quarta-feira, 31 de julho de 2013
Casa Velha - ao longe Vale Travesso
Enquanto deambulada pela quinta circulei um pouco Vale Travesso e cheguei a um ponto em que a torre da igreja da aldeia se enquadrava com os cabos de electricidade.
Já no primeiro dia tinha desenhado a aldeia mas de um ângulo diferente, e aqui gostei também do caminho em 1º plano que desaparece devido à curvatura do terreno.
Quando acabei o desenho comecei a caminhar de costas para a aldeia, mas desconfio que se tivesse continuado em frente iria acabar por desenhá-la mais vezes.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Casa Velha - land art
O primeiro exercício na Casa Velha estava relacionado com a land art, no seguimento de um documentário que visualizamos sobre Andy Goldsworthy que podem ver neste link. Vale a pena.
A ideia era fazermos a nossa própria intervenção nos terrenos da quinta.
Foi um exercício que durou mais de 2 horas, por isso tive tempo para deambular um pouco pela quinta.
Na 1ª instalação peguei numas pequenas bagas de um vermelho forte que cresciam numa planta rasteira e coloquei-as numa planta muito fina, mas muito alta (mais de 2 metros), para que pudessem chegar mais alto do que quaisquer outras.
Na 2ª instalação decidi ornamentar a entrada de uma toca com uma espécie de colunas, de forma a que o pequeno animal que a habitava pudesse sentir que tinha uma casa de luxo.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Vale Travesso
O alpendre da Casa Velha tem uma vista para a aldeia de Vale Travesso. O dia estava a iniciar e havia ainda muita neblina matinal a criar uma atmosfera especial.
Normalmente tenho poucas forças para resistir a passar um cenário destes para o papel e o formato panorâmico do caderno que tínhamos era perfeito para o fazer.
domingo, 28 de julho de 2013
Bolo de chocolate
No primeiro dia do retiro foi dia de aniversário e tivemos direito a um bolo de chocolate, rodeado de pequenos beijinhos. Os beijinhos dispensei, mas o bolo de chocolate soube muito bem. Antes que alguém comesse as 2 fatias que sobravam quis fazer rapidamente o desenho.
A minha ideia era desenhar em todas as refeições do fim-de-semana, mas como também sou falível esta acabou por ser a única que desenhei.
sábado, 27 de julho de 2013
Retiro de diários gráficos - Casa Velha
Na semana passada participei no retiro de diários gráficos que se realizou na Casa Velha, perto de Ourém. Foi mais uma oportunidade para desenhar intensamente, na companhia de quem gosta de fazer o mesmo e num local fantástico.
Assim que cheguei deu-me logo vontade de desenhar e acabei por fazê-lo no caderno pequeno, ainda antes de nos entregarem o caderno Laloran "oficial" do retiro.
Como sempre as texturas, telhas e chaminés são um chamativo, por isso assim que vi este cenário do alpendre da casa já não havia como fugir do desenho.
Mais à frente acabei por dedicar algum tempo a esta casa e à sua envolvente, num desenho que será postado em breve.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Alcácer do Sal - estação da CP
Um regresso à estação da CP de Alcácer do Sal para mais uns desenhos.
Acabei por ter a companhia de 2 cachorros que por ali andavam, certamente irmãos tal era a semelhança, que a partir do momento em que lhes fiz umas festas nunca mais me largaram.
Para o desenho das perspectiva usei a esferográfica sem ligar muito aos pormenores.
Já para o desenho seguinte foi mais pausado e preocupado. A ideia seria fazer o mesmo com a pintura, mas depois de ver o efeito que a aguada do céu teve no papel (bem visível no scan) desisti e ficou tal como se vê.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Nevoeiro matinal
Numa manhã de nevoeiro, a meio caminho de algum lado, questionei-me como seria tentar replicar o nevoeiro. Normalmente esta paisagem segue por uns quilómetros quase até ao horizonte, mas nesta manhã pouco mais se via para além da curva.
Sempre gostei muito de nevoeiro. Preenche o mundo com uma aura de mistério. Não se sabe bem o que está à nossa frente. Imagino que seja algo semelhante que os exploradores sentem enquanto avançam por trilhos nunca antes visitados.
Numa escala bem mais pequena também eu fui um explorador neste dia. Vou esperar por mais dias de nevoeiro. Quero voltar a explorar mais um pouco.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Feira do artesanato do Estoril
Este ano voltei à feira do artesanato do Estoril. No ano passado tinha desenhado uma série de objectos pendurados no restaurante onde comi. Este ano decidi fazer uma série de desenhos do exterior.
Os desenhos acabaram por não ter nenhuma ligação directa ao artesanato, mas esta dupla página serviu para testar a composição de vários desenhos pequenos, em vez de apenas 1 por dupla página.
Estes últimos tempos têm sido de experiências, o que me tem ajudado a soltar cada vez mais e a olhar para o caderno apenas como um caderno e não como um objecto a reverenciar.
terça-feira, 23 de julho de 2013
No zoo
Numa visita ao Jardim Zoológico de Lisboa consegui parar uns 20 minutos para fazer desenhos. Não me perdoaria se viesse de lá sem nada desenhado.
Sempre gostei de desenhar animais, mas há já alguns anos que não o fazia.
Acabei por ficar com um sentimento de insuficiência. Depois de ter desenhado estes fiquei com vontade de desenhar muitos mais.
