terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
No Tejo
Ultimamente desenhei neste local algumas vezes, mas nunca me tinha virado para este lado. Supostamente deveria ver-se a ponte 25 de Abril ao fundo, mas o nevoeiro a partir de meio do rio não permitia que a vista alcançasse o horizonte.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
domingo, 15 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Museu da Musica III
Já a terminar o tempo no Museu da Musica ainda me atirei ao eufónio, num desenho mais pausado. Já sabia que não o ia conseguir concluir, mas queria estar ali um pouco a desenhar aqueles mecanismos com uma caneta fininha. Quando chegou a hora fechei o caderno e o eufónio ficou tal como estava.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Museu da Musica II
Mais alguns instrumentos musicais do Museu da Musica.
A ocarina tem um aspecto completamente pré-histórico e as dimensões do serpentão são bem maiores do que aquelas que se imaginam pelo desenho.
Só tenho pena neste museu que não se possa carregar num botão e ouvir que tipo de som sai de cada instrumento. Do clarinete eu conheço, mas fiquei muito curioso por saber a que soava uma ocarina e um serpentão.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Museu da Musica
No passado fim de semana fui visitar o Museu da Música. Nunca tinha ouvido falar nele (a localização não ajuda, enfiado na estação do metro do Alto dos Moinhos), mas tem uma colecção interessante de instrumentos musicais, alguns deles bastante curiosos.
Foi uma oportunidade para me desviar um pouco do que habitualmente desenho.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Gruas no porto
De novo no porto de Lisboa, mas desta vez do lado oposto em relação ao último post. E também num recanto e horário bem mais sossegado, onde batia aquele sol de inverno que tornava o frio suportável.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Gare Marítima de Alcântara
Há algum tempo tive oportunidade de visitar a gare marítima de Alcântara, mas apenas desenhei no terraço das traseiras.
Desta vez decidi desenhar a fachada e enquanto o estive a fazer pude aperceber-me do enorme movimento de mercadorias que entram e saem do porto. Não estava à espera de ver a quantidade de camiões que me passou pela frente, em ambos os sentidos.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Chaminé
Uma tarde fui dar uma volta a Lisboa para desenhar chaminés. Levei umas folhas soltas, cortadas no tamanho postal, e andei pelas ruas a olhar para cima. Na altura não pintei os desenhos e agora tenho-me entretido a fazê-lo em casa.
Lembro-me da localização de todas as que desenhei, com excepção desta. É que já dei voltas à cabeça e não consigo localizá-la. Talvez me cruze com ela um dia destes.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Não dá mais
Este desenho surgiu um pouco para despachar e acabou por ficar inacabado (ou não) por falta de tempo.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Repetição (ou não!!)
Em tempos diria que não gostava de desenhar o mesmo motivo ou cenário. As coisas mudam e pelos vistos a minha opinião também. Este desenho é só mais um exemplo... ainda não há muito tempo estive a desenhar precisamente este local. Hoje em dia não me importo nada de desenhar algo repetido, fico sempre curioso para ver o resultado porque esse, não há dúvida, vai ser mesmo diferente.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Ruína
De vez em quando ainda vou tendo oportunidade de fazer mais um desenho na berma da estrada e não a desperdiço.
Se a memória não me falha esta ruína de moinho já aparece noutros 2 desenhos, mas nunca assim tão incorporada na paisagem envolvente. Este cadernos panorâmicos têm essa vantagem.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Praia no Seixal
Ainda sobre o dia passado no Seixal, pela manhã sentei-me um pouco junto à praia ao lado da estação fluvial. Não estava à espera de encontrar praias neste local, mas mesmo que eventualmente não permitam uns banhos são óptimas para passear um pouco e aproveitar a calma tradicional das zonas ribeirinhas.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Tarde em Alfama II
Junto à Igreja de Santo Estevão há um miradouro com uma vista impressionante sobre Alfama, o Tejo e a margem sul, no qual se pode desfrutar de um sol de fim de tarde muito agradável.
Mas desta vez a caneta não se focou no mar de telhados mas sim na rua imediatamente abaixo do gradeamento do miradouro e na tentativa de desenhar uma perspectiva invulgar.
domingo, 1 de fevereiro de 2015
Tarde em Alfama
A tarde de Inverno estava exactamente com eu gosto: com uma temperatura muito amena e um sol a aquecer o suficiente para ser agradável e não me pôr desconfortável com calor. Ideal para uma passeio com desenhos à mistura.
Fui até à zona de Alfama embrenhar-me pelas ruas fora. Subi, desci e encontrei locais que não via desde que os tinha fotografado há muitos anos atrás, quando andava com a máquina em vez do caderno, e que apesar de saber que ficavam em Alfama já não saberia onde encontrá-los. Foi como se visse as fotografias a ganharem vida.
Teria sido engraçado desenhar nestes locais, mas não fiz... talvez outro dia, se ainda souber onde encontrá-los.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Miradouro na Arrentela
Na Arrentela é possível subir a um miradouro de onde se avista um cenário fantástico sobre a baía no Tejo, com a cidade de Lisboa ao fundo e os sempre reconhecíveis Cristo Rei e pilares da ponte 25 de Abril. Ainda mais ao fundo consegue-se distinguir a serra de Sintra e o palácio da Pena (mas já tão ao fundo que não teve lugar no desenho).
Se forem para estas zonas vale mesmo a pena visitar o miradouro.
Foto: Alice Rolão
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Antiga estação de comboios do Seixal
A manhã no Seixal foi passada no Centro Humanitário do Tejo da Cruz Vermelha, localizado na antiga estação de comboios. A estação mantém foi convertida num espaço adequado às necessidades da Cruz Vermelha, mas mantém quase todos os seus traços originais.
Acabei por desenhar alguns dos azulejos que se encontram na estação (cuja variedade de esquemas é grande) e o hall principal onde coabitam elementos modernos com os antigos.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Tipografia Popular do Seixal
Numa visita à tipografia popular do Seixal, hoje um museu onde se podem encontrar diversas máquinas ligadas à impressão, inclusivamente uma máquina de corte da qual só existem 10 exemplares no mundo, consegui desenhar uma réplica de uma presa do séc. XV enquanto ouvia a explicação da sua origem. Parece que no inicio muitos achavam que estas máquinas eram do demónio e quem as utilizava chegou a ser perseguido por bruxaria.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Seixal
No último sábado visitei o Seixal pela primeira vezes (pelo menos que me lembre). Fiquei agradavelmente surpreendido pela beleza da sua zona ribeirinha, embora eu seja suspeito porque normalmente adoro estes ambientes.
Ainda antes das 9:00h já estava a desenhar junto ao estaleiro naval onde estavam barcos de diversos tipos, com o cenário do rio Tejo a espreitar mesmo ali ao lado.
domingo, 25 de janeiro de 2015
Agrafador
Quem não tem cão caça com gato, e quando está frio e chuva desenha-se o que há em casa.
Sempre gostei muito deste meu agrafador à moda antiga, principalmente da tecnologia em que se empurra a bolinha para cima e abre-se a gaveta onde se põem os agrafos.
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