quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Reguengos - Pátio do Ramalho
O Pátio do Ramalho foi uma descoberta de última hora já ao final do dia, com o frio a gelar as mãos, mas aquela parede curva bastante texturada era um apelo demasiado forte para resistir.
Em contrapartida a casa em frente à tinha umas cores muito pouco alentejanas que não me agradavam nada, por isso optei por deixá-la a branco porque não me apetecia mesmo pintá-la.
domingo, 21 de dezembro de 2014
Mais Reguengos
Mais um cantinho de Reguengos. Só podia ter achado piada a esta casa rodeada de ruas, com uma espécie de jardim enfiado nas traseiras.
Ao longe ouvia-se o miar constante de uma gata que percorria as ruas insistentemente à procura de um companheiro e que já tinha passado por mim umas esquinas atrás.
Numa rua mais à direita vinham espreitar de vez em quando umas pessoas e pude ouvi-las a trocar impressões sobre o que estaríamos ali a fazer.
sábado, 20 de dezembro de 2014
Nas ruas de Reguengos
De volta a Reguengos de Monsaraz para vasculhar as ruas em busca de algo para desenhar. O difícil foi escolher, porque a cada virar de esquina se encontra uma perspectiva ou outro motivo qualquer para o fazer. Portanto acabei por não percorrer assim tanto as ruas, mas fiquei a conhecer bem melhor algumas das esquinas.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Carrapatelo - porta
Ainda no Carrapatelo parei em frente a uma porta simpática que estava rodeada de texturas e de cores desbotadas. Portou-se muito bem e não se mexeu uma única vez enquanto a desenhei.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Carrapatelo
No Carraptelo existe uma igreja de arquitectura curiosa, que não se importou nada que a desenhasse naquela manhã soalheira.
A aldeia é pequenina e quase não se via actividade, com excepção de uma ou outra porta que se abria para que alguém espreitasse ou fosse trocar uns dedos de conversa com o vizinho.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Zona dos afloramentos graniticos
Naquela manhã na zona dos afloramentos graníticos perto de S. Pedro do Corval, apesar do sol brilhar sem limitações, o vento que por ali andava não ajudava nada ao desenho e principalmente a manter as mãos quentes, por isso foi com os dedos completamente gelados que passei estes desenhos para o caderno.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Rocha dos namorados
A Rocha dos Namorados, localizada em São Pedro do Corval perto de Reguengos de Monsaraz, é um um afloramento granítico com gravuras megalíticas muito curioso e diferente dos habituais menires ou antas.
Diz a lenda que tem poderes de previsão quanto ao número de anos que as raparigas terão que esperar para casar, que seriam medidos pela quantidade de tentativas até conseguirem atirar uma pedra para o topo do monumento.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
domingo, 14 de dezembro de 2014
Junto à estrada
Mesmo antes de chegar a Reguengos de Monsaraz surgem estas estruturas. Assim que as vi junto à estrada a reacção de querer desenhar foi instantânea. Quase que me fazem lembrar uma estrutura alienígena ali plantada no meio do Alentejo.
Não fui tentar saber a quem pertenciam, mas tenho uma vaga ideia de ver uma placa dos serviços municipalizados de água.
sábado, 13 de dezembro de 2014
Estação ferroviária do Montoito
No Montoito, perto de Reguengos de Monsaraz, existe uma estação de comboios abandonada cujos vários edifícios estão abertos e em completo estado de degradação e os carris estão quase cobertos pela vegetação. Apesar disso o ambiente ferroviário está bem presente, o que aliado à linda manhã ensolarada proporcionou um belo momento de desenho.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Variação
A vontade de fazer algo diferente do habitual está sempre presente e por vezes deixo-a à solta. Acredito que mais cedo ou mais tarde tinha de surgir algum cansaço de olhar para os desenhos e vê-los sempre elaborados da mesma forma.
Aqui foi difícil, mas consegui resistir a aplicar alguma cor no céu e deixá-lo tal e qual como está, para poder ver algo diferente no meu caderno.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Por acabar
Naquele final de tarde a construção inacabada parecia manchar a paisagem, no entanto havia algo de melancólico naquela imagem que me deu vontade de passá-la para o desenho. É como uma espécie de recordação do que poderia ou ainda poderá vir a ser.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Pequena ilha
Gosto de ver pequenas ilhas de vegetação num campo vazio, normalmente junto a algumas pedras. Este desenho foi uma desculpa para um pequeno estudo e uma brincadeira com a aguarela.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
A elevação mais desenhada
Em mais um fim-de-semana passado em São Manços voltei a desenhar esta pequena elevação, desta vez no mini-caderno e num tom mais monocromático.
A erva alta estava toda molhada e escondia algumas poças de água, pelo que quando descobri uma estrutura de madeira que formava uma espécie de palco elevado não hesitei em subi-la e sentar-me por ali a desenhar.
O dia estava mais azul e o campo mais verdejante do que o desenho faz parecer, mas a decisão de uma pintura quase monocromática acabou por lhe dar um aspecto mais invernal.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Poço do Bispo a branco
Este desenho saiu-me caro e valeu-me um pneu novo, já que quando estava a sair com o carro passei por cima de um daqueles restos de pinocos em betão com os ferros de fora (daqueles que não se vêm quando estacionamos) e foi um furo automático.
Continuo a experimentar este caderno de folhas pretas e já juntei definitivamente o lápis à caneta, o que permite criar algum contraste pelas tonalidade ligeiramente diferentes de ambos.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Dualidade
Nem todas as zonas à beira rio em Lisboa têm aquela beleza tradicional de abrir o olho. Nesta área aberta a dualidade é curiosa: se olharmos um pouco para a direita temos o rio mesmo à frente e a margem sul em segundo plano, com a estação fluvial do Cais do Sodré e alguns cacilheiros a cruzarem as águas.
Se desviarmos um pouco o olhar mais para dentro surgem os edifícios em construção com as suas gruas, e outros já existentes que não são propriamente os mais bonitos nem representativos da Lisboa antiga.
Desta vez, para variar o tipo de representação habitual, optei por desenhar o patinho feio.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Mais lápis
Mais uma espera para um almoço que resultou em desenho. Voltei a usar os lápis de cor aguareláveis para ver se os entendo um pouco melhor, mas acabei por quase não usar água, por isso ficou quase exclusivamente com um acabamento de lápis de cor com muito pouco de aguarela.
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