quarta-feira, 4 de março de 2015

Em frente na linha V - K124,159


Mais à frente voltei a encontrar uma travessia de estrada com a tradicional casa do guarda no km124,159 da linha. A casa está emparedada, degradada e ostenta os restos de várias camadas de cartazes publicitários que já foram colados na fachada, mas as cancelas ainda se encontram no local.

terça-feira, 3 de março de 2015

Em frente na linha IV - Garraia


O apeadeiro da Garraia já não existe, foi demolido. Apenas consegui avistar de longe a linha e o sinal de aviso junto ao caminho que a atravessava, já que se encontram dentro de uma propriedade protegida por uma rede electrificada.
Como não quis arriscar uns quantos choques optei por fazer um desenho à distância. De qualquer forma também não tinha nenhum edifício para desenhar.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Em frente na linha III - KM 120,998


Já fora da cidade, enquanto seguia a N18 a caminho do próximo apeadeiro, passei por um novo cruzamento da linha com o asfalto.
Quando preparei a viagem não sabia que iria encontrar estas travessias, e melhor ainda, as casas dos guardas que controlavam a passagem do comboio e comandavam as cancelas para evitar acidentes.
Quando cheguei junto desta casa estava a chover, por isso como era hora de almoço e tinha umas sandes preparadas acabei por comer dentro do carro a observar a casa.
Felizmente no final da refeição a chuva tinha passado e pude atirar-me ao desenho.
Percebi que estas casas tinham assinalada a quilometragem da linha num painel de azulejos em cada um dos lados da casa, na direcção da linha.

domingo, 1 de março de 2015

Em frente na linha II - Comenda


O apeadeiro da comenda fica ainda dentro dos limites da cidade. Só o encontrei à segunda tentativa, já que antes de lá chegar ainda comecei a desenhar erradamente noutra linha (que segue para Arraiolos) que actualmente é uma ciclovia asfaltada. A chuva obrigou-me a parar o desenho e entretanto apercebi-me do erro e lá fui à procura do apeadeiro.
O apeadeiro está junto a uma travessia de estrada que ainda tem as cancelas em relativo bom estado (será que funcionam)?
O apeadeiro em si está emparedado e não é possível entrar lá dentro. Parece ter sido pintado há relativo pouco tempo, mas entretanto já serviu de tela para os artistas urbanos que andam por aí a pintar paredes.


sábado, 28 de fevereiro de 2015

Em frente na linha - Évora


Há algum tempo que me apetecia fazer uma espécie de viagem de descoberta acompanhado pelo desenho. Sempre tive aquela atracção pelos comboios e pela ruína e lembrei-me de juntar os dois... a ideia tornou-se uma espécie de viagem ao longo da linha para tentar desenhar todas as estações e apeadeiros entre a partida e a chegada. Depois de avaliar várias hipóteses acabei por escolher o troço da chamada linha de Évora, entre Évora e Estremoz, que foi encerrada aos passageiros em 1990.
A estação de Évora ainda se encontra activa por isso optei por não a desenhar nesta viagem, reservando o caderno apenas para o que está sem serviço.
Por isso o primeiro desenho foi feito de costas para a estação, a olhar na direcção em que o comboio seguiria.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Évora - até à próxima


Foi daquelas ruas que apeteceu desenhar no momento, assim de repente. Há muitas outras semelhantes, mas foi esta que mais quis entrar no caderno e assim fiz-lhe a vontade.
E com este desenho ficou concluída mais uma passagem por Évora. Outras virão.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Évora - Largo da Misericórdia


Continuo a gostar de olhar para cima e por cima dos muros. Há sempre um ângulo ou elemento que me interessa, como que parcialmente escondido.
Neste caso não vi nada de especialmente atraente, mas achei que o cenário cabia no meu mini caderno e me dava uma desculpa para me sentar um pouco ao sol.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Évora - no terraço da 100 Pavor


