terça-feira, 19 de maio de 2015
Escadinhas da Oliveira
Não sei quantas vezes já tinha passado nestas escadinhas e pensado que ainda as iria desenhar um dia. Aproveitei que cheguei mais cedo ao encontro dos Urban Sketchers para finalmente as desenhar.
Em Alfama existem também umas escadinhas ainda mais apertadas do que estas que mais cedo ou mais tarde vão cair no caderno.
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Pç. João da Câmara
Tinha pensado em desenhar o edifício da estação dos comboios visto do Rossio, mas o ângulo não era o melhor. Aproximei-me um pouco e depois vi esta perspectiva pela nesga entre os edifícios e rapidamente esqueci a estação (no entanto ainda coube o um cantinho no papel).
domingo, 17 de maio de 2015
Rossio
De manhã no Rossio, as gotículas dos repuxos da fonte que eram empurradas pelo vento já sabiam bem para refrescar do calor que já se sentia, embora tivesse que estar sempre a desviar o desenho para não interferirem com a aguarela.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Cato e cogumelo
Já tenho este cacto na cozinha há algum tempo. Nos últimos 5 dias surgiu a partir da sua base um pequeno cogumelo. No inicio era uma pequena ponta e rapidamente se esticou, até que uma manhã estava todo aberto, como se fosse um chapéu de sol. Prometi a mim mesmo que o iria desenhar, mas quando cheguei a casa no final do dia já, tão depressa como cresceu, murchou. Agora está atarracado no sobre a terra, mas mesmo assim decidi avançar com o desenho, que acabou por se focar mais no cacto do que no cogumelo.
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Évora - Palácio Dom Manuel
Não tenho por hábito desenhar os monumentos dos ângulos óbvios. Já existem muitos postais do mesmo. Mas neste caso lá desenhei o palácio D. Manuel em Évora, sentado num banquinho enquanto esperava pela Estela e o Luís. O edifício é bonito e até merece alguns desenhos de pormenores em outros ângulos. Não tenho dúvidas que mais cedo ou mais tarde vai novamente ter lugar num caderno meu.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Alvito - Linha do Sul
Enquanto preparava a viagem ao Alvito lembrei-me de verificar se existia alguma estação ferroviária ali na zona onde pudesse dar um saltinho. E nem de propósito... existe mesmo a estação do Alvito (a cerca de 2km da vila). Ao final do dia, já depois de ter deixado os outros companheiros de desenho, aproveitei para ir visitar a estação. Fica localizada mesmo junto a umas instalações de uma cooperativa agrícola com 3 chaminés que estão constantemente a atirar uma fumarada para o ar, de tal forma que ao longe se vê uma espécie de névoa a pairar naquela zona. E o cheiro intenso também já exige algum esforço para ser suportado. Pelo cheiro julgo que talvez sejam umas instalações de transformação de azeitona.
Quanto à estação propriamente dita está toda arranjada mas, apesar de linha e a estação estarem em funcionamento, o edifício está emparedado e não tem utilização.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Alvito - o final
Tinha deixado o carro mesmo aqui ao lado, mas quando o deixei ia com a missão de encontrar os outros sketchers e nem me apercebi bem do local. Ao final do dia viemos desenhar para esta zona e assim que olhei para esta fachada com a torre da igreja ao fundo nem tive dúvidas do que queria desenhar.
sábado, 9 de maio de 2015
Alvito - mais uns
O almoço foi no restaurante "O Feio". O nome pode não ser bonito mas a comida é muito eficaz e migas de espargos com entrecosto estavam maravilhosas, apoiadas mais tarde por bela uma fatia de sericaia. Não desenhei a comida porque estava cheio de fome, mas depois aproveitei para brincar um pouco com a figura humana.
Depois fomos todos visitar o lavadouro municipal que ainda está em funcionamento. Comecei o desenho mas arrependi-me logo de seguida... percebi que não queria desenhar daqui, mas como já tinha começado fi-lo assim a despachar para poder ir rapidamente para outra paragem.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Alvito - o castelo
O castelo do Alvito sai um pouco da imagem tradicional de castelo e faz lembrar uma mistura com um palácio e actualmente serve de pousada.
