sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Coluna
Parece impossível ter estado no museu Bordalo Pinheiro e aquilo que desenhei foi uma coluna de som, mas era o que estava mais à mão enquanto aguardava sentado pelo inicio da tertúlia.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
domingo, 16 de novembro de 2014
A branco II
Para a 2ª tentativa no caderno preto dirigi-me ao Porto de Lisboa. Já tinha feito um desenho mais ou menos neste local e estava de certa forma curioso para ver como o resolveria neste caderno.
A caneta Posca não permite muito pormenor nem eu estava muito para aí virado, por isso não pensei muito no resultado e apenas me quis divertir um pouco naqueles momentos.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
A branco
E depois da experiência com os lápis de cor aguareláveis surgiu uma nova experiência nos cadernos. Há já algum tempo que tinha comprado uma caneta com tinta branca na ideia para tentar incluir alguns reflexos nos desenhos com aguarela. Não resultou muito bem porque a tinta da caneta não tem muita opacidade e acabava por não provocar o efeito desejado. E assim a caneta ficou guardada na gaveta do material de pintura durante algum tempo.
Na semana passada vi à venda um caderno moleskine com folhas pretas e achei que seria a base ideal para dar uso à caneta.
Na semana passada vi à venda um caderno moleskine com folhas pretas e achei que seria a base ideal para dar uso à caneta.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Reservatório
Posso dizer que tenho uma espécie de fascínio por reservatórios de água. Não costumo desenhá-los porque na cidade não se vêm assim tantos mas este é já um velho conhecido, porque fica nas instalações da Manutenção Militar onde frequentei a escola primária. Como estava de passagem por ali aproveitei para lhe ir dizer olá.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Outra vez os lápis
Depois de uma 1ª experiência com lápis de cor aguareláveis há umas semanas atrás achei que seria altura de tentar novamente, desta vez de uma forma um pouco mais elaborada e ao mesmo tempo solta. Apenas o céu foi pintado com aguarela tradicional.
Definitivamente os lápis merecem um pouco mais de uso. Vamos ver o que reservam as semanas seguintes.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
O farol de Belém
Há muito que não não se escapam raios de luz do farol em Belém, mas continua a ser uma estrutura da qual gosto bastante. Muitas vezes passo por ali de bicicleta e vou olhando para ele insistentemente na passagem de ida e na de volta.
Desta vez passei de carro por aquela zona e como tinha comigo o meu fiel kit de desenho fiz uma breve paragem para o desenhar.
A mancha de aguarela já estava no caderno antes de fazer o desenho. Tinha-a feito em casa sem saber o que iria desenhar a seguir, mas achei curioso o acaso de desenhar o farol que acabou por ficar paralelo a uma mancha vertical que tinha feito na aguarela para quebrar as manchas horizontais.
sábado, 8 de novembro de 2014
Pelos caminhos da Casa Velha
Este é daqueles desenhos que percorreu o seu caminho de forma inesperada, à medida que o tempo avançava. Começou por ficar destinado a um preto e branco, depois surgiu o arvoredo no fundo a cinzento, entretanto achou por bem colorir-se na zona do caminho, de seguida na guarda em madeira e por fim uma pinga no sobreiro para ser mais fácil de o identificar.
A cada passo do desenho achava que ia ficar por ali mas foi sempre surgindo no imediato o passo seguinte, que fui dando alegremente na folha de papel à minha frente.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
A preto e branco na Casa Velha
Estes 2 desenhos foram feitos no mini-caderno, de uma forma apressada, só para satisfazer a vontade de desenhar naquele momento, quando se sabe que não há tempo para muito mas que é sempre possível fazer qualquer coisa.
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Amanhecer
Ainda antes do pequeno- almoço o sol da manhã brilhava intensamente nas fachadas e muros onde conseguia chegar, e como tal as sombras pareciam ter uma profundidade maior do que o habitual. Cativou-me aquela fachada escurecida, enclausurada entre o muro e a fachada lateral bem iluminados.
Enquanto desenhava o sol começou gradualmente a aquecer-me as costas, à medida que ia afastando o fresco que ainda sobrava na noite.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
A caminho da Casa Velha
No dia anterior tinha passado neste caminho de entrada na Casa Velha e visualizei um desenho no meu caderno.
No dia seguinte voltei ao mesmo local logo de manhã, pousei o banquinho para me sentar, abri o caderno e quando comecei a desenhar já não estava com disposição para o fazer da forma que tinha visualizado no dia anterior. Acabei por desenhar o mesmo cenário mas de uma forma completamente diferente da minha ideia inicial do dia anterior.
