quinta-feira, 30 de abril de 2015

Messines - triangular


Estava mortinho por experimentar um caderno triangular e a Manuela deixou-me gatafunhar no dela. É uma experiência diferente e o resultado é muito engraçado.
Aproveitei uma pequena perspectiva  junto a um forno à moda antiga na parte velha de Messines, encostado à sombra de um muro para apanhar o melhor ângulo e escapar ao sol.



quarta-feira, 29 de abril de 2015

Messines - outra rua


As ruas na parte velha de Messines eram muito desenháveis, independentemente do lado para onde estivesse virado. Não sei o que me levou a desenhar particularmente este ângulo, mas gostei do seu enquadramento.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Messines - mais um canto


Mais um cantinho na parte velha de Messines, com direito a um tanque de lavar a roupa à moda antiga. Assim de repente lembro-me de já ter desenhado estes tanques algures em Alcântara e também em São Cosmado.
Este cantinho era muito quente e foi o único local onde senti algumas moscas a esvoaçarem à minha volta enquanto desenhava, mas felizmente ainda numa escala muito pequena. Só foi preciso um ou outro abanão de braço para as assustar.

domingo, 26 de abril de 2015

Messines


No domingo foi a vez de desenhar em Messines, que tem uma parte antiga deliciosa cheia de recantos e surpresas. Sentei-me no chão, no meio da estrada (na maior parte desta zona não passam carros) e avancei para este desenho. Uma criança aparecia de vez em quando ao fundo, a brincar com o cão, extremamente curiosa sobre o que eu estaria a fazer mas não foi suficientemente afoita para vir espreitar mais perto.
Quando me fui embora deixei o meu pincel de água no chão e só dei por isso quando ia pintar o desenho seguinte, já umas boas centenas de metros à frente. Voltei a fazer o caminho de volta em busca do pincel e felizmente lá estava ele, exactamente onde o tinha deixado, no meio da terra e junto a umas ervas.

sábado, 25 de abril de 2015

Silves - as ruas


Já no final do dia ainda houve tempo para desenhar uma ruazinha perto da Sé. O sol já estava escondido do outro lado da cidade e as paredes já não tinham o contraste que mostraram durante o dia.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Silves - a Sé


De manhã tinha passado por aqui e guardei na memória o local para mais tarde desenhar. Depois de passar algum tempo junto ao rio voltei a subir as ruas até à Sé. A torre acabou por ficar um pouco mais gordinha do que é na realidade, mas se assim não fosse não caberia no caderno (o golpe de vista de vez em quando também falha).

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Silves - a ponte


A ponte de Silves é relativamente icónica. Será em conjunto com o castelo o local mais óbvio de figurar em postais da cidade. Antes de desenhar deitei-me um pouco no relvado à beira rio, mas tive que me forçar a levantar pouco tempo depois porque estava quase, quase a adormecer de barriga cheia depois de um belo almoço.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Silves - ainda no castelo


O dia estava muito bonito e a luz realçava as cores que cobriam os edifícios e a paisagem, que quase inconscientemente passei para o meu caderno. Depois de desenhar para dentro do castelo entretive-me a desenhar para fora a partir das torres das muralhas. Primeiro um arco junto à muralha norte. Depois uma vista em com telhados praticamente irresistível para mim com a sé mais ao fundo.


Silves - no castelo


O castelo de Silves é daqueles que me lembro de visitar quando era criança. Nunca me esqueci de quem era a estátua que guardava a porta de entrada (D. Sancho I). Podia ter desenhado a estátua, mas como já é hábito optei por subir ao ponto mais alto (neste caso as ameias) e por ali me entretive a aquecer os dedos para os desenhos do dia.

domingo, 19 de abril de 2015

Castelo de Valongo II


Já mais perto do Castelo, depois de ter subido a encosta na companhia das vinhas que ali moram, consegui encaixá-lo dentro dos limites do caderno.

sábado, 18 de abril de 2015

Castelo de Valongo


Nunca tinha ouvido falar no Castelo de Valongo. Desde o século XIII que está ali no topo do monte perto de Montoito no Alentejo. Está inserido no interior de uma propriedade privada mas é possível chegarmos até junto das suas muralhas, sem que no entanto possamos visitar o seu interior que se encontra vedado a cadeado.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Montoito II


Ainda em Montoito e ainda a desenhar à sombra passei para o caderno este cenário que já me tinha cativado na primeira passagem por ali, antes de fazer o desenho do post anterior. A vontade de beber uma cervejinha para atenuar o calor era cada vez maior e ainda tive oportunidade de o fazer em Reguengos de Monsaraz, na companhia de amigos.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Montoito


