domingo, 18 de janeiro de 2015

Poço do Bispo (outra vez!!)


De volta ao Poço do Bispo para mais um desenho e o mesmo cenário. É bom voltar com alguma frequência ao mesmo local... obriga-me a tentar inovar a passagem do olhar para o caderno.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Artilharia naval


Esta peça de artilharia naval repousa há muito tempo no corredor exterior do Museu da Marinha, em frente ao planetário, entre mais umas quantas. Desde pequeno que me lembro destas peças sempre no mesmo local.
Dá para imaginá-las no convés de uma navio, à espera que lhe acendessem o rastilho? Quantas vezes será que foi disparada e contra quem?

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Palmeira em Belém


O dia de sol tinha levado uma multidão à zona de Belém. As estradas estavam cheias de filas de carros e os passeios carregados de pessoas. Curiosamente enquanto estive sentado no banco de mármore a fazer este desenho praticamente não dei por nada. Quando me levantei e me virei é que me apercebi do caos que por ali andava. 

Belém no mino-caderno


Há sempre tempo para mais um desenho. O mini-caderno ajuda, independentemente do tamanho da paisagem que queira pôr lá dentro. Um pouco de Jerónimos, umas quantas casas e árvores à mistura e está feito.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Âncora


Há algum tempo atrás desenhei uma das âncoras espalhadas no jardim junto ao Planetário e Museu da Marinha num caderno pequeno. Agora desenhei outra âncora num caderno maior (A5), onde coube uma pequena parte do Mosteiro dos Jerónimos esbatido ao fundo.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Antigos depósitos


Já quase a chegar ao Parque das Nações pelo lado sul são bastante visíveis as estruturas que pertenciam aos enormes depósitos de petróleo e afins que durante muitos anos abasteciam a refinaria na zona de Lisboa, até que esse processo passou a ser inteiramente realizado em Sines.
Há alguns anos demoliram os depósitos, mas curiosamente deixaram esta estas estruturas metálicas que os rodeavam. Sempre gostei delas e desejei desenhá-las... acabei por fazê-lo num dia de nevoeiro que lhes dava um ar relativamente fantasmagórico.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Rua de São Paulo


Não é um carrossel, mas até que podia ser dadas as suas cores. É uma simples esplanada mesmo no inicio da rua mais vulgarmente conhecida como "cor-de-rosa" na zona do Cais do Sodré.
Havia mais para desenhar, mas ultimamente não tenho estado disponível para desenhos muito compostos e tenho optado mais pela simplicidade no preenchimento das páginas.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Alcochete


O desenho não faz nem um bocadinho de justiça às cores fantásticas que se mostraram na altura do pôr-do-sol em Alcochete. Pelos vistos aquela hora é uma atracção para os fotógrafos, já que aquela hora o pontão se encheu de câmaras com as lentes especiais a tentar captar o melhor ângulo com as melhores cores.
Eu era o único que andava por ali de caderno e aguarelas na mão.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Jerónimos


Apesar de frio o dia estava coberto de um azul do céu lindo e aproveitei para me sentar num dos bancos de pedra em redor da fonte da Praça do Império. Não me apetecia desenhar Mosteiro dos Gerónimos na sua totalidade, mas as 2 torres do lado poente estavam a chamar-me.
O tempo que ali fiquei foi suficiente para que a certa altura o sol fosse ficando ocasionalmente tapado pelo repuxo da fonte, quando ele atingia o seu máximo. Nessas alturas em que ficava à sombra parecia que a temperatura descia uns gruas valentes, de tal forma que quando o repuxo voltava a baixar e o sol me batia outra vez na cara o alivio e conforto eram muito bem vindos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Volumes


A disponibilidade não era muita, mas de qualquer forma estava mesmo com vontade de riscar qualquer coisa por isso brinquei brevemente com os volumes.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Outro barco


Mais uma incursão no porto de Lisboa e mais um barco que veio parar ao caderno. Enquanto o estava a desenhar ainda me assustei, porque de repente chegaram ao barco umas quantas pessoas numa azáfama e puseram-no a trabalhar, e já estava a imaginar o desenho a ficar a meio por falta de comparência do modelo. Mas lá foi ficando por ali e pelo menos pude acabar de desenhar aquilo a que me propus.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Ainda na Rua das Barracas


