segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Pontão


Ainda pela zona do Poço do Bispo, na sequência da demolição do edifício que referi no post anterior, o pontão que ali existe ficou bem mais visível. Já teve com certeza os seus tempos de uso intensivo, mas actualmente apenas os pescadores o aproveitam para conseguirem lançar o anzol um pouco mais longe da margem.

sábado, 4 de outubro de 2014

Restos


Mais um passeio à zona do Poço do Bispo, desta vez para ver alterações significativas. Desapareceu um edifício que ali estava e os muros limítrofes do terreno (por acaso desenhei-os no ano passado) e agora toda aquela zona ficou nivelada.
O ponto positivo é que a zona ficou mais ampla e o rio passou a ser visível da estrada.
O ponto negativo é precisamente não haver nada a separar o pontão da estrada, e assim o ruído dos automóveis passou a ser bastante audível onde antes era um local sossegado.

Acabei a desenhar uma peça metálica que está saliente no rio, mas que não percebo a que estrutura é que pertenceu em tempos.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Amanhecer


Naquela manhã os restos da chuva que tinha caído ainda formava uma jogo de reflexos um pouco por toda a parte, iluminados pelo sol que já por ali aparecia acima da ligeira neblina.
Simplesmente adoro o amanhecer no campo.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ai os erros


Mais uma oportunidade agarrada de fazer um desenho à beira da estrada.
Quando estava a escrever este post olhei para o desenho e percebi que nos montes ao fundo (do lado direito), quando apliquei a aguarela, confundi o fio do poste mais pequeno com a linha de um monte. É um segredo que fica entre nós.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Troca de avenidas


Um momento de espera dentro do carro foi a desculpa para dar uso às canetas e cadernos.
Nem foi preciso pensar muito no que iria desenhar, simplesmente desenhei o que tinha à frente.
No entanto o nome da avenida está errado, não é a João Crisóstomo mas sim a Miguel Bombarda. Eu tinha que ir buscar alguém à Av. João Crisóstomo e completamente distraído parei nesta avenida muito convencido de que estava no local certo, mas na verdade deveria ter parado na paralela.
Como teria sido o desenho se tivesse parado na avenida certa?

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Portas em Lisboa


Depois das férias, de volta a Lisboa, foi dar uma volta na Mouraria e acabei a desenhar mais umas portas.
Custou-me um pouco a acabar o 1º desenho porque não estava protegido contra o sol e este insistia em brilhar com intensidade, de tal forma que a certa altura já tinha gotas de suor a descer pela testa.

Para o segundo desenho, aprendendo com os erros, encostei-me à sombra de uma parede, mas a certa altura apercebi-me que estavam por ali alguns pombos a descansar no beirado do telhado acima de mim, e que de vez em quando descarregavam algo que não me apetecia que caísse em cima. Lá fui olhando ocasionalmente para cima, para ver onde andavam os pombos, e corrigindo o meu posicionamento de forma garantir que em nenhum momento estava directamente debaixo de um deles.


segunda-feira, 29 de setembro de 2014

São Cosmado - Calhaus do Cunho


Para concluir a colheita de desenhos deste verão em São Cosmado dei um pulinho até aos Calhaus do Cunho, um dos meus locais favoritos.
Ainda me lembro desta casa entre os calhaus ter um telhado completo, mas a partir de certa altura abriu-se um buraco e as telhas foram caindo ao longo dos anos.
Apesar da vista ali de cima ser bastante alargada, desta vez fiquei-me por um enquadramento mais contido do local (para espicaçar a vontade de lá voltar brevemente para mais uns registos).

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

São Cosmado - a sanita engraçada


A Tia Guilhermina morava numa rua sem saída. A recordação mais forte que tenho da casa dela era de uma espécie de sanita que existia na varanda do piso de cima, que não era mais do que um buraco redondo (com tampa) numa bancada de madeira que ficava na varanda, que não tinha fundo mas que ficava directamente por cima de uma monte de palha que existia ao nível da cave.
A casa já foi vendida há alguns anos, mas desta vez lembrei-me de entrar pela rua e ir espreitá-la.
Esta não era a porta da casa da Tia Guilhermina, mas achei que merecia um desenho.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

São Cosmado - pelo caminho


O cão ladrava, o burro zurrava, as moscas não largavam e o sol começava a aquecer, mas nada me ia demover de fazer este desenho.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

São Cosmado - na curva


Este era mais um dos desejos antigos. Sempre achei que deveria desenhar esta casa, mas nunca o tinha feito. Mas desta vez não me escapou.
A sua mistura entre pedra, madeira e metal é muito atractiva e bastante singular, para além de fazer uma ligeira curvatura para acompanhar a curva onde foi construída.
Simplesmente não me canso de toda esta beleza.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

São Cosmado


No ano passado já tinha desenhado por aqui, mais especificamente a casa de pedra que se vislumbra no fundo do caminho. E podia desenhar muito mais... é assim o desenho e é assim São Cosmado. Será que algum dia vou conseguir ter desenhado tudo por lá?