Realmente o desenho depende de muitos factores, mas principalmente do estado de espírito de quem o faz naquela altura especifica. O que aumenta o factor surpresa para ver como vai resultar o próximo desenho.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Porta na Casa Velha
Como habitualmente a mudança da hora passou por mim como se de nada se tratasse, por isso neste dia eram 7 e pouco da manhã e já estava na rua a desenhar.
Tinha visto esta porta que julgo dar acesso a uma arrecadação debaixo de um vão de escadas e não me quis vir embora sem a desenhar.
Enquanto desenhava estiveram quase sempre ao pé de mim 2 cachorritos e 1 cão adulto bem simpáticos às reboletas e e encostarem-se. Como não estava a usar o pincel de água, tinha pousado no caderno um boião de água que tinha que estar sempre a segurar, não fossem os cães entorná-lo sobre o desenho.
Mesmo no final, quando já tinha quase tudo arrumado, um dos cachorritos decidiu levantar a pata e pôr a sua marca no caderno (as manchas à direita, em cima). Assim fica mais acesa a recordação da companhia que tive a desenhar.
domingo, 2 de novembro de 2014
Os cães da aldeia
Acabei por fugir das ruas (ou rua) principais da aldeia onde efectivamente os automóveis raramente passavam, mas o silêncio continuava a ser quebrado pelo ladrar dos cães que eram muitos, mesmo muitos... era quase um concerto sem fim.
O desenho de cima fi-lo sentado no meio da estrada, enquanto que nas minhas costas estava um cãozito que se tinha retirado do concerto para me ladrar especificamente a mim. Era daqueles que ladrava e ladrava, mas quando eu olhava para trás desatava a correr no sentido oposto... mas passado meio minuto lá estava ele a ladrar outra vez... haja paciência.
A única vez que tive que me levantar foi para passar um carrinho do tipo "papa-reformas" com 2 senhores de idade lá dentro, que também pôs o cão em fuga num cenário caricato, no qual o cão foi a fugir sempre à frente do carrinho pela estrada fora sem se desviar.
Depois afastei-me um pouco da aldeia e já quase dentro de um pinhal sentei-me um pouco para captar o casario.
sábado, 1 de novembro de 2014
Vale Travesso
Este ano tive a oportunidade de desenhar por Vale Travesso, a aldeia onde fica a Casa Velha e que ainda só tinha desenhado ao longe.
O 1ª dupla página não é muito habitual nos meus cadernos, com uma série pequenos desenhos a encavalitarem-se no espaço disponível. É realmente bom de vez em quando fazer coisas diferentes... é como se o nosso mundo de repente se alargasse.
Depois sentei-me na berma da estrada para uma abordagem mais tradicional em perspectiva, mas fartei-me rapidamente de ouvir e sentir os carros a passarem na estrada, pelo que assim que acabei o traço a caneta nem quis ouvir falar na cor e fui procurar paragens mais calmas.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Sem canetas
E agora algo completamente diferente. Um dos exercícios propostos na Casa Velha foi sair à rua apenas com o caderno, sem qualquer material de escrita ou pintura (as frases nos desenhos foram acrescentadas posteriormente).
Foi então preciso usar a imaginação para conseguir desenhar. Tudo serviu para experiência: paus, pedras, folhas, caules, bagas, terra... Imaginei perfeitamente pelo que devem ter passado os primeiros criadores de pigmentos, a experimentarem tudo os que lhe aparecia à frente.
Algumas conclusões que retive:
- os trevos são óptimos para pintar.
- a cor azul não é fácil de encontrar;
- a terra só mancha de for arrastada (só pressionada contra a folha não resulta)
Foi de certa forma libertador passar por esta experiência. Mais cedo ou mais tarde acabamos por nos habituar ao material que usamos habitualmente, mas o manancial e potencial fora desse hábito é enorme. Só é preciso procurá-lo.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Portão na Casa Velha
Este é o portão que separa a área da casa da área (chamemos-lhe) natural. Ao passá-lo deixamos as janelas, os telhados, as cadeiras, as galinhas e entramos no mundo da natureza com as suas árvores, bagas, cogumelos, aves, cheiros e tantas outras coisas. É realmente um portão para outro mundo.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
De novo na Casa Velha
Este ano repeti a experiência de fazer um retiro de desenho na Casa Velha perto de Ourém, depois de já o ter feito no ano passado.
Por alguma razão achei piada iniciar os desenhos deste ano exactamente da mesma forma que no ano anterior, e passar para o caderno a aldeia vista do alpendre da casa logo de manhãzinha.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Beato
Desde que desenho tornei-me mais tolerante às esperas. A companhia para o almoço atrasou-se mas eu não me importei nada... foi mais uma página do caderno que foi usada.
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
A correr
O resultado de um final de tarde no parque Eduardo VII, meio a despachar, só porque me apetecia mesmo fazer um desenho.
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