segunda-feira, 27 de julho de 2015
Do outro lado
Desta vez não foi sentado num muro mas sim num pequeno pinoco que fiz este desenho. Não há tempo desenhei de frente e torre rosa que se vê o fundo. Gosto de ver estas ligações entre desenhos, de ver o mesmo elemento a surgir na folha em pontos de vista diferentes, às vezes de uma forma mais óbvia e outras mais dissimulada.
domingo, 26 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
Camião
Na área da Liscont no porto de Lisboa encontra-se um estacionamento com uma série destes camiões todos seguidos. Eu só tive paciência para desenhar 1, mais precisamente o n.º 147 da frota.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Da serra de Carnaxide
Antes de chegar a casa fiz uma pequena paragem pelo caminho da serra para ver se valeria a pena desenhar. Como desenhar vale sempre a pena não foi difícil encontrar o que queria: uma vista larga, neste caso com o mar ao fundo e a mata do estádio nacional a meio caminho.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Jardim de Belém
No jardim há muito que se pode fazer. Por exemplo no banco ao lado do meu estava um senhor com o corpo sentado na diagonal a dormir uma bela soneca.
Mas eu fui lá para desenhar... não sabia bem o quê, mas escolhi sentar-me num banco que estivesse à sombra e depois logo se via.
domingo, 19 de julho de 2015
Meia paragem
Ainda me assustei no inicio deste desenho. Mal tinha começado a desenhar a parte mais alta do edifício quando um camião estacionou mesmo à frente de todo o cenário que tinha decidido desenhar. Fiquei pasmado, mas entretanto percebi que estava só a organizar uns papeis e pouco depois fez-se ao caminho.
Entretanto percebi que é prática comum fazerem isso naquele local porque pararam mais uns quantos enquanto fiz desenhava. Parece que uns metros antes recebem a papelada com as "ordens" relativa à carga e param ali para a organizar antes de seguirem viagem.
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Mistalgada
Caótico, mas bonito. Uma espécie de ferro velho no porto de Lisboa, mesmo à mão de desenhar.
Ultimamente ando cansado das ruas bonitinhas e dos edifícios lavadinhos. A cidade é muito mais do que isso.
terça-feira, 14 de julho de 2015
Quebrar a regra
Eu tenho uma espécie de regra: não desenhar edifícios de frente. Pensei nela quando iniciei este desenho, mas achei que não sendo uma fachada tradicional e o facto de estar encostado a uma parede à sombra seria uma boa desculpa para quebrar essa regra.
Arrependi-me, porque definitivamente escolhi o pior ângulo para desenhar esta torre.
domingo, 12 de julho de 2015
Quinta da Regaleira
A Quinta da Regaleira merece pelo menos a dedicação de um dia inteiro só para desenhos. Enchia um caderno.
Não foi o caso deste sábado em que só tive um bocadinho para desenhar. A quantidade de verde à nossa volta pode ser um pouco assustador, por isso dediquei-me só a um bocadinho. Em frente à cascata encontrei um ponto de observação perfeito para desenhar, ainda para mais porque era um pequeno caminho sem saída onde os visitantes quase não iam, uma vez que bem mais giro atravessar de pedra em pedra o lago mais abaixo ou a ponte junto à cascata.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Não esquecer
Às vezes sinto-me demasiado despreocupado em relação ao desenho e aos linhas direitas e fico a pensar se algum dia será possível despreocupar-me demasiado e já não ser capaz de fazer um desenho cuidado e "direitinho".
Então de vez em quando faço um desenho mais lento, com todas as linhas, para impedir que o meu cérebro se esqueça como se faz.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Mutação no porto
Durante este desenho o cenário mudou um pouco: o contentor em 1º plano foi retirado por uma enorme máquina e a "grua" vermelha à esquerda não estava lá no inicio e só apareceu mais tarde.
Pelos vistos o porto não pára e está em constante mutação. Já o sabia, mas se calhar acontece com mais rapidez do que pensava.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Por Lisboa
Costumo passar por aqui de bicicleta... desta vez vim aqui para desenhar. É daqueles locais que me sabem bem, à beira rio e sossegados, com a companhia das gruas um pouco mais ao longe.
domingo, 5 de julho de 2015
Sensores e contentores
Há pelo menos 2 equipamentos deste género no porto de Lisboa. Este fica na Rocha Conde D'Óbidos e há outro junto ao Poço do Bispo. Julgo que sejam capazes de fazer uma espécie de scan aos veículos que por lá passam em busca de mercadoria ilegal.
Estava uma manhã algo invernal com uma ligeira neblina sobre a cidade, daquelas que lançam uma bela atmosfera quase misteriosa sobre o porto.
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Cemitério dos Parzeres - porta
Há muitas portas no cemitério dos Prazeres... muitas mesmo. Mas há um certo padrão na maior parte delas, apenas com pequenas variações.
No meio de tantas portas lembrei-me que há muito não desenhava uma.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Cemitério a p&b
Para não fugir ao hábito de ultimamente, na visita ao cemitério dos Prazeres lá fiz mais um desenho no caderno pequeno do preto e branco.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Cemitério dos Prazeres
Já no inverno tinha agendado uma visita ao cemitério dos Prazeres, mas naquela altura desatou a chover torrencialmente e abandonei a visita.
Desta vez não chovia mas estava um calor completamente abrasador de 30 e tal graus. Apesar de até existirem várias sombras no local saí de lá prometer que só voltaria lá no inverno, até porque com o tempo invernal o ambiente será muito mais adequado ao local.
terça-feira, 30 de junho de 2015
Ai os terços
Às vezes acontece... comecei a desenhar numa ponta e quando cheguei ao meio do caderno coincidiu com a transição da parede para o muro. E assim de repente parecem 2 desenhos diferentes encostados um ao outro. Teria feito mais sentido se me tivesse preocupado com as regras de composição, nomeadamente a dos terços, e tivesse desenhado a transição mais para um dos lados em vez de o fazer no centro. Fica como lição para o futuro.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
São Manços - p&b
Como agora sinto um apelo do preto e branco em cada local que passo, não podia deixar de pegar no caderno pequeno em São Manços. Apesar de ainda ser de manhã cedo tive que ir procurar a sombra da casa para desenhar, porque ao sol já não conseguia estar.
domingo, 28 de junho de 2015
São Manços - mais monte
A seguir à zona do Poço do Bispo este deve ser o motivo que já repeti mais vezes nos meus cadernos. Mas já me dá um certo gozo desenhar o mesmo local. Há tantas variáveis que tornam cada desenho diferente que não há o perigo de me repetir.
sábado, 27 de junho de 2015
Évora - feira a p&b
Quis experimentar desenhar a feira no caderno pequeno, a preto e branco. Não é fácil representar em pequena escala a mistalgada de cores das bancadas, por isso tive que prestar mais atenção aos toldos e cabos que dão volume à feira.
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