sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Janela



A ideia não é nova, mas tive a curiosidade de a experimentar, ou seja, desenhar a a vista da janela apenas com a pintura feita para o exterior. Neste caso foi uma janela e uma clarabóia.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Encontro USK em Constância

No último fim-de-semana realizou-se mais um encontro dos Urban Sketchers, desta vez em Constância. Já conhecia a vila de passagem e sempre me ficou na memória, pelo que assim que soube que se iria realizar lá um encontro decidi que iria marcar presença.
O encontro matinal foi no largo do pelourinho, onde se estava a realizar um pequeno mercado. Aproveitei para provar uma queijada de leite que estava deliciosa.


Logo na prmeira rua que decidi percorrer encontrei este canto que me chamou a atenção. A certa altura foi dificil continuar a desenhar porque estava à sombra e o frio apertou um pouco. Assim que acabei o desenho sentei-me numa soleira de porta do lado oposto da rua, a pintar e a aquecer ao sol que ali estava a bater.


Subi mais um pouco por ruas e escadinhas e encontrei esta perspectiva que afunilava numa vista de telhado com uma chaminé. A minha atenção foi desviada para umas folhas que estavam penduradas no muro e pareciam luzes acesas, já que o sol lhes estava a bater com intensidade.


Este desenho foi feito do patamar que se pode ver ao fundo no desenho anterior e tem tudo o que me atrai. Esquinas, perspectivas, planos diferentes, telhados e chaminés.


À hora do almoço foi tempo de exercitar o desenho de pessoas, o que faço raramente. Aproveitei a Rosário estava à minha frente para a ir desenhando e consegui convencer a Catarina para um duelo.


Tinha reservado a tarde para percorrer o rio. Já que sou amante de pontes tive que fazer o registo. Foi o primeiro desenho do dia que fiz sentado, ao sol.


Para terminar tinha guardado esta vista que me cativou logo de manhã, já que estacionámos o carro mesmo em frente. Preferi deixá-la para o fim porque sabia que me ia tirar mais tempo, e mesmo assim só em casa consegui pintar os verdes e as janelas, já que no local não houve tempo.



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Panorâmica - Tejo


Este desenho foi feito no telhado do edificio. Infelizmente a panormâmica não é suficientemente larga e não transmite a magnitude da vista.
Na realidade eu não gosto só de desenhar telhados, também gosto de estar nos telhados.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Perspectiva - Rua Ribeiro Sanches


Gostei da forma como os edificios são como que engolidos pela rua nesta perspectiva.
Há muito que não deixava um desenho sem pintura. Foi dificil resistir, mas consegui. Assim cada vez que olho para ele posso imaginar um colorido diferente.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Lisboa - Rua do Olival


Este desenho foi feito ao lado de um carro, de pé com o caderno na mão. A certa altura o dono chegou e disse-me "Por momentos pensei que me estava a passar uma multa".

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Evolução


Normalmente quando inicio um desenho já tenho na minha cabeça o que quero desenhar e de que forma, ou seja, já imagino de certa forma qual vai ser o produto final.
Neste caso foi exactamente o oposto, ou seja, quando comecei só queria desenhar a peça verde (gostava de saber que nome se dá, mas não sei) e o resto do desenho foi crescendo à volta em várias fases. Depois de o ter dado como concluído por algumas vezes e após um segundo olhar decidir que faltava algo, acabou por ficar como na imagem.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Rosário - a capela


Ainda no Rosário, mas desta vez virado de costas para o rio Tejo e a olhar para a capelinha que por ali foi erguida.
Quando estava quase a terminar a pintura umas nuvens pesadíssimas cobriram o céu, a temperatura deve ter descido pelo menos  7/8 graus, levantou-se o vento e desatou a chover. Tudo em menos de 5 minutos. Só deu tempo para arrumar o equipamento e correr para o café mais próximo onde terminei a pintura que faltava (a zona das ervas e o portão).

