quarta-feira, 12 de março de 2014

Évora - Tv. de Landim


Entretanto o João Matos teve que se ir embora e avancei com o Luís Ançã para a Travessa de Landim. Começámos a desenhar bem antes do almoço, mas a conversa estava tão animada que o desenho avançava muito lentamente.
Entretanto fizemos uma pausa para o almoço, na companhia da Estela, do José Barreiros e da Carmo, e voltei com o Luís ao mesmo local para terminarmos o desenho, já de barriga cheia.
Pouco depois juntou-se a nós o Joaquim Espadaneira, que aproveitou também para desenhar a vista e tirar-nos uma fotografia.
Estava a ser um dia em cheio.


Évora - 1 dos meninos da Graça


Já na companhia do Luís Ançã e do João Matos sentei-me à frente da Igreja da Graça para desenhar um dos meninos.
Chamam meninos da Graça às 4 estátuas que estão sentadas no cimo da fachada, 2 de cada lado. Já ouvi dizer que representam as estações do ano ou os continentes, mas ainda não vi certezas do que realmente passou pela cabeça do artista.
Quanto ao desenho chateei-me com ele. A estátua calhou mesmo no meio da dupla página, que neste caso até tinha um desnível incómodo, e com a caneta que estava a usar não consegui acompanhar bem as linhas, o que acabou por me frustrar no desenho da estátua.
Desinteressei-me e passei para o fundo que, a titulo de experiência, decidi fazer directamente com aguarela.

terça-feira, 11 de março de 2014

Évora - jardim


Iniciava-se o 3º dia em Évora. Ia ser um dia movimentado, na companhia de outros sketchers que se iriam juntando à medida da sua disponibilidade, já que se tratava de um dia de semana.
Logo de manhã aguardei pelo Luís Ançã e o João Matos no jardim e claro, fi-lo a desenhar. Queria um desenho rápido e optei pela caneta pincel para registar a guarda metálica e a guarita da muralha.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Évora - telhados e Carmo


Para terminar o dia ainda fiz mais um desenho, antes do jantar, à janela do quarto. Volta a aparecer a cúpula da Igreja do Carmo rodeada de telhados e chaminés.

domingo, 9 de março de 2014

Évora - portas


Tive que desenhar. Não houve como fugir. Estas 3 portas seguidas, cada uma com as suas dimensões e estilo próprio impuseram-se no meu caderno e foi uma oportunidade de pormenorizar um pouco a cidade, depois de alguns desenhos de ruas na generalidade.

sábado, 8 de março de 2014

Évora - Rua Romão Ramalho


Continuei a descer a rua e a certa altura virei-me para trás. Mais uma vez voltei a parar para fazer um desenho poucos metros à depois do último. O candeeiro que se vê quase ao centro é o mesmo do desenho do post anterior.
Évora é assim... não é preciso andarmos muito para a querer desenhar.

Évora - Pormenor


Depois do almoço segui em direcção à zona do mercado. Tinha uma ideia de um desenho mas acabei por não concretizá-la porque achei que era demasiado ambicioso em termos de tempo necessário e apetecia-me mais deambular do que passar muito tempo no mesmo local.
Assim fui descendo a Rua Romão Ramalho e, numa das milhares de vezes em que fui a olhar para cima, vi este pormenor que achei perfeito para o caderno pequenino. Por Évora vêm-se muitos destes "triângulos" (não sei mesmo como chamá-los, nem sequer como fazer uma busca no google) e acho-lhes muita piada.
Quis manter o desenho simples. A ideia era fazer um simples apontamento.
O caderno revelou-se demasiado pequeno para o candeeiro e tive que lhe alterar ligeiramente as dimensões (mas aqui entre nós ninguém dará por isso).

sexta-feira, 7 de março de 2014

Évora - Travessa do Sol


Eram quase horas do almoço e tinha encontro marcado, mas ainda havia tempo para mais um desenho no caderno pequenino.
Esta é uma rua como tantas outras em Évora, mas por alguma razão achei que valia a pena ficar por aqui, até porque havia uma janela com umas grades com a base à altura de uma cadeira, onde me pude apoiar para fazer o desenho de forma descansada, já que todos os outros do dia tinham sido feitos em pé.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Évora - outra vez a Tv. do Cavaco


Ainda na Travessa do Cavaco, cerca de 30m à frente do último desenho, voltei a parar. Estava algo renitente, porque se começasse a parar de cada vez que era atraído para o desenho não sairia do mesmo quarteirão.
Mas gostei da roupa pendurada e acabei mesmo por ficar. O dia era ainda uma criança e haveria muito tempo para mais desenhos.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Évora - Tv. do Cavaco


Na Travessa do Cavaco existe um recanto que me fascina há muitos anos. Na altura em que prestava mais atenção à fotografia vim a este local propositadamente para um registo e agora voltei a fazer o mesmo mas com um caderno e uma caneta.
Há algo naquele caos de linhas que me atrai, misturado com uns terraços atraentes onde costuma bater o sol durante a tarde.
Desta vez o sol não estava lá para dar contrastes aos diversos planos, mas isso não me impediu de fazer o desenho.

