segunda-feira, 21 de julho de 2014

Rápido que o cão está a ladrar


Nos desenhos dos dias anteriores tinha prestado alguma atenção ao detalhe e desenhei um pouco mais devagar por isso, para variar um bocadinho decidi fazer um desenho "2 minutos". Como usei o moleskine grande sou capaz de ter demorado um pouco mais do que isso, mas de qualquer forma o traço ficou muito solto.
Depois para a pintura usei bastante aguarela de grafite. Até aqui só a tinha usado em pequenos apontamentos e áreas.
Enquanto aqui estive parado lá tive que sobreviver a mais um cão a ladrar no portão ao pé do qual estava estacionado. Mas porque é que às vezes são tão chatos. Eu compreendo que o cão não tenha nada que fazer o dia todo, mas estar continuamente a ladrar para alguém que até está praticamente parado a ignorá-lo não me parece muito divertido para passar o tempo.
Felizmente tinha decidido fazer um desenho rápido, senão era bem capaz de me ir embora e voltar noutro dia em que o cãozinho estivesse a dormir uma soneca.

domingo, 20 de julho de 2014

A sobremesa


O almoço não foi suficiente para descontrair e à saída do restaurante peguei no mini caderno para a "sobremesa".
Há já muito que sentia um chamamento deste telhado e chaminés.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Par de casas


Um par de casas como tantas outras, e como tantas outras também interessantes para o meu caderno.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Manutenção


Não em canso de desenhar à beira da estrada.
Seguramente já tinha passado por aqui mais de 300 vezes e só neste dia me apercebi que poderia ficar bem no meu caderno. A mudança das estações também é importante, pois as ervas na berma crescem bastante, e pude aperceber-me do trabalho de limpeza que é feito anualmente ao longo de quilómetros e quilómetros.
Quando se pensa que uma estrada está praticamente abandonada está-se seguramente enganado, porque alguém, algures, ainda se preocupa com a sua manutenção na altura do verão.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Alhos Vedros - ainda no cais

Sempre gostei de passadiços de madeira em zona ribeirinhas. Não sei explicar porquê, mas gosto de os ver e gosto de os percorrer. Aqui propus-me também a desenhá-los.
Estava quase a chegar a hora da partilha dos desenhos com o resto do grupo, por isso já não me aventurei com a cor e deixei ficar em tons de preto e branco.


Mesmo a terminar ainda percorri o passadiço aqui em cima até ao fundo e sentei-me virado para o rio para um desenho muito rápido no mini-caderno.
Não me importaria nada de ter estado mais tempo por ali a desenhar, mas este passeio por Alhos Vedros ficou mesmo por aqui.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Alhos Vedros - cais


Depois do almoço fiquei para trás a desenhar e "perdi-me" do resto do grupo, pelo que segui directamente para o cais de Alhos Vedros onde achei que os reencontraria. Entretanto em vez de irem para o cais fizeram uma paragem num café sem que eu desse por isso, pelo que acabei por ser o primeiro a chegar ao cais.
E como nas zonas ribeirinhas nunca me faltam motivos para desenhar atirei-me de cabeça a uma pequena grua, para logo de seguida desenhar uma pequena panorâmica dos barcos não na água mas no lodo, uma vez que a maré estava vazia.


domingo, 13 de julho de 2014

Alhos Vedros - almoço


O almoço em Alhos Vedros foi oferecido pelo círculo de animação cultural, que aliás foi quem convidou à organização do encontro.
O pic-nic foi feito num quintal (bem grande e com muitas sombras) de uma bonita casa pertencente ao círculo, que tinham muito para ser desenhada. Mas fiquei-me apenas pela sua chaminé num desenho rápido antes de fincar o dente na comida.


Depois do almoço e já com o estômago aconchegado fui espreitar a varanda na entrada da casa e deparei-me com o cenários dos quintais de outras casas, que me pareceu perfeito para o primeiro desenho da tarde.

sábado, 12 de julho de 2014

Mais Alhos Vedros



Durante a manhã em Alhos Vedros fui percorrendo as ruas da parte antiga e como habitualmente fui sendo cativado por postes, cabos telhados e texturas que ali estão presentes em grande número.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Alhos Vedros


No passado dia 5 realizou-se mais um encontro dos Urban Sketchers, desta vez em Alhos Vedros.
Já não foi a primeira vez que desenhei por aquela zona, pelo que já conhecia o seu potencial para ser desenhada. E realmente o resultado foram muitos desenhos no final do dia.
Logo no inicio fui atraído por mais uma porta, rodeada por umas texturas na parede completamente fascinantes.


