sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Férias



E chegou a altura de fechar este blog para férias.
O descanso do trabalho vem aí. Quanto ao descanso do desenho é um conceito que ainda não pratico. Tenciono desenhar nas férias, e muito.
No inicio de Setembro o blog volta à actividade com a partilha dos resultados.

Auto retratos



Embora contrariando a ideia inicial de fazer um auto-retrato diariamente, a espaços a espaços lá vão surgido uns quantos.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Doca do Poço do Bispo


Mais uma hora de almoço no Porto de Lisboa. Esta perspectiva tinha-me ficado na cabeça quando fiz o desenho que foi publicado no dia 10 de Agosto. Os 2 quase que se podem encaixar, uma vez que funcionam praticamente em continuidade.
Às vezes funciono assim. Vou decorando locais e perspectivas que quero desenhar mas que não tenho oportunidade para o fazer na altura, e mais tarde acabo por voltar para fazer o desenho.
Gosto particularmente do desenho, não propriamente pelo seu aspecto final mas pela despreocupação com que a minha mão comandou a caneta, principalmente nos elementos mais ao fundo, acabando num traço bem mais solto do que o habitual.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mudança de modelos



Tenho tentado variar um pouco os meus modelos de desenho. Nesta busca incessante de linhas e traços novos não podia manter-me sempre na arquitectura e paisagem.
Algo já mudou com a resolução de desenhar mais pessoas, mas para mim não foi suficiente. É engraçado como de repente entrei numa fase de exploração, sem pré-aviso.
Quando vi estes elementos à minha frente não resisti a experimentar desenhá-los, numa exploração para ver o que encontrava no final do desenho.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Cabo da Roca


Num passeio pelas falésias na zona da Serra de Sintra a certa altura surgiu ao longe o farol do Cabo da Roca, inserido timidamente na paisagem global.

domingo, 11 de agosto de 2013

Castelo de Torres Vedras


De passagem por Torres Vedras tive tempo para encostar o carro e sentar-me num relvado à sombra de uma árvore, com o castelo como companhia a posar sserenamente para a minha caneta e caderno.

sábado, 10 de agosto de 2013

Porto de Lisboa



Mais uma inevitável volta pelo porto de Lisboa, desta vez para me sentar na beira do pontão para desenhar a barca à minha frente.
Estava uma brisa suave que fazia circular o ar fresco que por ali andava, que em conjunto com a enorme quantidade de peixes que andava nas águas cerca de 2 metros abaixo de mim me lembravam constantemente que tudo à minha volta está vivo. Como se estivesse sentado no centro de um coliseu com um grande espectáculo a decorrer a 360 graus.
Muitas vezes o desenho traz destas coisas: apesar de estar concentrado no que estou a fazer, parece que fico mais alerta para o que me rodeia.
Apesar da complexidade do espectáculo à minha volta acabei por simplificar o desenho, onde praticamente apenas pintei as sombras e dei algum destaque aos 2 elementos mais escuros que tinham umas enormes manchas de ferrugem. 

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Planetário


Numa manhã de verão fui até à zona de Belém e aproveitei para fazer um sketch do planetário. Teve que ser em 2 tempos, porque repentinamente desatou a chover e foi preciso abrigar-me debaixo das arcadas.
Por isso é que surgiu o pequeno canhão no caderno, que foi o que desenhei enquanto estava abrigado da chuva.
Quando a chuva parou voltei para o banco exterior e acabei o desenho do planetário e apliquei a cor.
A dupla página ficou um pouco atabalhoada. Julgo que o desenho do planetário funcionaria melhor sozinho. Fica uma lembrança para não descurar um mínimo de planeamento da página.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Auto retratos




Impulsionado por um conselho da Ketta e como forma de "aprender" a desenhar pessoas decidi fazer um auto retrato meu por dia. Ainda não consegui afinar a questão do "1 por dia", mas anda lá perto.
Estas foram as primeiras tentativas.
Às vezes faço desenho cego, outras vezes não e por vezes ainda faço os 2 na mesma dupla página.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

São Domingos de Carmões


Terminado o fim de semana na Casa Velha foi altura de voltar às rotinas. Felizmente há rotinas que sabem bem e desenhar é definitivamente uma delas.
Já tinha passado por aqui diversas vezes e guardado o local na memória para um desenho futuro, até que chegou finalmente o dia, numa manhã semi-nublada, de encostar o carro na berma e passar a caneta pelo papel.
Tem sido útil esta necessidade de fazer desenhos relativamente rápidos (usar a caneta caligráfica ajuda) para ajudar a soltar o traço.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Casa Velha - desenho cego





E agora um post com desenhos completamente diferentes do habitual. Para o último exercício do fim-de-semana estava reservado o momento de desenho mais divertido: fazer um desenho cego (desenhar sem olhar para o papel) de todos os presentes.
Não é fácil mas efectivamente é muito divertido e os resultados, embora completamente imprevisíveis, são de uma naturalidade surpreendente.
No meio destes desenhos há um que não foi cego. Acho que dá para perceber qual!!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Casa Velha