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

São Cosmado - da varanda


Normalmente quando acordo de manhã em São Cosmado é quase um ritual dar um saltinho à varanda, para cheirar o ar e ver se tenho alguma surpresa à espera.
Tantas vezes fico maravilhado com as nuvens que por ali passam e dão um efeito maravilhoso à paisagem.
Às vezes também andam por ali bancos de nevoeiro entre os montes que tornam a paisagem quase fantasmagórica e que me chamam para ir percorrer os caminhos de imediato.
Mas mesmo que não hajam surpresas, é muito bom simplesmente a cada manhã sentir aquela vista e ouvir a passarada a começar o dia.

domingo, 21 de setembro de 2014

São Cosmado - a lenha


Num fim de rua encontrei este depósito de lenha. Nunca tinha desenho nada do género e achei que era um elemento característico que merecia ser passado para o papel.
O dia já estava a terminar e o vento estava a levantar-se, mas ainda houve tempo para sentar-me no banquinho para mais um bom momento.

sábado, 20 de setembro de 2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

São Cosmado - a casa quase azul


Num recanto de São Cosmado encontramos esta casa curiosa, pintada de azul à volta da porta e cheia de plantas na entrada.
Não tinha duvidas que este verão a ia desenhar.
As calças penduradas tiram algum protagonismo ao azul da porta. Podia ter omitido as calças (o desenho dá-nos esse poder), mas ao mesmo tempo achei que dariam alguma vida ao desenho.



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

São Cosmado - o Senhor das Prisões



O Senhor das Prisões dá nome a uma rua de São Cosmado, onde se encontra um cruzeiro também com o seu nome.
Quem terá sido o Senhor das Prisões?

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

São Cosmado - o lavadouro


Em São Cosmado há mais do que um lavadouro (assim de repente lembro-me de 3), mas diria que este é o principal, pelo seu tamanho e pela sua localização.
A quantidade de peças de roupa que já não deve ter passado por aqui?! Hoje em dia já deve servir de pouco perante a concorrência das máquinas de lavar eléctricas, mas continua a ser uma belo exemplo de nostalgia.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

São Cosmado - a rua (principal?)


Talvez esta possa ser apelidada de uma das ruas principais de São Cosmado.
Em tempos era aqui que o correio era distribuído. Eu já conheci o posto noutro local, mas segundo conta a família a população reunia-se aqui em frente ao correio enquanto o carteiro ia distribuindo as cartas gritando o nome das pessoas a quem se dirigiam.
Também foi nesta rua , na casa mais ao fundo, onde durante muito tempo existiu a farmácia.
A rua dá também acesso ao cemitério um pouco mais longe.
Sim, é definitivamente uma das principais de São Cosmado.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

São Cosmado - porta da loja

Há uns posts atrás mencionei as lojas que muitas das casas de São Cosmado têm na sua base. Esta é a porta de uma delas que, para além da maravilha de diversidade cromática que apresenta, o enquadramento em pedra é muito bonito. 
Achei-a também invulgar devido às suas dimensões. No desenho não se percebe, mas a altura dela é relativamente baixa, mais baixa que o normal, e é também mais larga. É um belo exemplo de uma porta altamente desenhável.

domingo, 14 de setembro de 2014

São Cosmado - coelhos


Um caminho como muitos em São Cosmado, rodeado de vegetação. Enquanto desenhava vi um coelho a atravessá-lo rapidamente de um lado ao outro. Não é a primeira vez que me acontece algo do género no campo: em São Cosmado já vi uma raposa, no Ribatejo passou um furão a cerca de 2m de mim e em São Manços, Évora, um falcão fez um voo picado à minha frente para caçar qualquer coisa no chão (passou tão perto que ouvi o som da deslocação do ar, tal era a velocidade que trazia).
Mas em São Cosmado nunca tinha visto coelhos e neste verão, para além deste episódio, ainda tive outro avistamento num outro local. Talvez seja um sinal de que a população de coelhos está a crescer por ali.