Évora - Travessa do Manuelinho


Logo de manhã saí da messe para um dia de desenho e virei em direcção às traseiras da Igreja da Graça. Não fui muito longe, porque logo ali nos primeiros metros fui obrigado a parar por este cenário. Entretive-me por ali a fazer o primeiro desenho do dia.
A luz ainda estava algo esquisita e pairava no ar uma espécie de neblina muito ténue que "embaciava" tudo o que não estivesse perto de nós.

terça-feira, 4 de março de 2014

Évora - bolo mel e noz


Depois dos primeiros desenhos em Évora apetecia-me lanchar algo especial e decidi ir à pastelaria Pão de Rala, especializada em doces conventuais.
A escolha recaiu sobre o bolo mel e noz e não podia ter sido mais acertada. Soube-me bem, mesmo muito bem, acompanhado de um chá quente.
E com este desenho fechou-se o caderno para o 1º dia em Évora.

Évora - Igreja do Carmo


Na verdade este desenho foi feito antes da visita do post anterior. Quando me sentei no carro para arrancar em direcção ao Alto de São Bento olhei para a frente e vi este cenário. Nem pensei 2 vezes... peguei logo no caderno. O Alto podia esperar mais um pouco.
Este é o primeiro desenho de muitos onde é visível a cúpula da Igreja do Carmo, visível de diversos pontos deste bairro como se poderá ver nos desenhos que aí vêm.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Évora - Alto de São Bento




Depois da chuvada de a seguir ao almoço o céu abriu um pouco e lembrei-me de ir visitar o Alto de São Bento, já que seria mais difícil visitá-lo com chuva por causa de falta de pontos de abrigo.
Desta vez fiz de carro a subida que tantas vezes fiz de bicicleta, quando ia ter com um amigo que morava a meio caminho do Alto onde nos juntávamos muitas vezes para o inicio das nossas voltas.
Até de noite me lembro de percorrer de bicicleta os montes circundantes, quando o luar era a única fonte que iluminava muito ligeiramente a terra clara do caminho à minha frente.
Actualmente os moinhos recuperados do Alto de São Bento fazem parte do núcleo museológico ali presente, principalmente devido ao maciço granítico ali presente.
A vista do Alto para a cidade é deslumbrante e merece um desenho panorâmico, mas desta vez não tinha caderno e a meteorologia não estava muito favorável a desenhos prolongados.

domingo, 2 de março de 2014

Férias em Évora

Na semana passada aproveitei uns dias de férias para visitar Évora e desenhar... desenhar muito. E foi o que aconteceu... desenhei desde que saía de manhã até que voltava ao final do dia.
E andei muito por Évora, a percorrer aquelas ruas, a escutar os seus sons, a sentir o seu pulsar, a recordar como há muito tempo (demasiado) tempo não o fazia.


Quando cheguei era praticamente hora do almoço mas não conseguir esperar muito para abrir o caderno, por isso o desenho de estreia foi feito no claustro do convento da Graça, regado com um belo aperitivo.



A meteorologia estava muito esquisita. Quando entrei para o almoço nada indicaria que à saída estivesse a chover bastante, de tal forma que tiver que aguardar que a chuva passasse antes de me aventurar pela cidade.
Como um sketcher que se preze nunca é apanhado sem nada que fazer, enquanto a chuva não parava de cair aproveitei para ocupar mais uma página do caderno pequenino.

sábado, 1 de março de 2014

Rapidez à beira da estrada


Estou a tomar o gosto por estes desenhos rápidos no caderno pequenino. Há uma espécie de liberdade neste desafio, em que temos que nos despreocupar com o resultado final e deixar a mão seguir quase que intuitivamente.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Portão


Neste dia decidi ir mais além numa estrada que já tinha iniciado, mas que na altura achei que não valeria a pena. Efectivamente não demorou muito para a estrada desembocar numa nacional e assim perder o seu interesse, mas até lá passei por uma espécie de solar que até tinha um empedrado à frente onde pude estacionar o carro.
Ainda não tinha incorporado um portão deste género nos desenhos de estrada, e a curva a desaparecer com o muro em pedra ao fundo uns bons argumentos para por ali utilizar mais uma página do caderno. 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Ribafria



Ribafria é uma daquelas aldeias por onde tenho passado ocasionalmente. Desta vez embrenhei-me pelas ruas interiores e fui dar a este largo com um casario digno de ser desenhado. Entretanto desatou a chover e tive que ir desenhando por entre a água que escorria pelos vidros da carro, mas optei por não incorporar a chuva no desenho.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Nova estrada


Descobri uma estrada nova. Não nos leva longe... sai da aldeia, faz uma curva e volta à aldeia um pouco mais à frente. Já a percorri e prometi voltar, pelo menos para mais 2 desenhos.
Parece uma estrada onde ninguém passa, só um ou outro desenhador ou um ocasional agricultor a caminho do seu talhão.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Paragem


As paragens de autocarros nas cidades têm evoluído ao longo dos anos, cada vez com designs mais arrojados, alguns mesmo até de duvidosa eficácia.
Pelas estradas em zonas rurais a evolução quase não se nota e ainda é muito frequente encontrarem-se paragens em chapa metálica canelada, com uma cobertura também em chapa, bem ao estilo tradicional.