Apesar de ainda estarmos no inicio de Abril o calor no Alentejo neste dia já apertava e obrigava a procurar as sombras. Foi o que fiz neste desenho, à sombra de uma casa e das laranjeiras da rua na vila de Montoito.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Adega do Cachete


Depois de um dia em que estive cerca de 10 horas a desenhar (desde manhã até literalmente ao pôr-do-sol) estava com uma fome desgraçada (só tinha comido um pão com chouriço e uma merenda durante o dia).
Entretanto levaram-me a conhecer a Adega do Cachete em S. Pedro do Corval... e ainda bem. A comida era mesmo maravilhosa: entradas, pratos e sobremesa e foi o final perfeito para aquele dia. Claro que a fome era tanta que nem sequer tentei desenhar a comida... fiquei-me pelos objectos que por ali andavam.

terça-feira, 14 de abril de 2015

No aeroporto


Mais uma vez o horário de partida do voo atrasou-se. Assim logicamente aproveitei para desenhar mais um pouco a partir de uma das janelas para a pista.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

O fim em Turim


No dia da viagem de volta ainda foi possível aproveitar a manhã. Tinha visto um jardim perto de casa, mesmo em frente a um grande edifício (mesmo grande, que destoava de tudo o resto) onde me tinha apetecido desenhar. O sol estava forte... sentei-me na relva, tirei as botas e fiquei por ali. Não me tinha era apercebido que na base do edifício estavam a decorrer uma obras e que o som da natureza tinha sido substituído pelas máquinas e martelos. Mas não me preocupei muito e concentrei-me no desenho, ao qual procurei dar um acabamento fora do habitual.

domingo, 12 de abril de 2015

Turim a cores


Estes são daqueles desenhos que só faria mesmo em grupo. A premissa era cada um escolher 1 caneta, ou 1 pastel, ou 1 lápis, enfim 1 só material que ia rodando por todos em pequenos períodos de tempo (mais ou menos 30-60s). Era questão de ir desenhando com o que nos aparecia na mão.


sábado, 11 de abril de 2015

Mais Turim

Eu não bebo café, mas aproveitei uma chávena de quem o bebeu para um pequeno momento de desenho numa esplanada italiana. As elipses da chávena e prato são sempre um desafio.


À tarde deambulei pela cidade e acabei por desenhar pouco, mas o tempo foi tão bem preenchido que foi uma tarde maravilhosa devido à variedade de eventos e momentos que presenciei.
O inicio não foi assim tão auspicioso com uma carga policial numa manifestação a vedar as ruas, mas a aproveitei a oportunidade para comer um gelado enquanto aguardava o desfecho da cena.
Depois ao longo da tarde presenciei:
  - Uma marcha hare-krishna com todos a cantar e dançar
  - Um concerto punk-rock numa das praças principais
  - Uns senhores de idade a jogar às cartas numa mesa feita de caixas de fruta, num jardim bem simpático
  - Uma espécie de concerto nas galerias da estação de comboios onde estava um piano disponível para quem quisesse tocar, que alguém aproveitou e a quem se foram juntando diversas pessoas que por ali passavam para ir cantando
  - Um pôr-do-sol do outro mundo enquanto passeava pelas ruas sossegadas e praticamente vazias


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Ainda por Turim


Apesar de estar muito curioso para visitar o Pó, só o fiz na última tarde. Esperava algo mais calmo, mas a zona ribeirinha estava muito perto de ruas com grande trânsito, pelo que não se conseguia uma abstracção total do som da cidade. Apesar de tudo a zona tem a sua beleza e acabei por passar um bom momento de desenho.


Mais tarde, enquanto comia um maravilhoso gelado, sentei-me a observar mais uma vez a estátua na Piazza Statuto que já me tinha cativado olhar e a imaginação nos dias anteriores. Já estava a ficar atrasado mas queria desenhar a estátua, por isso predispus-me a fazê-lo em 12 minutos. Gostava de tê-la desenhado de outra forma, mas foi o que se conseguiu naquele tempo.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Por Turim


Alguns pedaços da cidade. Vi várias varandas onde estavam armazenados um escadote. Será que não há dispensas ou arrecadações nas casas de Turim, ou é moda ter o escadote na varanda?

Fiquei maravilhado com umas traseiras de um edifício e achei que mereciam ser desenhadas, apesar de estar de costas para a torre de uma catedral bastante diferente do habitual. A meio do desenho tive direito a um concerto dos sinos que habitam na torre, que mais tarde percebi ter sido um privilégio. Tratava do aniversário da ordem e aquele era dos únicos dias em que os sinos tocam em sinfonia e não apenas em badaladas.