terça-feira, 30 de abril de 2013
Outra vez Silves
Mais uma passagem por Silves para um pequeno registo. Estas escadas ficam um pouco abaixo do castelo, mas pertencem com certeza ao conjunto da fortificação, já que ao longo da subida da colina existem umas escadas e muros feitos todos com o mesmo tipo de material.
domingo, 28 de abril de 2013
Zona portuária de Portimão
Como não podia deixar de ser tive que ir espreitar a zona portuária de Portimão. Barcos na água, barcos no estaleiro, montados, desmontados, tudo o que se espera de um estaleiro naval.
Mas naquele dia foi a amplitude da vista e a cor da água que quase me obrigaram a desenhá-las. Usei a caneta caligráfica para me obrigar a desenhar rápido, porque se me apanhava com uma caneta fina em frente àquela panorâmica já sabia que me ia atirar aos pormenores e não tinha tempo para isso.
Como estava um vento muito forte acabei por desenhar dentro do carro.
sábado, 27 de abril de 2013
Sombra sem luz
Descobri uma pequena igreja no meio de Cascais cuja telhado me cativou. O dia estava muito cinzento, a ameaçar chuva, que dava uma espécie de ar fantasmagórico àquele cenário. O meu caderno pequenino foi perfeito para um desenho rápido para tentar registar o momento.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Sala de espera
As salas de espera já não me apanham desprevenido. Munido do meu caderno e caneta entretenho-me em qualquer lado.
Felizmente a espera durou quase exactamente o tempo necessário para desenhar o meu sapato.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Silves
Ainda estávamos afundados em chuva para os lados de Lisboa, e já os habitantes e visitantes do Algarve andavam de manga curta e a apanhar banhos de sol.
Claramente neste dia tinha vestido roupa demasiado quente que, no pequeno momento em que fiz este desenho, apesar de estar à sombra, me trouxe um certo desconforto que apenas foi atenuado pelo ambiente agradável no qual me encontrava.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Contemplação
O rio Tejo pode dar para isto. Para um simples momento de contemplação, na companhia do reflexo nas águas e da calma aparente na margem sul.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Navios
Nunca tive aquele sonho de viajar pelo mundo de barco, mas não há duvida que a melancolia que me transmitem, naquela solidão ao balançar das ondas, me traz boas sensações.
domingo, 21 de abril de 2013
Pessoas
De vez em quando lá aparecem uns desenhos de pessoas no meu caderno. Estes foram feitos na conferência do Pedro Cabral no Museu das Comunicações.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Às voltas no porto de Lisboa
Mais uma volta pelo porto de Lisboa e mais uns desenhos. Normalmente as voltas são sempre pelas mesmas zonas, mas o movimento do porto faz com que haja sempre algo de diferente para desenhar: mais barco, menos grua, mais corda, menos contentor.
O ambiente é que é sempre o mesmo, com os seus sons, cheiros e ar livre, e enquanto esses se mantiverem tal como estão serei sempre um visitante presente.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Experiências
Ultimamente tenho estado mais disponível para novas experiências. Sinto que já não carrego o peso de tudo ter que ficar "bonito" e consigo pura e simplesmente desfrutar o momento do desenho em si... simplesmente transformar aquele período de caneta e caderno na mão no melhor momento do mundo.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Ferragudo - Portimão
Não conhecia esta zona na margem oposta do rio Arade em relação a Portimão. Tem um ambiente muito clássico e piscatório e tive a sorte de lá passar num dia de frio mas com aquele sol que aquece o suficiente e emite a luminosidade certa para fazer parecer tudo muito sereno. São dos meus dias preferidos.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Cascais
De volta a Portugal após a viagem à Sicilia, mas com a mesma vontade de desenhar. Uma passagem rápida por Cascais originou um desenho ainda mais rápido no caderno pequenino.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Savoca - o final
E este é o último desenho de Savoca (que na realidade foi o penúltimo a ser feito, o último já apareceu há 2 posts atrás).
Este foi um desenho feito a 2 tempos, já que a mancha de cor foi aplicada aleatoriamente logo na noite da chegada, ficando em aberto para um qualquer desenho que fizesse sentido ali fazer.
Quando fiz a mancha imaginei em alargar horizontes e fiquei à espera ao longo dos dias que a oportunidade surgisse.
E surgiu quando decidi saltar o portão do castelo que encontrei fechado a cadeado logo no primeiro dia. Lá de cima encontrei uma paisagem a 360º maravilhosa, daquelas que não me importava de ficar ali umas horas sentado só a observar. Acabei por me virar para Savoca e registá-la no caderno de um ângulo que muito pouca gente tem oportunidade de ver (a não ser que também decida saltar o portão).
sábado, 13 de abril de 2013
Savoca - o cartão
O caderno que usei vinha com uma folha de cartão que seria para servir de base para se poder desenhar nas folhas panorâmicas.