Não queria deixar a Casa Velha a desenhar. Passei o fim-de-semana à espera do momento certo: da luz e principalmente do sol/calor. O ângulo que queria desenhar da casa não me dava hipóteses de sentar à sombra, teria que ser a céu aberto, por isso aproveitei a manhã de domingo em que o sol não estava ainda muito quente para me sentar numa cadeirinha à frente da casa.
Fiz algum esforço para não perder demasiado tempo com pormenores e acho que fiquei a meio caminho entre o que gostava de fazer e o que não queria fazer.
Mas gosto do desenho. Olho para ele e sinto a frescura com que terminei o fim-de-semana.

domingo, 4 de agosto de 2013

Casa Velha - alpendre


Por baixo do alpendre da Casa Velha há um corredor com uma série de arcos e muito verde da vegetação a quebrar o branco das paredes.

sábado, 3 de agosto de 2013

Casa Velha - o tractor



Nunca tinha desenhado automóveis. O mais parecido que tinha desenhado foi uma mota com capota na viagem à Sicilia. Ainda estava na ressaca do exercício de desenhar aquilo que temos mais dificuldade ou não gostamos quando passei por este tractor. E lembrei-me que não podia saber se tinha dificuldades ou não gostava de desenhar este género de motivo porque nunca tinha tentado.
Assim sentei-me à frente dele cheio de disponibilidade para desenhar até aos mais pequenos parafusos e cabos. As rodas não foram fáceis mas gostei da experiência.
De certeza que vou repetir no futuro.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Casa Velha - as pessoas





E como que a dar força à minha resolução de desenhar cada vez mais pessoas, um dos exercícios do retiro na Casa Velha propunha que desenhássemos o que menos gostamos ou que desenhamos com menos frequência. Está à vista qual foi a minha escolha.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Casa Velha - casas de apoio


Ao chegar à zona da Casa Velha vindo do passeio pela quinta parei um pouco a olhar para este cenário: perspectivas, texturas, enquadramento, telhas, chaminés. Era perfeito, parecia que tinham juntado de propósito tudo o que me atrai para fazer um desenho.
Ainda para mais existe uma pequena árvore no meio do caminho que estava a oferecer uma sombra bem fresca, o que era imprescindivel aquela hora do dia (pouco depois das 12h).
Foi só questão de ir buscar uma cadeira ali perto e desfrutar o momento a desenhar.
A pintura acabou por ficar inacabada porque entretanto tinha chegado a hora do almoço, mas voltei mais tarde para o 2º round e conclusão.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Casa Velha - ao longe Vale Travesso


Enquanto deambulada pela quinta circulei um pouco Vale Travesso e cheguei a um ponto em que a torre da igreja da aldeia se enquadrava com os cabos de electricidade.
Já no primeiro dia tinha desenhado a aldeia mas de um ângulo diferente, e aqui gostei também do caminho em 1º plano que desaparece devido à curvatura do terreno.
Quando acabei o desenho comecei a caminhar de costas para a aldeia, mas desconfio que se tivesse continuado em frente iria acabar por desenhá-la mais vezes.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Casa Velha - land art


O primeiro exercício na Casa Velha estava relacionado com a land art, no seguimento de um documentário que visualizamos sobre Andy Goldsworthy que podem ver neste link. Vale a pena.
A ideia era fazermos a nossa própria intervenção nos terrenos da quinta.
Foi um exercício que durou mais de 2 horas, por isso tive tempo para deambular um pouco pela quinta.
Na 1ª instalação peguei numas pequenas bagas de um vermelho forte que cresciam numa planta rasteira e coloquei-as numa planta muito fina, mas muito alta (mais de 2 metros), para que pudessem chegar mais alto do que quaisquer outras.
Na 2ª instalação decidi ornamentar a entrada de uma toca com uma espécie de colunas, de forma a que o pequeno animal que a habitava pudesse sentir que tinha uma casa de luxo.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Vale Travesso


O alpendre da Casa Velha tem uma vista para a aldeia de Vale Travesso. O dia estava a iniciar e havia ainda muita neblina matinal a criar uma atmosfera especial.
Normalmente tenho poucas forças para resistir a passar um cenário destes para o papel e o formato panorâmico do caderno que tínhamos era perfeito para o fazer.

domingo, 28 de julho de 2013

Bolo de chocolate


No primeiro dia do retiro foi dia de aniversário e tivemos direito a um bolo de chocolate, rodeado de pequenos beijinhos. Os beijinhos dispensei, mas o bolo de chocolate soube muito bem. Antes que alguém comesse as 2 fatias que sobravam quis fazer rapidamente o desenho.
A minha ideia era desenhar em todas as refeições do fim-de-semana, mas como também sou falível esta acabou por ser a única que desenhei.