domingo, 25 de outubro de 2015
Sopa de tomate
De vez em quando dá-me para isto... um belo dia tive um desejo: comer uma sopa de tomate da Casa do Alentejo. A partir desse dia não descansei enquanto não cheirei de perto a dita sopa e a provei logo a seguir. Mas entre o cheirá-la e prová-la ainda arranjei um tempinho para desenhá-la.
sábado, 24 de outubro de 2015
Estrela
Há algum tempo tinha desenhado esta perspectiva num caderno bem maior. Gostei muito do desenho só com o traço a caneta e quando lhe apliquei a cor fiquei algo decepcionado, porque estava muito melhor a preto e branco do que ficou com cor.
Assim ofereci-me uma nova oportunidade e desta vez peguei no caderno pequeno onde só tenho feito desenhos a preto e branco, para garantir que ali não entrava nem um pingo de aguarela.
Este pequeno jardim ao lado da Basílica da Estrela é muito agradável e tem alguns cantos interessantes para desenhar. Para já ainda só me repeti na perspectiva, mas vou ter que lá voltar para mais alguns rounds virado para outro lado.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Mar da Palha
Junto ao Mar da Palha no rio Tejo há um pequeno caminho desde o Parque das Nações que segue ao longo da margem, perfeito para um pequeno passeio. Não tem nenhuma beleza extraordinária, mas é muito simpático e calmo se não for "hora de ponta".
Passei por lá num momento de calmaria na chuva que caiu no fim de semana, e como não havia muito tempo acabei por desenhar só a preto e branco no caderno pequeno.
domingo, 11 de outubro de 2015
Antes era assim
Na casa dos meus avós havia uma peça deste género, fixa à parede da cozinha (esta já não tem a caixa de protecção, o que é bom porque se vê o mecanismo). Em todas as divisões da casa havia um cordelinho que se podia puxar para chamar a empregada e na cozinha ,em conjunto com uma buzina, baixava o número correspondente à divisão onde se puxou o cordel.
Lembro-me que adorava puxar os cordéis e depois ir à cozinha "zerar" o mostrador.
sábado, 10 de outubro de 2015
Panteão Nacional ao fim de tarde
A minha vontade inicial foi ir desenhar perto do rio, para apanhar as cores do pôr do sol e os seus reflexos. Mas parecia estar demasiado frio para essas bandas e acabei por me sentar na esplanada do Clara Clara mesmo junto ao Panteão Nacional.
Não foram precisos reflexos para que cenário fosse de pasmar, tal era o espectáculo proporcionado pelo céu com o sol cada vez mais baixo, ao qual o desenho não faz justiça.
Antes de ser feito este desenho estava destinado para o leilão da associação dos Urban Sketchers, e é para lá que vai hoje.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Évora - à mesa
Como é habitual nos encontros dos sketchers, à mesa também se desenha, seja ao almoço ou na esplanada num final de tarde.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Évora - fábrica dos leões V
Mais para o final do dia abandonei os edifícios da antiga fábrica e dediquei-me um pouco mais à área envolvente.
Cheguei até ao antigo portão, onde ainda se podem encontrar uns "vasos" sobre os pilares de entrada, num dos quais se lê "fábrica" e no outro se lê " dos leões". Eu optei por desenhar apenas um deles.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Évora - fábrica dos leões IV
Depois do almoço dei meia volta à fábrica pelo exterior. Desde lado não se vê qualquer zona recuperada e todo o edifício parece abandonado.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Évora - antiga fábrica dos leões III
O interior das instalações no polo de dança não está remodelado e podemos ver como era originalmente enquanto a fábrica ainda laborava. Já está tudo despido da maior parte dos equipamentos, mas as paredes, tectos e chão ainda lá estão.
domingo, 4 de outubro de 2015
Évora - antiga fábrica dos leões II
Subimos ao telhado para investigar as vistas. Durante algum tempo quase todo o grupo esteve lá em cima, a tentar aproveitar a sombra possível porque o sol do Alentejo naquela manhã fazia alguma mossa,
Os silos devem ter sido o elemento mais desenhado do dia, de cima, de baixo, ao perto e ao longe.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Évora - antiga fábrica dos Leões
Foi com o propósito de participar no encontro dos Urban Sketchers, no âmbito da iniciativa (a)Riscar o Património da DGPC, que voltei a Évora para passar um dia a desenhar.
