sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mais lápis


Mais uma espera para um almoço que resultou em desenho. Voltei a usar os lápis de cor aguareláveis para ver se os entendo um pouco melhor, mas acabei por quase não usar água, por isso ficou quase exclusivamente com um acabamento de lápis de cor com muito pouco de aguarela.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Novo olhar


Estava habituado a percorrer a estrada que se vê à esquerda sempre a descer. Desta vez percorri-a no sentido contrário, o que proporcionou uma nova visão do local e mais um desenho no caderno.
Às vezes gostava de ter olhos também na nuca, para poder olhar para todo o lado ao mesmo tempo e não correr o risco de passar de costas por uma vista altamente desenhável.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Inverno


As cores invernais reflectiam tudo o que era paisagem a partir da berma daquela estrada e couberam perfeitamente no meu mini-caderno.
Este momento do desenho fizeram-me lembrar o Monte dos Vendavais por todo o ambiente que me rodeava. É isto desenhar no local... há sempre sensações a chegar.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

A branco na estrada


Mais cedo ou mais tarde ia acontecer... a experiência no caderno com folhas pretas não ficaria completa se não fizesse pelo menos um desenho à beira da estrada.
Para além da caneta de tinta branca usei também um lápis branco, com o qual se consegue uma cor mais acinzentada que permite trazer alguma forma ao desenho.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Torre do Mercado da Ribeira


Junto ao rio, do lado de lá da linha térrea, é visível a torre da cúpula do Mercado da Ribeira, disfarçada pelos cabos da linha e pelos edifícios de Lisboa como pano de fundo, e neste dia também pela chuva intensa que caía. Muito a despachar e ao abrigo das gotas passei-a para o meu caderno.

domingo, 23 de novembro de 2014

Calçada Patriarcal - Edifício Embaixada



Queria desenhar. Estava enfiado no carro a caminho da minha próxima paragem. De repente surge à minha frente um lugar de estacionamento vago numa rua com um belo edifício ao fundo. Olhei pelo retrovisor e não vinha ninguém atrás, por isso estacionei calmamente, peguei no kit de desenho e entretive-me por ali um pouco a fazer uma das coisas que me dá mais prazer.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Coluna


Parece impossível ter estado no museu Bordalo Pinheiro e aquilo que desenhei foi uma coluna de som, mas era o que estava mais à mão enquanto aguardava sentado pelo inicio da tertúlia.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

domingo, 16 de novembro de 2014

A branco II


Para a 2ª tentativa no caderno preto dirigi-me ao Porto de Lisboa. Já tinha feito um desenho mais ou menos neste local e estava de certa forma curioso para ver como o resolveria neste caderno.
A caneta Posca não permite muito pormenor nem eu estava muito para aí virado, por isso não pensei muito no resultado e apenas me quis divertir um pouco naqueles momentos.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A branco

 E depois da experiência com os lápis de cor aguareláveis surgiu uma nova experiência nos cadernos. Há já algum tempo que tinha comprado uma caneta com tinta branca na ideia para tentar incluir alguns reflexos nos desenhos com aguarela. Não resultou muito bem porque a tinta da caneta não tem muita opacidade e acabava por não provocar o efeito desejado. E assim a caneta ficou guardada na gaveta do material de pintura durante algum tempo.
Na semana passada vi à venda um caderno moleskine com folhas pretas e achei que seria a base ideal para dar uso à caneta.



quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Reservatório


Posso dizer que tenho uma espécie de fascínio por reservatórios de água. Não costumo desenhá-los porque na cidade não se vêm assim tantos mas este é já um velho conhecido, porque fica nas instalações da Manutenção Militar onde frequentei a escola primária. Como estava de passagem por ali aproveitei para lhe ir dizer olá.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Outra vez os lápis


Depois de uma 1ª experiência com lápis de cor aguareláveis há umas semanas atrás achei que seria altura de tentar novamente, desta vez de uma forma um pouco mais elaborada e ao mesmo tempo solta. Apenas o céu foi pintado com aguarela tradicional.
Definitivamente os lápis merecem um pouco mais de uso. Vamos ver o que reservam as semanas seguintes.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O farol de Belém


