quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Olha o rebocador


Há umas semanas atrás desenhei um rebocador atracado na Rocha Conde d'Óbidos quase sem cenário de fundo.
Entretanto voltei ao mesmo local e propus-me a desenhar novamente o rebocador, mas desta vez usei o mini-caderno e ampliei o cenário em redor. Estes 2 desenhos formam uma lógica quase ao contrário: quanto mais pequeno o caderno mais detalhe ponho lá dentro.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Outra porta em Lisboa


De volta a Lisboa acabei por desenhar mais uma porta. Esta estava mesmo à frente do local onde tinha estacionado o carro, pelo que foi um alvo fácil para as minhas canetas e tintas.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Último em Reguengos


E este foi o último desenho em Reguengos de Monsaraz (pelo menos desta visita), numa rua qualquer, virado para o lado do sol. A certa altura ainda me assustei porque chegou um carro e estacionou mesmo em frente à casa azul (não havia mais nenhum carro estacionado na rua toda), mas foi por pouco tempo, apenas o necessário para levar uns sacos para a casa castanha e entretanto saiu novamente, deixando-me à vontade para concluir o desenho.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Road-movie


No regresso a Reguengos a estrada convidou-me a desenhá-la, com os seus postes e cabos em paralelo a desaparecer de vista que me atiram para uma espécie de road-movie que não me importava de viver.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O pontão e o barbecue


Ainda na mesma zona existe um pequeno pontão que me pareceu principalmente usado por pescadores, para poderem lançar as suas linhas um pouco mais longe. Enquanto estive por ali escapava um cheirinho a grelhados de carne que estava a ser preparado no barbecue junto ao pontão. O cheiro era um pouco intrusivo naquele ambiente, mas estava a abrir-me o apetite de uma forma muito eficaz.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Efeitos Alqueva


Perto de Campinho os efeitos da barragem do Alqueva criaram uma zonas bem agradáveis para quem aprecia momentos junto à água. Neste caso até foi criado um pequeno parque de merendas para quem quiser desfrutar uma refeição em simultâneo com a paisagem.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Reguengos - Pátio do Ramalho


O Pátio do Ramalho foi uma descoberta de última hora já ao final do dia, com o frio a gelar as mãos, mas aquela parede curva bastante texturada era um apelo demasiado forte para resistir.
Em contrapartida a casa em frente à tinha umas cores muito pouco alentejanas que não me agradavam nada, por isso optei por deixá-la a branco porque não me apetecia mesmo pintá-la.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Mais Reguengos


Mais um cantinho de Reguengos. Só podia ter achado piada a esta casa rodeada de ruas, com uma espécie de jardim enfiado nas traseiras.
Ao longe ouvia-se o miar constante de uma gata que percorria as ruas insistentemente à procura de um companheiro e que já tinha passado por mim umas esquinas atrás.
Numa rua mais à direita vinham espreitar de vez em quando umas pessoas e pude ouvi-las a trocar impressões sobre o que estaríamos ali a fazer.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Nas ruas de Reguengos


De volta a Reguengos de Monsaraz para vasculhar as ruas em busca de algo para desenhar. O difícil foi escolher, porque a cada virar de esquina se encontra uma perspectiva ou outro motivo qualquer para o fazer. Portanto acabei por não percorrer assim tanto as ruas, mas fiquei a conhecer bem melhor algumas das esquinas.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Carrapatelo - porta


Ainda no Carrapatelo parei em frente a uma porta simpática que estava rodeada de texturas e de cores desbotadas. Portou-se muito bem e não se mexeu uma única vez enquanto a desenhei.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Carrapatelo


No Carraptelo existe uma igreja de arquitectura curiosa, que não se importou nada que a desenhasse naquela manhã soalheira.
A aldeia é pequenina e quase não se via actividade, com excepção de uma ou outra porta que se abria para que alguém espreitasse ou fosse trocar uns dedos de conversa com o vizinho.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Zona dos afloramentos graniticos


Naquela manhã na zona dos afloramentos graníticos perto de S. Pedro do Corval, apesar do sol brilhar sem limitações, o vento que por ali andava não ajudava nada ao desenho e principalmente a manter as mãos quentes, por isso foi com os dedos completamente gelados que passei estes desenhos para o caderno.


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Rocha dos namorados


A Rocha dos Namorados, localizada em São Pedro do Corval perto de Reguengos de Monsaraz, é um um afloramento granítico com gravuras megalíticas muito curioso e diferente dos habituais menires ou antas.
Diz a lenda que tem poderes de previsão quanto ao número de anos que as raparigas terão que esperar para casar, que seriam medidos pela quantidade de tentativas até conseguirem atirar uma pedra para o topo do monumento.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

domingo, 14 de dezembro de 2014

Junto à estrada


Mesmo antes de chegar a Reguengos de Monsaraz surgem estas estruturas. Assim que as vi junto à estrada a reacção de querer desenhar foi instantânea. Quase que me fazem lembrar uma estrutura alienígena ali plantada no meio do Alentejo.
 Não fui tentar saber a quem pertenciam, mas tenho uma vaga ideia de ver uma placa dos serviços municipalizados de água.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Estação ferroviária do Montoito


No Montoito, perto de Reguengos de Monsaraz, existe uma estação de comboios abandonada cujos vários edifícios estão abertos e em completo estado de degradação e os carris estão quase cobertos pela vegetação. Apesar disso o ambiente ferroviário está bem presente, o que aliado à linda manhã ensolarada proporcionou um belo momento de desenho.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Variação


A vontade de fazer algo diferente do habitual está sempre presente e por vezes deixo-a à solta. Acredito que mais cedo ou mais tarde tinha de surgir algum cansaço de olhar para os desenhos e vê-los sempre elaborados da mesma forma.
Aqui foi difícil, mas consegui resistir a aplicar alguma cor no céu e deixá-lo tal e qual como está, para poder ver algo diferente no meu caderno.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Por acabar


Naquele final de tarde a construção inacabada parecia manchar a paisagem, no entanto havia algo de melancólico naquela imagem que me deu vontade de passá-la para o desenho. É como uma espécie de recordação do que poderia ou ainda poderá vir a ser.