sábado, 31 de janeiro de 2015

Miradouro na Arrentela


Na Arrentela é possível subir a um miradouro de onde se avista um cenário fantástico sobre a baía no Tejo, com a cidade de Lisboa ao fundo e os sempre reconhecíveis Cristo Rei e pilares da ponte 25 de Abril. Ainda mais ao fundo consegue-se distinguir a serra de Sintra e o palácio da Pena (mas já tão ao fundo que não teve lugar no desenho).
Se forem para estas zonas vale mesmo a pena visitar o miradouro.



Foto: Alice Rolão

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Antiga estação de comboios do Seixal


A manhã no Seixal foi passada no Centro Humanitário do Tejo da Cruz Vermelha, localizado na antiga estação de comboios. A estação mantém foi convertida num espaço adequado às necessidades da Cruz Vermelha, mas mantém quase todos os seus traços originais.
Acabei por desenhar alguns dos azulejos que se encontram na estação (cuja variedade de esquemas é grande) e o hall principal onde coabitam elementos modernos com os antigos.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Tipografia Popular do Seixal


Numa visita à tipografia popular do Seixal, hoje um museu onde se podem encontrar diversas máquinas ligadas à impressão, inclusivamente uma máquina de corte da qual só existem 10 exemplares no mundo, consegui desenhar uma réplica de uma presa do séc. XV enquanto ouvia a explicação da sua origem. Parece que no inicio muitos achavam que estas máquinas eram do demónio e quem as utilizava chegou a ser perseguido por bruxaria. 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Seixal


No último sábado visitei o Seixal pela primeira vezes (pelo menos que me lembre). Fiquei agradavelmente surpreendido pela beleza da sua zona ribeirinha, embora eu seja suspeito porque normalmente adoro estes ambientes.
Ainda antes das 9:00h já estava a desenhar junto ao estaleiro naval onde estavam barcos de diversos tipos, com o cenário do rio Tejo a espreitar mesmo ali ao lado.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Agrafador


Quem não tem cão caça com gato, e quando está frio e chuva desenha-se o que há em casa.
Sempre gostei muito deste meu agrafador à moda antiga, principalmente da tecnologia em que se empurra a bolinha para cima e abre-se a gaveta onde se põem os agrafos.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Traseiras


Há muito que não desenhava umas traseiras. Estas apareceram-me ao fundo de umas escadas que saem desde o Monte Agudo em Lisboa. Não são bonitas, mas o agrupamento de volumes sobrepostos exerce um certo fascínio sobre mim.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Aleatório


Nem sei porque desenhei este motivo. Mas fi-lo porque simplesmente me apeteceu e estava mesmo à minha frente quando estacionei o carro.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Panorâmica de São Cosmado



Finalmente partilho um desenho de um caderno tipo leporelo, com 2,10m de comprimento, de uma panorâmica de São Cosmado.
No último dia daquelas férias tirei cerca de 2h40 para fazer este desenho de uma vista com quase 360º. A pintura foi sendo feita em casa.
A estrada nacional atravessa São Cosmado de um lado ao outro, pelo que se pode chamar a sua rua principal. A partir daqui, para além da estrada, pode-se ver parte do povoado e do vale do Rio Tedo, com os montes e aldeias vizinhas ao fundo.
O melhor é que há mais pontos em São Cosmado onde podem ser desenhadas outras panorâmicas semelhantes a esta.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

domingo, 18 de janeiro de 2015

Poço do Bispo (outra vez!!)


De volta ao Poço do Bispo para mais um desenho e o mesmo cenário. É bom voltar com alguma frequência ao mesmo local... obriga-me a tentar inovar a passagem do olhar para o caderno.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Artilharia naval


Esta peça de artilharia naval repousa há muito tempo no corredor exterior do Museu da Marinha, em frente ao planetário, entre mais umas quantas. Desde pequeno que me lembro destas peças sempre no mesmo local.
Dá para imaginá-las no convés de uma navio, à espera que lhe acendessem o rastilho? Quantas vezes será que foi disparada e contra quem?

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Palmeira em Belém


O dia de sol tinha levado uma multidão à zona de Belém. As estradas estavam cheias de filas de carros e os passeios carregados de pessoas. Curiosamente enquanto estive sentado no banco de mármore a fazer este desenho praticamente não dei por nada. Quando me levantei e me virei é que me apercebi do caos que por ali andava. 

Belém no mino-caderno


Há sempre tempo para mais um desenho. O mini-caderno ajuda, independentemente do tamanho da paisagem que queira pôr lá dentro. Um pouco de Jerónimos, umas quantas casas e árvores à mistura e está feito.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Âncora


Há algum tempo atrás desenhei uma das âncoras espalhadas no jardim junto ao Planetário e Museu da Marinha num caderno pequeno. Agora desenhei outra âncora num caderno maior (A5), onde coube uma pequena parte do Mosteiro dos Jerónimos esbatido ao fundo.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Antigos depósitos


Já quase a chegar ao Parque das Nações pelo lado sul são bastante visíveis as estruturas que pertenciam aos enormes depósitos de petróleo e afins que durante muitos anos abasteciam a refinaria na zona de Lisboa, até que esse processo passou a ser inteiramente realizado em Sines.
Há alguns anos demoliram os depósitos, mas curiosamente deixaram esta estas estruturas metálicas que os rodeavam. Sempre gostei delas e desejei desenhá-las... acabei por fazê-lo num dia de nevoeiro que lhes dava um ar relativamente fantasmagórico.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Rua de São Paulo


Não é um carrossel, mas até que podia ser dadas as suas cores. É uma simples esplanada mesmo no inicio da rua mais vulgarmente conhecida como "cor-de-rosa" na zona do Cais do Sodré.
Havia mais para desenhar, mas ultimamente não tenho estado disponível para desenhos muito compostos e tenho optado mais pela simplicidade no preenchimento das páginas.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Alcochete


O desenho não faz nem um bocadinho de justiça às cores fantásticas que se mostraram na altura do pôr-do-sol em Alcochete. Pelos vistos aquela hora é uma atracção para os fotógrafos, já que aquela hora o pontão se encheu de câmaras com as lentes especiais a tentar captar o melhor ângulo com as melhores cores.
Eu era o único que andava por ali de caderno e aguarelas na mão.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Jerónimos


Apesar de frio o dia estava coberto de um azul do céu lindo e aproveitei para me sentar num dos bancos de pedra em redor da fonte da Praça do Império. Não me apetecia desenhar Mosteiro dos Gerónimos na sua totalidade, mas as 2 torres do lado poente estavam a chamar-me.
O tempo que ali fiquei foi suficiente para que a certa altura o sol fosse ficando ocasionalmente tapado pelo repuxo da fonte, quando ele atingia o seu máximo. Nessas alturas em que ficava à sombra parecia que a temperatura descia uns gruas valentes, de tal forma que quando o repuxo voltava a baixar e o sol me batia outra vez na cara o alivio e conforto eram muito bem vindos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Volumes


A disponibilidade não era muita, mas de qualquer forma estava mesmo com vontade de riscar qualquer coisa por isso brinquei brevemente com os volumes.