sexta-feira, 26 de junho de 2015
Évora - feira de São João
Desenhar em feiras não é propriamente o que me dá mais gozo, mas nada como um bom desafio. Aqui baldei-me um pouco às bancadas cheias, mas cheias mesmo de coisas para desenhar. Ah, e baldei-me também às pessoas que por ali passavam. A minha feira é mais uma feira fantasma.
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Évora
Mais uma vez em Évora. Este foi um desenho rápido no caderno pequeno, enquanto esperava pelo resto dos companheiros de visita à feira de São João.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Rebocador
Fiquei com pena porque só depois de me ir embora é que me lembrei que devia ter visto o nome deste rebocador e incluí-lo na dupla página. Assim dava-lhe uma identidade.
De qualquer forma agradeço-lhe o momento em ficou ali a posar para mim, apesar de não estar completamente sossegado e ir mudando ligeiramente de posição ao sabor da ondulação do Tejo.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Recolha à base
Não me lembro de algum dia ter visto tantos destes barco juntos, atracados na Rocha Conde D'Óbidos. Também julgo que nunca por ali tinha passado ao final do dia e provavelmente recolheram todos à base para passar a noite.
De inicio pareceu-me um desafio demasiado grande desenhá-los todos (se olharmos bem a quantidade de pormenores que eles têm é quase estonteante), mas na realidade é um belo exercício de simplificação e, pelo sim pelo não, peguei na caneta pincel para não cair na tentação de começar a desenhar os parafusos.
domingo, 21 de junho de 2015
À volta do porto
O final de tarde estava espectacular e, apesar de bastante quente, junto ao rio estava uma pequena brisa que lá ia arrefecendo o corpo.
Sempre gostei desta pequena "torre" pertencente a um estalei naval no porto de Lisboa. As escadas em caracol que lhe dão acesso, assim como as janelas e porta, têm sobre mim um apelo especial que não sei explicar. E como não quis deixar de responder a esse apelo lá fui eu desenhá-la, encostado à rede da linha do comboio.
sábado, 20 de junho de 2015
Quinta do cavalo Kiron
Fomos visitar a Quinta do Cavalo Kiron, perto de Sintra, um local onde se fazem intervenções assistidas com cavalo. A premissa era desenhar os animais e as actividades da quinta, mas a chuva trocou-nos as voltas. Quando chegámos até que o tempo não estava, mas durante a apresentação feita pelo Pedro Amado a chuva começou a cair e nunca mais parou.
De qualquer forma, abrigados dentro de uns pequenos espaços, dediquei-me mais a desenhar as pessoas à chuva do que os cavalos que estavam mais longe.
Perto da hora do almoço os animais recolheram às boxes para comer e sempre para os tentar desenhar um pouco.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Amoreiras
Foi no alto do Parque da Serafina que desenhei os edifícios das Amoreiras. Sentado num pedaço de erva, com as formigas a treparem pelas pernas constantemente, debaixo de um sol que ocasionalmente se escondia atrás de uma nuvem passageira mas que era o suficiente para me ir aquecendo contra o vento que cada vez soprava mais frio.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Escadinhas da Barroca
Que me lembre assim de repente já tinha desenhado nestas escadas por outras 2 ocasiões, e há muito que tinha referenciado estas chaminés para entrarem no meu caderno. São muito peculiares e não conheço nenhumas como elas, especialmente em Lisboa onde não se enquadram minimamente. Mas são um belo motivo para desenhar.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Outra vez na Rua João do Outeiro
Ainda no sentado no mesmo banco onde fiz o desenho anterior, virei-me para o outro lado e pus o caderno panorâmico na vertical (não é habitual fazê-lo, mas de vez em quando lá acontece). Enquanto desenhava presenciei a conversa entre 2 moradoras, uma na rua e outra à janela, enquanto uma delas contava as histórias da noite de arraial anterior atirando um palavrão a cada 4 palavras.
terça-feira, 16 de junho de 2015
No banco
Sentando num banco debaixo de uma árvore, num pequeno largo escondido pelas fachadas dos edifícios, voltei a tirar o caderno pequeno para mais uma perspectiva a preto e branco.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Convento da Graça
Ao percorrermos a Costa do Castelo deparamo-nos com uma aberta nos edifícios e uma vista bem bonita para algumas das colinas de Lisboa, incluindo o convento da Graça lá no alto. Foi nele que me foquei, porque a paisagem ali é tão vasta que me obrigaria a ficar ali mais tempo do que queria.
sábado, 13 de junho de 2015
Escadinhas da Achada
Sempre admirei estas escadas de cima para baixo. Desta vez fiz o contrário com um bónus: também as desenhei.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Largo da Achada
Já tinha desenhado aqui perto, mas precisamente uma portas ao fundo da rua à direita. Hoje em dia, quando ando por Lisboa, quase que catalogo os locais de 2 formas: onde já desenhei e onde ainda vou desenhar.
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Rua do Regedor
Esta nesga pareceu-me o local ideal para voltar a pegar no caderno pequeno a p&b. Ainda bem, porque passavam por ali muitos carros e o tempo em que não estive a pintar foi tempo em que não levei com os gases de escape.
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Rua João do Outeiro - Mouraria
Sentei-me num degrau e encostei-me a uma fachada para fazer este desenho.
No ar pairava insistentemente uma musica flamenca que não tinha muito a ver com o local.
Na rua à minha esquerda um senhor de meia idade simplesmente não fazia nada, por vezes dentro do carro, por vezes fora dele, encostado à parede ou de braços cruzados à espera que o tempo passasse por ele.
Entretanto chegou um casal de férias que alugou a casa mais escura à direita por uns dias, cuja proprietária já estava preocupada com o atraso com que apareceram.
Um grupo de cães deambulava por ali de trás para a frente, que iam aproveitando a sombra do muro para descansar da algazarra que faziam quando passava outro cão na rua.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Escadinhas da Saúde
O nome é engraçado: "Escadinhas da Saúde", mas não dão saúde a ninguém, a ver pelo ar ofegante e desgastado com que toda a gente acabava de subir os 147 degraus e punha nas mãos nos joelhos para recuperar o fôlego.
domingo, 7 de junho de 2015
Carrossel medieval
Ainda na feira de Alhos Vedros encontrei um carrossel medieval todo feito em madeira com algumas curiosidades:
- Os animais que se podem cavalgar são troncos forrados com lã de ovelha e pele de cabra,
- O carrossel a movido à força de pedais. Alguém tem que estar sentado ao lado dele a dar à perna.
- O tempo de cada passeio é medido por uma ampulheta instalada no pau vertical ao lado do carrossel.
Engraçada, esta engenhoca... muito engraçada!!
sábado, 6 de junho de 2015
Feira Medieval de Alhos Vedros
Dei um pulinho à feira medieval de Alhos Vedros. Nunca tinha visitado nenhuma e confesso que tem a sua piada. Mas continua a ser uma feira e, especialmente sendo fora do normal, uma feira cheia de gente.
Normalmente não seria um local onde gostasse de desenhar, mas fui lá com essa premissa e assim fiz. Afastei-me um pouco da confusão e desenhei a feira como que "vista de cima", para tentar retratar a amálgama de tendas que por ali estavam.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Monocromático
Há muito, mas mesmo muito que tinha esta ideia. Um caderno pequeno (9x9cm) só com desenhos a preto e branco ou com pequenos apontamentos de uma só cor.
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