quinta-feira, 9 de julho de 2015
Mutação no porto
Durante este desenho o cenário mudou um pouco: o contentor em 1º plano foi retirado por uma enorme máquina e a "grua" vermelha à esquerda não estava lá no inicio e só apareceu mais tarde.
Pelos vistos o porto não pára e está em constante mutação. Já o sabia, mas se calhar acontece com mais rapidez do que pensava.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Por Lisboa
Costumo passar por aqui de bicicleta... desta vez vim aqui para desenhar. É daqueles locais que me sabem bem, à beira rio e sossegados, com a companhia das gruas um pouco mais ao longe.
domingo, 5 de julho de 2015
Sensores e contentores
Há pelo menos 2 equipamentos deste género no porto de Lisboa. Este fica na Rocha Conde D'Óbidos e há outro junto ao Poço do Bispo. Julgo que sejam capazes de fazer uma espécie de scan aos veículos que por lá passam em busca de mercadoria ilegal.
Estava uma manhã algo invernal com uma ligeira neblina sobre a cidade, daquelas que lançam uma bela atmosfera quase misteriosa sobre o porto.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Cemitério dos Parzeres - porta
Há muitas portas no cemitério dos Prazeres... muitas mesmo. Mas há um certo padrão na maior parte delas, apenas com pequenas variações.
No meio de tantas portas lembrei-me que há muito não desenhava uma.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Cemitério a p&b
Para não fugir ao hábito de ultimamente, na visita ao cemitério dos Prazeres lá fiz mais um desenho no caderno pequeno do preto e branco.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Cemitério dos Prazeres
Já no inverno tinha agendado uma visita ao cemitério dos Prazeres, mas naquela altura desatou a chover torrencialmente e abandonei a visita.
Desta vez não chovia mas estava um calor completamente abrasador de 30 e tal graus. Apesar de até existirem várias sombras no local saí de lá prometer que só voltaria lá no inverno, até porque com o tempo invernal o ambiente será muito mais adequado ao local.
terça-feira, 30 de junho de 2015
Ai os terços
Às vezes acontece... comecei a desenhar numa ponta e quando cheguei ao meio do caderno coincidiu com a transição da parede para o muro. E assim de repente parecem 2 desenhos diferentes encostados um ao outro. Teria feito mais sentido se me tivesse preocupado com as regras de composição, nomeadamente a dos terços, e tivesse desenhado a transição mais para um dos lados em vez de o fazer no centro. Fica como lição para o futuro.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
São Manços - p&b
Como agora sinto um apelo do preto e branco em cada local que passo, não podia deixar de pegar no caderno pequeno em São Manços. Apesar de ainda ser de manhã cedo tive que ir procurar a sombra da casa para desenhar, porque ao sol já não conseguia estar.
domingo, 28 de junho de 2015
São Manços - mais monte
A seguir à zona do Poço do Bispo este deve ser o motivo que já repeti mais vezes nos meus cadernos. Mas já me dá um certo gozo desenhar o mesmo local. Há tantas variáveis que tornam cada desenho diferente que não há o perigo de me repetir.
sábado, 27 de junho de 2015
Évora - feira a p&b
Quis experimentar desenhar a feira no caderno pequeno, a preto e branco. Não é fácil representar em pequena escala a mistalgada de cores das bancadas, por isso tive que prestar mais atenção aos toldos e cabos que dão volume à feira.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Évora - feira de São João
Desenhar em feiras não é propriamente o que me dá mais gozo, mas nada como um bom desafio. Aqui baldei-me um pouco às bancadas cheias, mas cheias mesmo de coisas para desenhar. Ah, e baldei-me também às pessoas que por ali passavam. A minha feira é mais uma feira fantasma.
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Évora
Mais uma vez em Évora. Este foi um desenho rápido no caderno pequeno, enquanto esperava pelo resto dos companheiros de visita à feira de São João.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Rebocador
Fiquei com pena porque só depois de me ir embora é que me lembrei que devia ter visto o nome deste rebocador e incluí-lo na dupla página. Assim dava-lhe uma identidade.
De qualquer forma agradeço-lhe o momento em ficou ali a posar para mim, apesar de não estar completamente sossegado e ir mudando ligeiramente de posição ao sabor da ondulação do Tejo.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Recolha à base
Não me lembro de algum dia ter visto tantos destes barco juntos, atracados na Rocha Conde D'Óbidos. Também julgo que nunca por ali tinha passado ao final do dia e provavelmente recolheram todos à base para passar a noite.
De inicio pareceu-me um desafio demasiado grande desenhá-los todos (se olharmos bem a quantidade de pormenores que eles têm é quase estonteante), mas na realidade é um belo exercício de simplificação e, pelo sim pelo não, peguei na caneta pincel para não cair na tentação de começar a desenhar os parafusos.
domingo, 21 de junho de 2015
À volta do porto
O final de tarde estava espectacular e, apesar de bastante quente, junto ao rio estava uma pequena brisa que lá ia arrefecendo o corpo.
Sempre gostei desta pequena "torre" pertencente a um estalei naval no porto de Lisboa. As escadas em caracol que lhe dão acesso, assim como as janelas e porta, têm sobre mim um apelo especial que não sei explicar. E como não quis deixar de responder a esse apelo lá fui eu desenhá-la, encostado à rede da linha do comboio.
sábado, 20 de junho de 2015
Quinta do cavalo Kiron
Fomos visitar a Quinta do Cavalo Kiron, perto de Sintra, um local onde se fazem intervenções assistidas com cavalo. A premissa era desenhar os animais e as actividades da quinta, mas a chuva trocou-nos as voltas. Quando chegámos até que o tempo não estava, mas durante a apresentação feita pelo Pedro Amado a chuva começou a cair e nunca mais parou.
De qualquer forma, abrigados dentro de uns pequenos espaços, dediquei-me mais a desenhar as pessoas à chuva do que os cavalos que estavam mais longe.
Perto da hora do almoço os animais recolheram às boxes para comer e sempre para os tentar desenhar um pouco.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Amoreiras
Foi no alto do Parque da Serafina que desenhei os edifícios das Amoreiras. Sentado num pedaço de erva, com as formigas a treparem pelas pernas constantemente, debaixo de um sol que ocasionalmente se escondia atrás de uma nuvem passageira mas que era o suficiente para me ir aquecendo contra o vento que cada vez soprava mais frio.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Escadinhas da Barroca
Que me lembre assim de repente já tinha desenhado nestas escadas por outras 2 ocasiões, e há muito que tinha referenciado estas chaminés para entrarem no meu caderno. São muito peculiares e não conheço nenhumas como elas, especialmente em Lisboa onde não se enquadram minimamente. Mas são um belo motivo para desenhar.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Outra vez na Rua João do Outeiro
Ainda no sentado no mesmo banco onde fiz o desenho anterior, virei-me para o outro lado e pus o caderno panorâmico na vertical (não é habitual fazê-lo, mas de vez em quando lá acontece). Enquanto desenhava presenciei a conversa entre 2 moradoras, uma na rua e outra à janela, enquanto uma delas contava as histórias da noite de arraial anterior atirando um palavrão a cada 4 palavras.
terça-feira, 16 de junho de 2015
No banco
Sentando num banco debaixo de uma árvore, num pequeno largo escondido pelas fachadas dos edifícios, voltei a tirar o caderno pequeno para mais uma perspectiva a preto e branco.
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