Fui percorrendo a Rua das Barracas e acabei por encaixar no mini caderno em recanto preenchido pelo som da televisão que atravessava a janela à esquerda.
A rua é muito desenhável e mais à frente encontrei um edifício lindo num estado de alguma degradação. Comecei a desenhá-lo mas a certa altura acabei por perder a vontade perante tanta textura (não é normal, mas de vez em quando acontece-me) pelo que o deixei meio inacabado.


domingo, 4 de janeiro de 2015

Rua das Barracas


No inicio da Rua das Barracas existe um largo muito sossegado, até porque a rua, apesar de comprida, não é um beco sem saída. Por isso este desenho foi feito a partir do meio da estrada sem ter tido que me desviar uma única vez.
Esta fachada tinha tudo para me atrair: as texturas, roupa pendurada e uma pitada de telhados com chaminés e antenas.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Cç. do Conde de Pombeiro


O passeio continuou até que cheguei a esta rua. Até atravesso algumas vezes o cruzamento que se vê ao centro, mas nunca a tinha visto a partir deste ângulo. Foi uma experiência diferente do desenho anterior, já que esta é uma rua com bem mais movimento automóvel.
Ao longe começavam a surgir algumas nuvens disfarçadas no céu azul e achei interessante aplicar apenas uma cor suave nos edifícios ao fundo para os destacar na profundidade.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Há vida em Lisboa


Por diversas razões sinto que não tenho desenhado tanto quanto gostaria ou já estava habituado. No último sábado fui dar uma volta a Lisboa, à zona do Campo Mártires da Pátria, e embrenhei-me por ruas onde nunca tinha passado.
Este foi o primeiro desenho que fiz e foi óptimo para me recordar o quanto eu gosto de urban sketchar: enquanto ali estive a desenrolaram-se à minha volta diversos pedaços de vida, desde a senhora que tinha encomendado um bolo na pastelaria que por engano foi vendido a outro, aos 2 senhores de idade que não se viam à algum tempo trocaram umas palavras, dos 2 trabalhadores que iam montar um andaime no pátio ali ao lado, até simplesmente à rapariga que fumava na janela do último andar.
Há vida à minha volta... é por isso que gosto do urban sketching.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Olha o rebocador


Há umas semanas atrás desenhei um rebocador atracado na Rocha Conde d'Óbidos quase sem cenário de fundo.
Entretanto voltei ao mesmo local e propus-me a desenhar novamente o rebocador, mas desta vez usei o mini-caderno e ampliei o cenário em redor. Estes 2 desenhos formam uma lógica quase ao contrário: quanto mais pequeno o caderno mais detalhe ponho lá dentro.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Outra porta em Lisboa


De volta a Lisboa acabei por desenhar mais uma porta. Esta estava mesmo à frente do local onde tinha estacionado o carro, pelo que foi um alvo fácil para as minhas canetas e tintas.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Último em Reguengos


E este foi o último desenho em Reguengos de Monsaraz (pelo menos desta visita), numa rua qualquer, virado para o lado do sol. A certa altura ainda me assustei porque chegou um carro e estacionou mesmo em frente à casa azul (não havia mais nenhum carro estacionado na rua toda), mas foi por pouco tempo, apenas o necessário para levar uns sacos para a casa castanha e entretanto saiu novamente, deixando-me à vontade para concluir o desenho.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Road-movie


No regresso a Reguengos a estrada convidou-me a desenhá-la, com os seus postes e cabos em paralelo a desaparecer de vista que me atiram para uma espécie de road-movie que não me importava de viver.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O pontão e o barbecue


Ainda na mesma zona existe um pequeno pontão que me pareceu principalmente usado por pescadores, para poderem lançar as suas linhas um pouco mais longe. Enquanto estive por ali escapava um cheirinho a grelhados de carne que estava a ser preparado no barbecue junto ao pontão. O cheiro era um pouco intrusivo naquele ambiente, mas estava a abrir-me o apetite de uma forma muito eficaz.