Há muito que não não se escapam raios de luz do farol em Belém, mas continua a ser uma estrutura da qual gosto bastante. Muitas vezes passo por ali de bicicleta e vou olhando para ele insistentemente na passagem de ida e na de volta.
Desta vez passei de carro por aquela zona e como tinha comigo o meu fiel kit de desenho fiz uma breve paragem para o desenhar.
A mancha de aguarela já estava no caderno antes de fazer o desenho. Tinha-a feito em casa sem saber o que iria desenhar a seguir, mas achei curioso o acaso de desenhar o farol que acabou por ficar paralelo a uma mancha vertical que tinha feito na aguarela para quebrar as manchas horizontais.

sábado, 8 de novembro de 2014

Pelos caminhos da Casa Velha


Este é daqueles desenhos que percorreu o seu caminho de forma inesperada, à medida que o tempo avançava. Começou por ficar destinado a um preto e branco, depois surgiu o arvoredo no fundo a cinzento, entretanto achou por bem colorir-se na zona do caminho, de seguida na guarda em madeira e por fim uma pinga no sobreiro para ser mais fácil de o identificar.
A cada passo do desenho achava que ia ficar por ali mas foi sempre surgindo no imediato o passo seguinte, que fui dando alegremente na folha de papel à minha frente.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A preto e branco na Casa Velha


Estes 2 desenhos foram feitos no mini-caderno, de uma forma apressada, só para satisfazer a vontade de desenhar naquele momento, quando se sabe que não há tempo para muito mas que é sempre possível fazer qualquer coisa.


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Amanhecer


Ainda antes do pequeno- almoço o sol da manhã brilhava intensamente nas fachadas e muros onde conseguia chegar, e como tal as sombras pareciam ter uma profundidade maior do que o habitual. Cativou-me aquela fachada escurecida, enclausurada entre o muro e a fachada lateral bem iluminados.
Enquanto desenhava o sol começou gradualmente a aquecer-me as costas, à medida que ia afastando o fresco que ainda sobrava na noite.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

A caminho da Casa Velha


No dia anterior tinha passado neste caminho de entrada na Casa Velha e visualizei um desenho no meu caderno.
No dia seguinte voltei ao mesmo local logo de manhã, pousei o banquinho para me sentar, abri o caderno e quando comecei a desenhar já não estava com disposição para o fazer da forma que tinha visualizado no dia anterior. Acabei por desenhar o mesmo cenário mas de uma forma completamente diferente da minha ideia inicial do dia anterior.
Realmente o desenho depende de muitos factores, mas principalmente do estado de espírito de quem o faz naquela altura especifica. O que aumenta o factor surpresa para ver como vai resultar o próximo desenho.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Porta na Casa Velha


Como habitualmente a mudança da hora passou por mim como se de nada se tratasse, por isso neste dia eram 7 e pouco da manhã e já estava na rua a desenhar.
Tinha visto esta porta que julgo dar acesso a uma arrecadação debaixo de um vão de escadas e não me quis vir embora sem a desenhar.
Enquanto desenhava estiveram quase sempre ao pé de mim 2 cachorritos e 1 cão adulto bem simpáticos às reboletas e e encostarem-se. Como não estava a usar o pincel de água, tinha pousado no caderno um boião de água que tinha que estar sempre a segurar, não fossem os cães entorná-lo sobre o desenho.
Mesmo no final, quando já tinha quase tudo arrumado, um dos cachorritos decidiu levantar a pata e pôr a sua marca no caderno (as manchas à direita, em cima). Assim fica mais acesa a recordação da companhia que tive a desenhar.

domingo, 2 de novembro de 2014

Os cães da aldeia


Acabei por fugir das ruas (ou rua) principais da aldeia onde efectivamente os automóveis raramente passavam, mas o silêncio continuava a ser quebrado pelo ladrar dos cães que eram muitos, mesmo muitos... era quase um concerto sem fim.
O desenho de cima fi-lo sentado no meio da estrada, enquanto que nas minhas costas estava um cãozito que se tinha retirado do concerto para me ladrar especificamente a mim. Era daqueles que ladrava e ladrava, mas quando eu olhava para trás desatava a correr no sentido oposto... mas passado meio minuto lá estava ele a ladrar outra vez... haja paciência.
A única vez que tive que me levantar foi para passar um carrinho do tipo "papa-reformas" com 2 senhores de idade lá dentro, que também pôs o cão em fuga num cenário caricato, no qual o cão foi a fugir sempre à frente do carrinho pela estrada fora sem se desviar.

Depois afastei-me um pouco da aldeia e já quase dentro de um pinhal sentei-me um pouco para captar o casario.