Ainda fiz uma tentativa de desenhar no teleférico, mas abana imenso. É engraçado como só me apercebi disso quando pousei a caneta no caderno.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Espelho de água
Um final de dia no parque Eduardo VII, sentado numa esplanada à sombra, foi um belo momento para o desenho.
Inicialmente o que me atraiu foi o reflexo da água e pensei que seria interessante fazer um contraste a preto e branco entre as árvores do 2º plano e o reflexo na água com aguarela.
Entretanto, depois de já ter iniciado as árvores, achei que o desenho ficaria sem profundidade e optei por incorporar em 1º plano as estruturas metálicas que estão no meio do lago.
O fundo tinha ficado para o fim, sem saber muito bem de que forma o desenharia. Acabei por largar a caneta-pincel de tinta e passei para a caneta cinzenta. Ainda me ocorreu desenhar apenas o skyline da cidade, mas no final preferi incorporar os edifícios tal como eles são (ou quase!).
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Pela estrada
Algures entre Sobral de Monte Agraço e Alenquer está uma pequena aldeia chamada Sirol, que desconheço por completo mas por cuja estrada tenho passado, até que um dia parei na berma à sombra de uma bela árvore para fazer um desenho.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Telhados
Mais um tempo de espera que não estava no programa, mas que abriu espaço para mais um desenho.
Sentado no degrau das escadas à entrada de um prédio tinha esta vista de telhados e chaminés, 2 dos meus modelos favoritos.
Foi a melhor forma de arejar um pouco naquele inicio de dia que já estava a correr mal.
Composições
Também me comprometi comigo mesmo a fazer mais composições de página com desenhos simples. O jantar em V. No de Milfontes antes do regresso a Lisboa pareceu-me a altura ideal para o fazer.
Já começam também a aparecer algumas palavras no meio das folhas.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Lapa das Pombas e V. N. Milfontes
O último encontro dos Urban Sketchers realizou-se na Lapa das Pombas, um pequeno porto de pesca perto de Almograve com uma paisagem especial.
A superfície estriada das rochas fazia-me lembrar uma paisagem alienígena, muito diferente do que se costuma ver por aí.
A água era de uma limpidez enorme e parecia uma janela aberta para o fundo do mar. Por mais do que uma vez tive vontade de dar um mergulho, mas aqui o desenho falou mais alto.
No final do dia fizemos uma passagem por V. N. de Milfontes. Antes do lanche a que tivemos direito ainda deu para uma passagem pela praia e para tomar o primeiro banho do ano.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Simplificando
Quando iniciei este desenho já sabia que iria ter muito pouco tempo para lhe dedicar. Foi mesmo só para fazer o gosto aos dedos num pequeno compasso de espera.
Gosto deste género de exercício... obriga-me a resumir e simplificar o desenho.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
A conclusão do passeio
O calor já começava a tornar-se um incómodo, mas ainda quis ir um pouco mais longe para desenhar esta casa. Sempre achei curioso aquele depósito de água esférico, junto ao outro depósito agarrado à chaminé.
É mais uma casa que tem um ar abandonado... por certo só servirá de apoio ao cultivo, mas é definitivamente muito alentejana.
Já eram cerca das 10:30h e o sol directo já estava a fazer muita mossa (e ainda tinha que fazer o caminho de volta na bicicleta), por isso acabei por fazer só o desenho e terminar a pintura em casa, já que as referências das cores eram fáceis de decorar.
sábado, 13 de julho de 2013
E ainda o passeio de bicicleta
Continuando o passeio de bicicleta queria chegar até uma casa com um moinho que me fazem sonhar em cada vez que por ali passo.
Desta vez já não houve nenhuma árvore por perto para me emprestar uma sombra, mas os insectos esvoaçantes mantiveram-se por perto.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
São Manços - visto da bicicleta
Já por várias vezes passei por esta estrada no acesso a São Manços e já tinha registado mentalmente uma série de locais que gostava de desenhar.
Para tornar a experiência mais natural, em vez de utilizar o carro peguei numa bicicleta emprestada para percorrer a estrada (ainda não eram 9:00h, por isso o calor ainda estava suportável).
Aproveitei a sombra de uma pequena árvore que estava à beira da estrada para uma primeira paragem e desenhar este cenário, na companhia dos insectos que insistiam em esvoaçar nas redondezas.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Novamente Évora
A ideia principal do fim-de-semana em São Manços era visitar a feira de São João em Évora, tal como tenho feito nos últimos anos (no fundo é mais uma desculpa para visitar a cidade).
Desta vez não jantei na feira, mas sim no junto largo à igreja de São Francisco, numa esplanada já à sombra (imprescindível naqueles dias de calor), muitos petiscos e muitos motivos à escolha para desenhar.
Obviamente o acto de desenhar dá-me sempre um prazer especial, mas desenhar em Évora consegue sempre acrescentar algo mais, algo inexplicável e muito, muito especial.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Matinal
Este desenho foi feito logo pela manhã, pouco depois das 8:00 horas e já estava a ficar um calor "à lá" Alentejo.
Foi preciso tirar a camisola e aproveitar os restinhos de brisa que por ali passavam para ir refrescando o corpo.
Mas foi a altura ideal para aproveitar as sombras provocadas pelo sol que ainda ia relativamente baixinho e também a sinfonia da passarada que ainda estava activa antes do calor apertar e se recolherem à sombra de uma árvore qualquer.
Subscrever:
Mensagens (Atom)























