enquanto o fazia veio ter comigo um pescador averiguar o que estava a desenhar. Estivémos a falar e fiquei a saber que ele gostava muito de pintura e que ele próprio em tempos também pintou, e inclusivamente sabia fabricar as cores a partir dos pigmentos.
Ora aí está um saber que eu gostava de ter, embora seja muito mais prático comprar as cores directamente na loja.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Beira Tejo
Mais um desenho à beira rio. Este guindaste já teve muito uso na altura em que a Central Tejo era pioneira na produção de electricidade.
Aqui tive a oportunidade de aliar o gosto pelas zonas ribeirinhas ao gosto pelas estrutruas metálicas e industriais.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Barreiro
Talvez já o tenha mencionado anteriormente mas gosto muito de zonas ribeirinhas. O ar fresco, os barcos, a outra margem à distância... tudo me transmite boas sensações.
Neste desenho estava a experimentar pintar à água de uma forma diferente. Não gostei do resultado e acabei por tentar corrigir e do acaso da correcção até surgiu um efeito que me agrada. Já me disseram anteriormente que na aguarela é assim, às vezes é preciso forçar o erro para surgir o acaso.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Aveiro - centro de congressos
O actual centro de congressos de Aveiro está localizado numa antiga fábrica de cerâmica que felizmente tiveram a ideia de conservar. Gosto muito destas estruturas antigas e nunca me canso de olhar para este género de chaminés.
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