terça-feira, 30 de junho de 2015

Ai os terços


Às vezes acontece... comecei a desenhar numa ponta e quando cheguei ao meio do caderno coincidiu com a transição da parede para o muro. E assim de repente parecem 2 desenhos diferentes encostados um ao outro. Teria feito mais sentido se me tivesse preocupado com as regras de composição, nomeadamente a dos terços, e tivesse desenhado a transição mais para um dos lados em vez de o fazer no centro. Fica como lição para o futuro.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

São Manços - p&b


Como agora sinto um apelo do preto e branco em cada local que passo, não podia deixar de pegar no caderno pequeno em São Manços. Apesar de ainda ser de manhã cedo tive que ir procurar a sombra da casa para desenhar, porque ao sol já não conseguia estar.

domingo, 28 de junho de 2015

São Manços - mais monte


A seguir à zona do Poço do Bispo este deve ser o motivo que já repeti mais vezes nos meus cadernos. Mas já me dá um certo gozo desenhar o mesmo local. Há tantas variáveis que tornam cada desenho diferente que não há o perigo de me repetir.

sábado, 27 de junho de 2015

Évora - feira a p&b


Quis experimentar desenhar a feira no caderno pequeno, a preto e branco. Não é fácil representar em pequena escala a mistalgada de cores das bancadas, por isso tive que prestar mais atenção aos toldos e cabos que dão volume à feira.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Évora - feira de São João


Desenhar em feiras não é propriamente o que me dá mais gozo, mas nada como um bom desafio. Aqui baldei-me um pouco às bancadas cheias, mas cheias mesmo de coisas para desenhar. Ah, e baldei-me também às pessoas que por ali passavam. A minha feira é mais uma feira fantasma.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Évora


Mais uma vez em Évora. Este foi um desenho rápido no caderno pequeno, enquanto esperava pelo resto dos companheiros de visita à feira de São João.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Rebocador


Fiquei com pena porque só depois de me ir embora é que me lembrei que devia ter visto o nome deste rebocador e incluí-lo na dupla página. Assim dava-lhe uma identidade.
De qualquer forma agradeço-lhe o momento em ficou ali a posar para mim, apesar de não estar completamente sossegado e ir mudando ligeiramente de posição ao sabor da ondulação do Tejo.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Recolha à base


Não me lembro de algum dia ter visto tantos destes barco juntos, atracados na Rocha Conde D'Óbidos.  Também julgo que nunca por ali tinha passado ao final do dia e provavelmente recolheram todos à base para passar a noite.
De inicio pareceu-me um desafio demasiado grande desenhá-los todos (se olharmos bem a quantidade de pormenores que eles têm é quase estonteante), mas na realidade é um belo exercício de simplificação e, pelo sim pelo não, peguei na caneta pincel para não cair na tentação de começar a desenhar os parafusos.

domingo, 21 de junho de 2015

À volta do porto


O final de tarde estava espectacular e, apesar de bastante quente, junto ao rio estava uma pequena brisa que lá ia arrefecendo o corpo.
Sempre gostei desta pequena "torre" pertencente a um estalei naval no porto de Lisboa. As escadas em caracol que lhe dão acesso, assim como as janelas e porta, têm sobre mim um apelo especial que não sei explicar. E como não quis deixar de responder a esse apelo lá fui eu desenhá-la, encostado à rede da linha do comboio.

sábado, 20 de junho de 2015

Quinta do cavalo Kiron


Fomos visitar a Quinta do Cavalo Kiron, perto de Sintra, um local onde se fazem intervenções assistidas com cavalo. A premissa era desenhar os animais e as actividades da quinta, mas a chuva trocou-nos as voltas. Quando chegámos até que o tempo não estava, mas durante a apresentação feita pelo Pedro Amado a chuva começou a cair e nunca mais parou.


De qualquer forma, abrigados dentro de uns pequenos espaços, dediquei-me mais a desenhar as pessoas à chuva do que os cavalos que estavam mais longe.


Perto da hora do almoço os animais recolheram às boxes para comer e sempre para os tentar desenhar um pouco.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Amoreiras


Foi no alto do Parque da Serafina que desenhei os edifícios das Amoreiras. Sentado num pedaço de erva, com as formigas a treparem pelas pernas constantemente, debaixo de um sol que ocasionalmente se escondia atrás de uma nuvem passageira mas que era o suficiente para me ir aquecendo contra o vento que cada vez soprava mais frio.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Escadinhas da Barroca


Que me lembre assim de repente já tinha desenhado nestas escadas por outras 2 ocasiões, e há muito que tinha referenciado estas chaminés para entrarem no meu caderno. São muito peculiares e não conheço nenhumas como elas, especialmente em Lisboa onde não se enquadram minimamente. Mas são um belo motivo para desenhar.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Outra vez na Rua João do Outeiro


Ainda no sentado no mesmo banco onde fiz o desenho anterior, virei-me para o outro lado e pus o caderno panorâmico na vertical (não é habitual fazê-lo, mas de vez em quando lá acontece). Enquanto desenhava presenciei a conversa entre 2 moradoras, uma na rua e outra à janela, enquanto uma delas contava as histórias da noite de arraial anterior atirando um palavrão a cada 4 palavras.

terça-feira, 16 de junho de 2015

No banco


Sentando num banco debaixo de uma árvore, num pequeno largo escondido pelas fachadas dos edifícios, voltei a tirar o caderno pequeno para mais uma perspectiva a preto e branco.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Convento da Graça


Ao percorrermos a Costa do Castelo deparamo-nos com uma aberta nos edifícios e uma vista bem bonita para algumas das colinas de Lisboa, incluindo o convento da Graça lá no alto. Foi nele que me foquei, porque a paisagem ali é tão vasta que me obrigaria a ficar ali mais tempo do que queria.

sábado, 13 de junho de 2015

Escadinhas da Achada


Sempre admirei estas escadas de cima para baixo. Desta vez fiz o contrário com um bónus: também as desenhei.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Largo da Achada


Já tinha desenhado aqui perto, mas precisamente uma portas ao fundo da rua à direita. Hoje em dia, quando ando por Lisboa, quase que catalogo os locais de 2 formas: onde já desenhei e onde ainda vou desenhar.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Rua do Regedor


Esta nesga pareceu-me o local ideal para voltar a pegar no caderno pequeno a p&b. Ainda bem, porque passavam por ali muitos carros e o tempo em que não estive a pintar foi tempo em que não levei com os gases de escape.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Rua João do Outeiro - Mouraria


Sentei-me num degrau e encostei-me a uma fachada para fazer este desenho.
No ar pairava insistentemente  uma musica flamenca que não tinha muito a ver com o local.
Na rua à minha esquerda um senhor de meia idade simplesmente não fazia nada, por vezes dentro do carro, por vezes fora dele, encostado à parede ou de braços cruzados à espera que o tempo passasse por ele.
Entretanto chegou um casal de férias que alugou a casa mais escura à direita por uns dias, cuja proprietária já estava preocupada com o atraso com que apareceram.
Um grupo de cães deambulava por ali de trás para a frente, que iam aproveitando a sombra do muro para descansar da algazarra que faziam quando passava outro cão na rua.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Escadinhas da Saúde



O nome é engraçado: "Escadinhas da Saúde", mas não dão saúde a ninguém, a ver pelo ar ofegante e desgastado com que toda a gente acabava de subir os 147 degraus e punha nas mãos nos joelhos para recuperar o fôlego.