Desde o inicio que olhei para o cartão e que me apeteceu desenhar nele. Nunca tinha tentado algo do género e preferi utilizar a caneta pincel, já que a superfície do cartão não é muito regular.
Gostei bastante da experiência e do resultado, pelo que acho que num futuro próximo hei-de voltar a desenhar em cartão.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Savoca
Algumas das casas de Savoca. Esta zona fica do lado oposto do monte do castelo em relação ao local onde estávamos alojados. Julgo que esta zona seja mais antiga, porque as casas são todas do mesmo género e não se encontram grandes "modernices".
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Savoca - as múmias
No convento onde ficámos alojados existem uma espécie de catacumbas (eu digo uma espécie porque são semi-enterradas mas têm janelas para o exterior) onde estão alojadas diversas ossadas de habitantes nobres de Sávoca. Estão colocadas em caixões com uma face em vidro para se poderem observar, alguns empilhados uns em cima dos outros e outros isolados, como que em destaque.
Foi uma mudança aos desenhos de exterior que tinha feito até então.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Savoca - Etna
E chegou o dia da subida ao vulcão Etna. Na noite anterior tinha ocorrido uma expulsão de cinzas e foi espantoso passar por uma cidade no sopé do vulcão (Zafferana e não Zafferina como está no desenho), que se tinha mobilizado em massa para a limpeza geral das cinzas. Pessoas a varrer telhados, a encher sacos de cinza, a limpar carros e muito mais. Tudo mobilizado com o mesmo objectivo. Para eles deve é natural a limpeza de cinzas.
Depois veio um pouco de escalada até aos cerca de 1700m e um dos melhores momentos de desenho que já tive. Este é mais um blog de imagens e não de texto, por isso não vou escrever uma tese sobre o assunto, mas estar a desenhar perante a imponência do vulcão, no silêncio da montanha, olhar para trás e ver as nuvens abaixo de mim, tudo resultou numa experiência inesquecível e que guardarei certamente com muita força até ao final.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Savoca - Bar Vitelli
O bar Vitelli foi onde Francis Ford Coppola filmou algumas cenas do filme "O Padrinho", e não quis sair de Savoca sem o desenhar.
Foi feito logo de manhã, antes do pequeno almoço, mas se alguns desenhos são uma óptima experiência pelo sossego em que são feitos, este foi exactamente o oposto. Naquela manhã estavam a decorrer os trabalhos de limpeza da estrada (na berma da qual estava o muro onde eu me sentava) e estava constantemente a passar uma carrinha de limpeza, daquelas que têm umas escovas por baixo. Para além do barulho que fazia, levantava também imenso pó, pelo que de cada vez que passava eu tinha que me levantar e ir para o outro lado da praça esperar que o pó assentasse.
Depois desta história da limpeza, que ainda durou uns bons 20 minutos, chegou um grupo de motards que estacionou mesmo entre mim e o bar. Saíram das motas e desataram a tirar fotografias por todos os lados e falar altíssimo.
Naquele ponto em que já estava farto da barulheira da limpeza da estrada, acho que estava pronto para mandar calar um grupo de motards.
Mas escolhi a opção correcta e fui tomar o pequeno almoço num ambiente de maior sossego.
Depois do pequeno almoço voltei para terminar a pintura e desenhar a escultura de homenagem ao cineasta.
Savoca - o amanhecer
Andei com umas experiências aqui no blog e acabei por apagar esta mensagem e o texto que a acompanhava. Como já não consigo replicar o que tinha escrito fica assim. Pode ser que a imagem valha por mil palavras.
domingo, 7 de abril de 2013
Savoca - as pessoas
Como é habitual entre os sketchers as refeições não são desculpa para se parar de desenhar. Um dos exercícios propostos era desenhar uma planta da mesa, com tudo o que nela estivesse incluído. Aqui veio ao de cima a veia da engenharia que fez surgir uma pequena simbologia que deve estar presente em qualquer planta.
Como já aqui referi algumas vezes não tenho o hábito de desenhar pessoas, não por receio mas sim por falta de motivação ou desinteresse. Mas isso não quer dizer que ocasionalmente não me motive.
Mas confesso que me sinto frustrado quando as pessoas não estão sossegadas, e normalmente acelero o desenho com receio que mudem de posição e acabo por falhar uma série de proporções que transformam a pessoa noutra qualquer.
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