terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Outro barco


Mais uma incursão no porto de Lisboa e mais um barco que veio parar ao caderno. Enquanto o estava a desenhar ainda me assustei, porque de repente chegaram ao barco umas quantas pessoas numa azáfama e puseram-no a trabalhar, e já estava a imaginar o desenho a ficar a meio por falta de comparência do modelo. Mas lá foi ficando por ali e pelo menos pude acabar de desenhar aquilo a que me propus.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Ainda na Rua das Barracas


Fui percorrendo a Rua das Barracas e acabei por encaixar no mini caderno em recanto preenchido pelo som da televisão que atravessava a janela à esquerda.
A rua é muito desenhável e mais à frente encontrei um edifício lindo num estado de alguma degradação. Comecei a desenhá-lo mas a certa altura acabei por perder a vontade perante tanta textura (não é normal, mas de vez em quando acontece-me) pelo que o deixei meio inacabado.


domingo, 4 de janeiro de 2015

Rua das Barracas


No inicio da Rua das Barracas existe um largo muito sossegado, até porque a rua, apesar de comprida, não é um beco sem saída. Por isso este desenho foi feito a partir do meio da estrada sem ter tido que me desviar uma única vez.
Esta fachada tinha tudo para me atrair: as texturas, roupa pendurada e uma pitada de telhados com chaminés e antenas.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Cç. do Conde de Pombeiro


O passeio continuou até que cheguei a esta rua. Até atravesso algumas vezes o cruzamento que se vê ao centro, mas nunca a tinha visto a partir deste ângulo. Foi uma experiência diferente do desenho anterior, já que esta é uma rua com bem mais movimento automóvel.
Ao longe começavam a surgir algumas nuvens disfarçadas no céu azul e achei interessante aplicar apenas uma cor suave nos edifícios ao fundo para os destacar na profundidade.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Há vida em Lisboa


Por diversas razões sinto que não tenho desenhado tanto quanto gostaria ou já estava habituado. No último sábado fui dar uma volta a Lisboa, à zona do Campo Mártires da Pátria, e embrenhei-me por ruas onde nunca tinha passado.
Este foi o primeiro desenho que fiz e foi óptimo para me recordar o quanto eu gosto de urban sketchar: enquanto ali estive a desenrolaram-se à minha volta diversos pedaços de vida, desde a senhora que tinha encomendado um bolo na pastelaria que por engano foi vendido a outro, aos 2 senhores de idade que não se viam à algum tempo trocaram umas palavras, dos 2 trabalhadores que iam montar um andaime no pátio ali ao lado, até simplesmente à rapariga que fumava na janela do último andar.
Há vida à minha volta... é por isso que gosto do urban sketching.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Olha o rebocador


Há umas semanas atrás desenhei um rebocador atracado na Rocha Conde d'Óbidos quase sem cenário de fundo.
Entretanto voltei ao mesmo local e propus-me a desenhar novamente o rebocador, mas desta vez usei o mini-caderno e ampliei o cenário em redor. Estes 2 desenhos formam uma lógica quase ao contrário: quanto mais pequeno o caderno mais detalhe ponho lá dentro.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Outra porta em Lisboa


De volta a Lisboa acabei por desenhar mais uma porta. Esta estava mesmo à frente do local onde tinha estacionado o carro, pelo que foi um alvo fácil para as minhas canetas e tintas.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Último em Reguengos


E este foi o último desenho em Reguengos de Monsaraz (pelo menos desta visita), numa rua qualquer, virado para o lado do sol. A certa altura ainda me assustei porque chegou um carro e estacionou mesmo em frente à casa azul (não havia mais nenhum carro estacionado na rua toda), mas foi por pouco tempo, apenas o necessário para levar uns sacos para a casa castanha e entretanto saiu novamente, deixando-me à vontade para concluir o desenho.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Road-movie


No regresso a Reguengos a estrada convidou-me a desenhá-la, com os seus postes e cabos em paralelo a desaparecer de vista que me atiram para uma espécie de road-movie que não me importava de viver.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O pontão e o barbecue


Ainda na mesma zona existe um pequeno pontão que me pareceu principalmente usado por pescadores, para poderem lançar as suas linhas um pouco mais longe. Enquanto estive por ali escapava um cheirinho a grelhados de carne que estava a ser preparado no barbecue junto ao pontão. O cheiro era um pouco intrusivo naquele ambiente, mas estava a abrir-me o apetite de uma forma muito eficaz.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Efeitos Alqueva


Perto de Campinho os efeitos da barragem do Alqueva criaram uma zonas bem agradáveis para quem aprecia momentos junto à água. Neste caso até foi criado um pequeno parque de merendas para quem quiser desfrutar uma refeição em simultâneo com a paisagem.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Reguengos - Pátio do Ramalho


O Pátio do Ramalho foi uma descoberta de última hora já ao final do dia, com o frio a gelar as mãos, mas aquela parede curva bastante texturada era um apelo demasiado forte para resistir.
Em contrapartida a casa em frente à tinha umas cores muito pouco alentejanas que não me agradavam nada, por isso optei por deixá-la a branco porque não me apetecia mesmo pintá-la.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Mais Reguengos


Mais um cantinho de Reguengos. Só podia ter achado piada a esta casa rodeada de ruas, com uma espécie de jardim enfiado nas traseiras.
Ao longe ouvia-se o miar constante de uma gata que percorria as ruas insistentemente à procura de um companheiro e que já tinha passado por mim umas esquinas atrás.
Numa rua mais à direita vinham espreitar de vez em quando umas pessoas e pude ouvi-las a trocar impressões sobre o que estaríamos ali a fazer.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Nas ruas de Reguengos


De volta a Reguengos de Monsaraz para vasculhar as ruas em busca de algo para desenhar. O difícil foi escolher, porque a cada virar de esquina se encontra uma perspectiva ou outro motivo qualquer para o fazer. Portanto acabei por não percorrer assim tanto as ruas, mas fiquei a conhecer bem melhor algumas das esquinas.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Carrapatelo - porta


Ainda no Carrapatelo parei em frente a uma porta simpática que estava rodeada de texturas e de cores desbotadas. Portou-se muito bem e não se mexeu uma única vez enquanto a desenhei.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Carrapatelo


No Carraptelo existe uma igreja de arquitectura curiosa, que não se importou nada que a desenhasse naquela manhã soalheira.
A aldeia é pequenina e quase não se via actividade, com excepção de uma ou outra porta que se abria para que alguém espreitasse ou fosse trocar uns dedos de conversa com o vizinho.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Zona dos afloramentos graniticos


Naquela manhã na zona dos afloramentos graníticos perto de S. Pedro do Corval, apesar do sol brilhar sem limitações, o vento que por ali andava não ajudava nada ao desenho e principalmente a manter as mãos quentes, por isso foi com os dedos completamente gelados que passei estes desenhos para o caderno.


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Rocha dos namorados


A Rocha dos Namorados, localizada em São Pedro do Corval perto de Reguengos de Monsaraz, é um um afloramento granítico com gravuras megalíticas muito curioso e diferente dos habituais menires ou antas.
Diz a lenda que tem poderes de previsão quanto ao número de anos que as raparigas terão que esperar para casar, que seriam medidos pela quantidade de tentativas até conseguirem atirar uma pedra para o topo do monumento.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014