Como o tema era o património industrial foi escolhida para o encontro a antiga fábrica de massas Leões, que agora serve de polo à Universidade de Évora.
Inicialmente como estava difícil encontrar a chave do pavilhão onde era suposto desenharmos de manhã, sentei-me logo a uma sombra para o primeiro desenho do dia, impulsionado pelo invulgar candeeiro que se ecnontra no meio do relvado.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Foi desta
Infelizmente não tenho conseguido desenhar muito. Estes desenhos saíram quase de raiva, quando ia a passar de carro por esta rua e estacionei num lugar disponível decidindo que era ali mesmo que ia voltar a pegar no caderno.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Rua de São Bento
Apesar do sol da manhã já estar a ferver, ainda me sentei um pouco nas escadas da assembleia da republica enquanto esperava que chegassem. Como o caderno é pequeno usei a caneta de bico fino para tentar encaixar o casario de forma competente.
domingo, 27 de setembro de 2015
Jardim do Torel
São engraçados estes bancos espreguiçadeira do Jardim do Torel. Podemos estar ali completamente refastelados virados para uma bela vista de Lisboa, mas desta vez fiquei atrás deles para os poder desenhar à socapa.
sábado, 26 de setembro de 2015
Cais das colunas
Já não é a primeira vez que desenho o cais das colunas, mas não o tinha feito ainda no caderno pequeno a preto e branco.
Ia visitar a exposição sobre a luz de Lisboa no torreão poente do Terreiro do Paço, mas como cheguei antes do horário de abertura aproveitei o sol para me sentar um pouco à beira rio.
Àquela hora a cidade ainda não acordou completamente e deu para aproveitar o momento com um relativo sossego.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
São Cosmado
Finalizo hoje a partilha dos desenhos deste verão em São Cosmado. Apesar de ter sido o último a entrar no blog foi dos primeiros a ser feito. Seguia tranquilamente pelo caminho quando uma pequena videira me despertou a atenção devido à quantidade de tonalidades das suas folhas. Algumas ainda frescas, outras secas e outras a meio caminho.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
São Cosmado - junto à igreja
Já num final de dia aproveitei uma espécie de banco em pedra encostado a uma fachada para me sentar quase confortavelmente a desenhar uma parte do largo principal junto à igreja.
sábado, 19 de setembro de 2015
São Cosmado - eólicas e alta tensão
Já referi anteriormente que hoje em dia quase que os montes têm mais torres eólicas do que pinheiros. Neste local vêm-se tantas no horizonte que não me apeteceu desenhá-las. Desenhei sim os postes de alta tensão que também andam por ali.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
São Cosmado - mais acima
Já no ano passado queria ter desenhado este cenário, mas o facto de ter que o fazer mesmo ao lado da estrada principal demoveu-me, porque prefiro estar um pouco mais sossegado e não ficar à mercê do ruído dos carros e camiões que por ali passam.
Mas este ano decidi não me armar em esquisito e avançar mesmo para o desenho.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
São Cosmado - a casa
São Cosmado será sempre associado à casa. Já foi apelidada de Casa Azul devido à cor azul celeste que pintava as suas fachadas, que facilitava a sua identificação ao longe a partir da estrada nacional mesmo antes de chegarmos a São Cosmado. Mas a certa altura o meu avô decidiu pintá-la de branco e o nome ficou desajustado... e nunca passou a ser chamada de casa branca, é simplesmente a Casa.
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