Antes do almoço já procurávamos a sombra para fugir ao sol do Alentejo e junto a esta fachada existem uns banquinhos com esta vista para o castelo. Foi o local ideal para mais um desenho.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Alvito - Ermida de São Sebastião
No Alvito juntei-me a uns amigos sketchers para uma tarde de desenho. Quando cheguei encontrei-os junto à pequena ermida de São Sebastião e estavam todos a desenhá-la, por isso decidi ser um bom companheiro e fazer o mesmo.
terça-feira, 5 de maio de 2015
São Manços
Já desenhei esta pequena elevação várias vezes e de diversas formas. Para não sentir que estava a fazer mais do mesmo, desta vez usei uma caneta fininha para o traço e praticamente não a levantei do papel.
Entretanto o Gonçalo que estava a cortar a relva disse "Então não me desenhas a mim?". E não me facilitou a vida porque andava com o cortador de um lado para o outro, por isso nem sequer tentei ser fiel... só depois é que me apeteceu desenhar o motor do corta-relva de uma forma mais cuidada.
Carnaxide
Carnaxide tem uma zona velha e uma zona nova. Do que conheço da zona velha há alguns recantos que merecem um desenho, mas por norma quando penso em ir desenhar nunca me deu para sair pela porta a pé e dar uma volta na zona onde moro. Isso vai ter que mudar um dia.
domingo, 3 de maio de 2015
À chuva no miradouro
Estava muito contente por ter aberto o caderno. Já não desenhava há 1 semana, algo que não me lembro de acontecer há muito tempo, por isso estava entusiasmado por voltar a fazê-lo. Estava no nível inferior do miradouro de São Pedro de Alcântara, muito bem sentado num banco, quando de repente desata a chover e só tive tempo de guardar o material e correr para o carro que estava a li perto. O bocadinho de cor que esta dupla página tem foi aplicado em casa, no meio da frustração de ter sido interrompido no meu "regresso à actividade".
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Messines - a terminar
Para concluir os desenhos em Messines aproveitei ainda um tempito que tinha antes da partilha para desenhar esta casa que achei muito engraçada, temperada com aquela cor terra muito característica da zona.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Messines - triangular
Estava mortinho por experimentar um caderno triangular e a Manuela deixou-me gatafunhar no dela. É uma experiência diferente e o resultado é muito engraçado.
Aproveitei uma pequena perspectiva junto a um forno à moda antiga na parte velha de Messines, encostado à sombra de um muro para apanhar o melhor ângulo e escapar ao sol.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Messines - outra rua
As ruas na parte velha de Messines eram muito desenháveis, independentemente do lado para onde estivesse virado. Não sei o que me levou a desenhar particularmente este ângulo, mas gostei do seu enquadramento.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Messines - mais um canto
Mais um cantinho na parte velha de Messines, com direito a um tanque de lavar a roupa à moda antiga. Assim de repente lembro-me de já ter desenhado estes tanques algures em Alcântara e também em São Cosmado.
Este cantinho era muito quente e foi o único local onde senti algumas moscas a esvoaçarem à minha volta enquanto desenhava, mas felizmente ainda numa escala muito pequena. Só foi preciso um ou outro abanão de braço para as assustar.
domingo, 26 de abril de 2015
Messines
No domingo foi a vez de desenhar em Messines, que tem uma parte antiga deliciosa cheia de recantos e surpresas. Sentei-me no chão, no meio da estrada (na maior parte desta zona não passam carros) e avancei para este desenho. Uma criança aparecia de vez em quando ao fundo, a brincar com o cão, extremamente curiosa sobre o que eu estaria a fazer mas não foi suficientemente afoita para vir espreitar mais perto.
Quando me fui embora deixei o meu pincel de água no chão e só dei por isso quando ia pintar o desenho seguinte, já umas boas centenas de metros à frente. Voltei a fazer o caminho de volta em busca do pincel e felizmente lá estava ele, exactamente onde o tinha deixado, no meio da terra e junto a umas ervas.
sábado, 25 de abril de 2015
Silves - as ruas
Já no final do dia ainda houve tempo para desenhar uma ruazinha perto da Sé. O sol já estava escondido do outro lado da cidade e as paredes já não tinham o contraste que mostraram durante o dia.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Silves - a Sé
De manhã tinha passado por aqui e guardei na memória o local para mais tarde desenhar. Depois de passar algum tempo junto ao rio voltei a subir as ruas até à Sé. A torre acabou por ficar um pouco mais gordinha do que é na realidade, mas se assim não fosse não caberia no caderno (o golpe de vista de vez em quando também falha).
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