terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Pequena ilha


Gosto de ver pequenas ilhas de vegetação num campo vazio, normalmente junto a algumas pedras. Este desenho foi uma desculpa para um pequeno estudo e uma brincadeira com a aguarela.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

A elevação mais desenhada


Em mais um fim-de-semana passado em São Manços voltei a desenhar esta pequena elevação, desta vez no mini-caderno e num tom mais monocromático.
A erva alta estava toda molhada e escondia algumas poças de água, pelo que quando descobri uma estrutura de madeira que formava uma espécie de palco elevado não hesitei em subi-la e sentar-me por ali a desenhar.
O dia estava mais azul e o campo mais verdejante do que o desenho faz parecer, mas a decisão de uma pintura quase monocromática acabou por lhe dar um aspecto mais invernal.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Poço do Bispo a branco


Este desenho saiu-me caro e valeu-me um pneu novo, já que quando estava a sair com o carro passei por cima de um daqueles restos de pinocos em betão com os ferros de fora (daqueles que não se vêm quando estacionamos) e foi um furo automático.
Continuo a experimentar este caderno de folhas pretas e já juntei definitivamente o lápis à caneta, o que permite criar algum contraste pelas tonalidade ligeiramente diferentes de ambos.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Dualidade


Nem todas as zonas à beira rio em Lisboa têm aquela beleza tradicional de abrir o olho. Nesta área aberta a dualidade é curiosa: se olharmos um pouco para a direita temos o rio mesmo à frente e a margem sul em segundo plano, com a estação fluvial do Cais do Sodré e alguns cacilheiros a cruzarem as águas.
Se desviarmos um pouco o olhar mais para dentro surgem os edifícios em construção com as suas gruas, e outros já existentes que não são propriamente os mais bonitos nem representativos da Lisboa antiga.
Desta vez, para variar o tipo de representação habitual, optei por desenhar o patinho feio.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mais lápis


Mais uma espera para um almoço que resultou em desenho. Voltei a usar os lápis de cor aguareláveis para ver se os entendo um pouco melhor, mas acabei por quase não usar água, por isso ficou quase exclusivamente com um acabamento de lápis de cor com muito pouco de aguarela.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Novo olhar


Estava habituado a percorrer a estrada que se vê à esquerda sempre a descer. Desta vez percorri-a no sentido contrário, o que proporcionou uma nova visão do local e mais um desenho no caderno.
Às vezes gostava de ter olhos também na nuca, para poder olhar para todo o lado ao mesmo tempo e não correr o risco de passar de costas por uma vista altamente desenhável.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Inverno


As cores invernais reflectiam tudo o que era paisagem a partir da berma daquela estrada e couberam perfeitamente no meu mini-caderno.
Este momento do desenho fizeram-me lembrar o Monte dos Vendavais por todo o ambiente que me rodeava. É isto desenhar no local... há sempre sensações a chegar.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

A branco na estrada


Mais cedo ou mais tarde ia acontecer... a experiência no caderno com folhas pretas não ficaria completa se não fizesse pelo menos um desenho à beira da estrada.
Para além da caneta de tinta branca usei também um lápis branco, com o qual se consegue uma cor mais acinzentada que permite trazer alguma forma ao desenho.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Torre do Mercado da Ribeira


Junto ao rio, do lado de lá da linha térrea, é visível a torre da cúpula do Mercado da Ribeira, disfarçada pelos cabos da linha e pelos edifícios de Lisboa como pano de fundo, e neste dia também pela chuva intensa que caía. Muito a despachar e ao abrigo das gotas passei-a para o meu caderno.

domingo, 23 de novembro de 2014

Calçada Patriarcal - Edifício Embaixada



Queria desenhar. Estava enfiado no carro a caminho da minha próxima paragem. De repente surge à minha frente um lugar de estacionamento vago numa rua com um belo edifício ao fundo. Olhei pelo retrovisor e não vinha ninguém atrás, por isso estacionei calmamente, peguei no kit de desenho e entretive-me por ali um pouco a fazer uma das coisas que me dá mais prazer.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Coluna


Parece impossível ter estado no museu Bordalo Pinheiro e aquilo que desenhei foi uma coluna de som, mas era o que estava mais à mão enquanto aguardava sentado pelo inicio da tertúlia.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

domingo, 16 de novembro de 2014

A branco II


Para a 2ª tentativa no caderno preto dirigi-me ao Porto de Lisboa. Já tinha feito um desenho mais ou menos neste local e estava de certa forma curioso para ver como o resolveria neste caderno.
A caneta Posca não permite muito pormenor nem eu estava muito para aí virado, por isso não pensei muito no resultado e apenas me quis divertir um pouco naqueles momentos.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A branco

 E depois da experiência com os lápis de cor aguareláveis surgiu uma nova experiência nos cadernos. Há já algum tempo que tinha comprado uma caneta com tinta branca na ideia para tentar incluir alguns reflexos nos desenhos com aguarela. Não resultou muito bem porque a tinta da caneta não tem muita opacidade e acabava por não provocar o efeito desejado. E assim a caneta ficou guardada na gaveta do material de pintura durante algum tempo.
Na semana passada vi à venda um caderno moleskine com folhas pretas e achei que seria a base ideal para dar uso à caneta.



quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Reservatório


Posso dizer que tenho uma espécie de fascínio por reservatórios de água. Não costumo desenhá-los porque na cidade não se vêm assim tantos mas este é já um velho conhecido, porque fica nas instalações da Manutenção Militar onde frequentei a escola primária. Como estava de passagem por ali aproveitei para lhe ir dizer olá.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Outra vez os lápis


Depois de uma 1ª experiência com lápis de cor aguareláveis há umas semanas atrás achei que seria altura de tentar novamente, desta vez de uma forma um pouco mais elaborada e ao mesmo tempo solta. Apenas o céu foi pintado com aguarela tradicional.
Definitivamente os lápis merecem um pouco mais de uso. Vamos ver o que reservam as semanas seguintes.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O farol de Belém


Há muito que não não se escapam raios de luz do farol em Belém, mas continua a ser uma estrutura da qual gosto bastante. Muitas vezes passo por ali de bicicleta e vou olhando para ele insistentemente na passagem de ida e na de volta.
Desta vez passei de carro por aquela zona e como tinha comigo o meu fiel kit de desenho fiz uma breve paragem para o desenhar.
A mancha de aguarela já estava no caderno antes de fazer o desenho. Tinha-a feito em casa sem saber o que iria desenhar a seguir, mas achei curioso o acaso de desenhar o farol que acabou por ficar paralelo a uma mancha vertical que tinha feito na aguarela para quebrar as manchas horizontais.

sábado, 8 de novembro de 2014

Pelos caminhos da Casa Velha


Este é daqueles desenhos que percorreu o seu caminho de forma inesperada, à medida que o tempo avançava. Começou por ficar destinado a um preto e branco, depois surgiu o arvoredo no fundo a cinzento, entretanto achou por bem colorir-se na zona do caminho, de seguida na guarda em madeira e por fim uma pinga no sobreiro para ser mais fácil de o identificar.
A cada passo do desenho achava que ia ficar por ali mas foi sempre surgindo no imediato o passo seguinte, que fui dando alegremente na folha de papel à minha frente.