Um pouco mais à frente encontrei um pequeno jardim onde todos os bancos estavam pintados às cores. Achei tão curioso que tive que o registar no caderno.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Branco colorido


Eu gosto de ver o branco espalhado pelo desenho, mas nem sempre o faço porque me tenho habituado bastante à cor e cada caso é um caso.
Aqui a ideia até seria deixar o muro completamente a preto e branco, apenas com uns toques da aguarela de grafite, mas não resisti a dar-lhe um cheirinho de cor e até acho que deu algo mais ao desenho.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Outra estrada


Mais uma estrada como tantas outras, onde apenas passa um carro ocasionalmente (pelo menos nos momentos em que ali estou parado). Será que algum dia tiveram mais movimento do que agora?

domingo, 6 de julho de 2014

Sempre a mesma


Este é mais um daqueles episódios em que a certa altura um carro é estacionado mesmo à frente do que estava a desenhar. E este até é um cantinho completamente escondido, com quase nenhum movimento, numa pequena aldeia. E não eram 9 da manhã. Felizmente já estava mesmo a terminar e no fundo só dificultou a pintura.

Esta casa tem sido bastante desenhada por mim: já foi o telhado com a chaminé, algumas portas, uma janela e a perspectiva das traseiras. Acho que se pode dizer que sou fã desta casa.

sábado, 5 de julho de 2014

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Espiçandeira


De volta à estrada, desta vez já com o kit de desenho habitual.
Soube bem rever as canetas e tintas que me têm acompanhado durante o que parece desde sempre.
Tinha a sensação que há muito não fazia um desenho inteiro com a caneta pincel de tinta, por isso escolhi-a para este cenário. Agora olhando para o desenho acho que podia ter aproveitado mais a sua versatilidade para criar contrastes.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

A esferográfica e a paisagem




Estava curioso para ver qual o resultado da paisagem desenhada com a esferográfica. Foram apontamentos rápidos e simples, só para exercitar a mão.
O céu estava bastante carregado com muitas tonalidades, praticamente impossível de representar com traços simples. Teria sido um bom exercício desenhá-lo pacientemente nuvem a nuvem, com pressão variada na esferográfica para obter as tonalidades, mas aquele não era o dia certo para isso. Fica para outra altura em que me esqueça do kit de desenho e que tenha que recorrer ao que estiver mais à mão.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Material de trabalho




Já que estava com um caderno e caneta diferentes do habitual, porque não desenhar também algo diferente, pelo que aproveitei um carrinho de mão enferrujado e uma tesoura de podar que estavam por ali no quintal como modelos.
Voltei a usar as aguarelas tipo loja dos 300 que, para este género de registo, foram mais do que suficientes para o resultado que pretendia.

sábado, 28 de junho de 2014

O esquecimento


E chegou a altura de passar mais um fim-de-semana em São Manços, e houve direito a uma estreia: pela primeira vez desde que comecei a desenhar na rua esqueci-me das canetas e cadernos em Lisboa. Houve uma troca de carros para iniciar a viagem e o kit ficou para trás. Quando me apercebi já era demasiado tarde para voltar.
E assim lá fui o resto da viagem a remoer o esquecimento e a pensar naquilo que já tinha imaginado desenhar.
Mal cheguei a Évora fui logo ao supermercado ver o que se arranjava. O melhor que consegui foi um caderno com umas folhas de 70gr (menos de metade do que costumo usar) e uma esferográfica. Não era o ideal, mas para matar o bichinho já chegava.
Só para dar um cheirinho de cor ainda usei suavemente as aguarelas do meu afilhado, sem exagerar porque nem o papel nem as aguarelas aguentavam muito mais.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Sardoal - os últimos



Ainda na mesma rua dos 2 últimos posts voltei a usar o mini-caderno para registar a linha do telhado que estava à minha frente, com uma chaminé em alumínio completamente fora do contexto em relação ao visual tradicional daquela zona.

Já no final do dia e a queimar os últimos cartuchos ainda registei rapidamente mais umas telhas e chaminés, como se não me quisesse separar delas e pudesse ficar a desenhá-las por muito mais tempo.


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ainda Sardoal


Ainda no Sardoal, durante a tarde praticamente não saí da mesma rua porque por ali passava uma ligeira brisa que ajudava a suportar o calor, para além da sua orientação permitir desenhar vários ângulos sempre à sombra. E, tal como muitas outras no Sardoal, a rua era rica em ângulos.
Ainda no boicote às aguarelas por causa do calor optei por deixar o desenho de cima a preto e branco, embora aquelas 2 portas estivessem a implorar para serem pintadas.

Logo de seguida usei o mini-caderno e aí sim, para "desenjoar" usei as aguarelas, já que a superfície a pintar era tão pequena que não fazia diferença se a tinta secava muito depressa ou não.