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Rosário


Fui conhecer mais um pouco da margem sul do Tejo e a 1ª paragem foi no Rosário, uma zona ribeirinha muito engraçada e com uma excelente vista panorâmica. O desenho da panorâmica vai ter que ficar para outro dia, mas este já tem  uma ideia da profundidade.
A zona é bonita mas tem muitos habitantes daqueles chatos, que esvoaçam à nossa volta e nos picam sem nos apercebermos.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Edificio entre árvores


O enquadramento do edificio entre as árvores despertou-me a atenção logo da primeira vez que o vi. Ia a caminho da EPAL, depois de ter estacionado o carro na Pç. da Alegria, mas não tive disponibilidade para desenhar.
Poucos dias depois quando tive que voltar à EPAL, aproveitei o facto da EPAL ainda estar fechada para não deixar fugir a oportunidade de registar a imagem.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Porque sim


Às vezes desenho por desenhar, sem ter visto nada que me tivesse chamado a atenção mas só porque me apetece. Neste caso estava dentro do carro e realmente apetecia-me desenhar.

domingo, 18 de novembro de 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Carruagem


Decidi comprar uma caneta com tinta castanha para experimentar. Estava a passar pela estação de comboios de Alcantâra quando por cima do muro vi uma carruagem que me despertou a atenção. Foi a inauguração da caneta castanha.
Achei a tinta um pouco clara, sem contraste. De qualquer forma é boa para mudar de vez em quando.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Preto e branco


Nestes últimos dias a chuva tem dificultado o desenho no exterior. Aproveitei para voltar aos desenhos a preto e branco com tinta de que tanto gosto e confesso já estar com saudades, já que quase exclusivamente tenho feito desenhos no exterior sempre com aguarela.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

São Martinho do Porto - a fonte


Este é o último desenho do fim-de-semana em São Martinho do Porto. Ao cimo de uma ladeira fica esta espécie de fonte, pintada de uma toanlidade rosa que acompanha as folhas das árvores. Gostei do conjunto e especialmente por parte da fonte estar oculta pela folhagem, o que deixa algum espaço para a imaginação (e facilita o desenho).

terça-feira, 13 de novembro de 2012

São Martinho do Porto - a decisão


Muitas vezes é mais dificil a decisão do que não desenhar do que a decisão de desenhar, ou seja, muitas vezes tenho que me controlar para não desenhar tudo o que me apetece, para não correr o risco de depois não ter tempo para desenhar algo que queria. Isto acontece normalmente em locais onde não consigo ir frequentemente.
Quando efectivamente me decido por desenhar algo foi porque algo me chamou bastante a atenção, embora normalmente não consiga explicá-lo. Neste caso achei que valia a pena.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

São Martinho do Porto - no alto


Mais um cantinho de São Martinho do Porto. Este fica mesmo no alto, quase à sombra do reservatório de água que um dia terei também que desenhar. Sentei-me num muro onde fui ouvindo os sons das movimentações vindas das casas em redor enquanto desenhava, como se fosse uma espécie de concerto em estereo, no qual podia imaginar quais as actividades que se estavam a desenrolar.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

São Martinho do Porto - a ponte


Esta é uma rua bastante inclinada onde se conseguem ver estes detalhes dos telhados ao descê-la.
É curioso porque aquela ponte entre as 2 casas apenas serve de varanda, porque de um dos lados não tem porta e dá para uma parede (não foi esquecimento do desenho). Talvez em tempos tenha sido só uma casa e a certa altura tenha havido uma separação.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

S. Martinho do Porto


Parte do fascinio da zona antiga de São Martinho do Porto são os espaços que se descobrem ao virar da esquina ou ao fundo dos becos. Normalmente são uma encruzilhada de perspectivas e volumes que formam o casario e que me atraem à primeira impressão.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

São Martinho do Porto


No fim de semana anterior fui passar os 2 dias a São Martinho do Porto. É uma vila conhecida pela sua baía em forma de concha e pelas enormes dunas (ao fundo) que custam muito a subir mas dão muito gozo descer.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Lisboa - a caminho da bonança


Ainda estava na mesma esplanada do post anterior e já tinha dado os desenhos por terminados, quando de repente o céu que estava carregado transformou-se e abriu uma brecha para deixar passar um azul e amarelo que ainda não se tinham visto naquele dia.
Reabri o caderno e apliquei logo a aguarela para não deixar fugir o ceú e fiz o desenho a seguir.
Só fiquei com pena do amerelo ter ficado com uma mancha muito marcada, mas tive medo de o misturar com as outras cores e transformá-lo em verde, já que tinha encharcado as folhas antes de aplicar a tinta e ainda estava tudo muito húmido.
Este cenário durou apenas poucos minutos, já que logo de seguida o céu voltou a fechar-se.