Nas instalações da associação 100 Pavor em Évora existe um terraço com uma vista deliciosa para os telhados daquela zona. O que se vê no desenho é apenas uma fracção dessa panorâmica. Consegui aproveitar o sol daquela hora e ficar por ali entretido a riscar as telhas durante um bocado, mas entretanto a hora do almoço chegou e fui tratar de mim.
Mas hei-de lá voltar, há muito para desenhar a partir daquele terraço.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Évora - pequenas ruas




Não podia deixar de encaixar no mini caderno algumas ruas de Évora, de uma forma simples e praticamente sem cor.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Évora - Rua Fria

év

Este era um desenho que já tinha encomendado a mim mesmo, depois de por aqui ter passado numa visita anterior sem ter desenhado.
Entretanto a minha mãe viu este desenho e, o que eu não sabia, era que a minha mãe e avós moraram na casa com entrada pela porta da direita, que tinha um jardim que se vê por cima desse onde foi tirada uma fotografia de que me lembro da minha bisavó e os netos.
Assim fica um pouco de história familiar, descoberta por acaso, associada a este caderno.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

No jardim de Évora




Sempre gostei muito do jardim de Évora (normalmente gosto de todos os jardins) e sempre que visito a cidade tento também dar por lá um passeio. Desta vez passeei, desenhei, brinquei, comi um gelado e até descansei um pouco num banco a apanhar um pouco de sol de inverno.
O jardim já tem algumas diferenças em relação àquele que me lembro da juventude, mas de qualquer forma continua a ser um local privilegiado para descontrair um pouco.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Évora


E lá chegaram mais uns dias passados em Évora, e claro que andei por lá a desenhar. Estava muito vento, daquele geladinho, mas como o sol também por ali andava, para me manter aquecido bastava ser cuidadoso a escolher o local onde ia desenhar e garantir que não me punha à sombra.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Passeio


Alguns desenhos da minha passagem pelo Alentejo.
Na Azaruja bebi um abafadinho na companhia de amigos, num café onde estavam dispostas numa prateleira umas quantas telefonias das antigas, parecidas com a que havia na casa dos meus avós. Será que ainda funcionam?


Em Estremoz não cheguei a subir ao castelo, mas a meio caminho parei para desenhar uma espécie de capela que por ali se encontra a contemplar o horizonte.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

No Tejo


Ultimamente desenhei neste local algumas vezes, mas nunca me tinha virado para este lado. Supostamente deveria ver-se a ponte 25 de Abril ao fundo, mas o nevoeiro a partir de meio do rio não permitia que a vista alcançasse o horizonte.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Ainda na estrada


Há com certeza curvas mais bonitas do que outras. O que será que define uma curva bonita?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Museu da Musica III


Já a terminar o tempo no Museu da Musica ainda me atirei ao eufónio, num desenho mais pausado. Já sabia que não o ia conseguir concluir, mas queria estar ali um pouco a desenhar aqueles mecanismos com uma caneta fininha. Quando chegou a hora fechei o caderno e o eufónio ficou tal como estava.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Museu da Musica II



Mais alguns instrumentos musicais do Museu da Musica.
A ocarina tem um aspecto completamente pré-histórico e as dimensões do serpentão são bem maiores do que aquelas que se imaginam pelo desenho.
Só tenho pena neste museu que não se possa carregar num botão e ouvir que tipo de som sai de cada instrumento. Do clarinete eu conheço, mas fiquei muito curioso por saber a que soava uma ocarina e um serpentão.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Museu da Musica


No passado fim de semana fui visitar o Museu da Música. Nunca tinha ouvido falar nele (a localização não ajuda, enfiado na estação do metro do Alto dos Moinhos), mas tem uma colecção interessante de instrumentos musicais, alguns deles bastante curiosos.
Foi uma oportunidade para me desviar um pouco do que habitualmente desenho.


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Gruas no porto


De novo no porto de Lisboa, mas desta vez do lado oposto em relação ao último post. E também num recanto e horário bem mais sossegado, onde batia aquele sol de inverno que tornava o frio suportável.