domingo, 29 de novembro de 2015

Vila Dias


Foi mais um encontro dos Urban Sketchers que me levou até à Vila Dias, em Xabregas. Como habitualmente foi reconhecer todo o terreno e acabei por parar "nas traseiras" da vila, numa colina com muitas hortas, com uma vista sobre os telhados que encaixou perfeitamente no caderno pequeno.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Poço do Bispo - nevoeiro


Já desenhei neste local algumas vezes... talvez já possa dizer muitas vezes mesmo... e nunca tinha visto o cenário desta forma. Em cima do rio, e só em cima do rio, estava um banco de nevoeiro cerrado. Mas se andássemos 100 metros terra adentro o sol era de verão.
Assim, apesar dos barcos estarem envoltos em nevoeiro, havia uma luz do sol muito forte que ainda conseguia penetrar e criar umas sombras bem contrastantes que não pude deixar de tentar representar.

No desenho anterior que tinha feito neste caderno pequeno tinha achado que não voltaria a usar a caneta castanha, e que me manteria só com as cinzas. Ora não podia estar mais enganado, foi logo na dupla página seguinte que o fiz. O castanho pareceu-me perfeito para representar aqueles "pinocos" (cabeços de amarração) característicos das zonas portuárias.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

São Manços


Ainda só tinha feito 1 desenho do mini caderno (3x3cm), curiosamente na última vez que tinha estado em Évora. Foi preciso voltar lá voltar (ou quase, São Manços fica a 25km) para voltar a usar o caderno.
É realmente um grande desafio desenhar num formato tão pequeno, principalmente porque continuo a querer enfiar tudo lá dentro.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Amieira - antas


Na estrada perto da marina da Amieira encontrámos um sinal para uma estrada de terra que indicava "antas" e tivemos vontade de ir visitar o local. Fomos percorrendo a estrada de terra batida (bonita, que seguia ao longo da margem da lagoa) e nunca mais encontrávamos as antas. Passámos por 3 ou 4 desvios para pequenos caminhos sem qualquer indicação, mas da antas nem vê-las.
Até que a estrada virou para o interior e entrámos no mato cerrado e, no ponto em que os arbustos começaram a riscar o carro decidimos voltar para trás.
Por acaso a meio do caminho passámos por um senhor que estava numa casa ali perto e perguntámos pelas antas. Afinal já tínhamos passado por elas: estavam ao fundo de um caminho quase invisivel, sem qualquer indicação.
Se alguém se deu ao trabalho de, a partir da estrada de alcatrão, colocar um sinal a dizer "antas", custava muito pôr outro a indicar o desvio da estrada de terra batida para lá chegar? Se não fossem as indicações do senhor nunca teríamos lá chegado.

De qualquer forma as antas eram 2, uma já em mau estado, suportada por uma estrutura metálica, e outra um pouco melhor, que com a subida das águas ficou pousada num local mesmo virado para a lagoa.

domingo, 22 de novembro de 2015

Amieira


Com a barragem do Alqueva veio o aproveitamento da lagoa que se formou. A massa de água realmente é enorme e quase que obriga um passeio de barco. Mas o meu passeio foi simplesmente até à marina da Amieira onde é possível alugar barcos para passar a noite na lagoa. Não desenhei a marina mas sim uma curva de terra como tantas outras que se encontram nas margens da lagoa.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O monte de São Manços


Numa nova visita a São Manços, Évora, lá voltei a desenhar o cenário do costume, desta vez no caderno pequeno a preto & branco com a técnica que tenho andado a experimentar.
Como tudo o que é novo ainda não controlo bem o final dos desenhos com esta mancha, mas com alguma insistência hei-de lá chegar. Mas para já acho que vou deixar o castanho de fora, porque acho que tem uma cor demasiado vibrante em contraste com o cinza. Mas como isto são tudo opções do momento, com jeitinho o castanho ainda volta mais depressa do que espero.

Mais tralha


Tenho-me sentido cada vez mais atraído por estes cenários menos "lógicos", em oposição aos cenários mais bonitinhos. Como se tivessem mais vida, mas que possa ser observado.

domingo, 15 de novembro de 2015

Alcochete - na praia II


Foi um belo passeio na praia à beira Tejo, apesar dos mosquitos que esvoaçavam em meu redor e que acabaram por me apanhar algumas partes do corpo.
Passou por ali muita gente a passear os seus cães, enquanto que outros simplesmente relaxavam sentados a observar as cores do céu e do rio em grande mutação, à medida que o sol ia ficando cada vez mais baixo.

sábado, 14 de novembro de 2015

Alcochete - na praia


Tenho uma espécie de panca por reservatórios de água. Gosto de os ver a torrear a paisagem. Este foi a razão principal para ter feito este desenho, embora tenha ficado um pouco perdido no meio do restantes elementos, porque também fiquei fascinado pela fachada do edifício à sombra em oposição à luz dos pedaços iluminados pelo sol que já ameaçava esconder-se no horizonte.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Alcochete - no pontão


O pontão de Alcochete é extenso, e percorre-lo já é um belo passeio. Para que o farol implantado no fundo do pontão não perdesse expressão acabei por não desenhar a perspectiva extensa de todo o pontão, mas sim a partir de um ponto já mais perto do farol.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Alcochete


A meteorologia no fim de semana esteve fantástica depois de uma pequena temporada de frio e chuva. Aproveitei e fui dar um passeio a Alcochete e foi sentado no extremo do seu extenso pontão que fiz um primeiro desenho, com a ponte Vasco da Gama e o Cristo Rei lá ao fundo.

domingo, 8 de novembro de 2015

Moinho no Restelo


À primeira vista parece um daqueles desenhos que fui fazendo há uns tempos, na berma de uma estrada qualquer em zonas campestres, mas na realidade foi feito junto ao jardim dos Moinhos no Restelo, numa manhã bem cinzenta.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ai o céu


Estava uma manhã de aguaceiros. O sol dava lugar à chuva completamente de repente e voltava a tomar o seu lugar ainda mais depressa.
Quando achava que tinha acabado este desenho, o céu relativamente claro por onde tinha começado e que estava no caderno já tinha desaparecido, e agora começava a tornar-se mais escuro. E assim decidi escurece-lo também no desenho, o que não devia ter feito porque gostei muito mais da versão com o céu claro e que não vou voltar a ver.

sábado, 31 de outubro de 2015

Paleta limitada


Tenho andado com esta ideia há algum tempo mas ainda não a tinha concretizado: escolher 3 cores e só 3 para pintar um desenho.
Neste caso optei por uma escolha algo lógica, ou seja, 3 primárias, mas ainda hei-de repetir o exercício com uma escolha menos lógica.
Desta vez as escolhidas foram o indigo, amarelo india e o carmim alizarino.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Inacabado


Este desenho ficou a meio... ou a 2/3... enfim, não terminou. Tinha aproveitado um lugar de estacionamento numa daquelas zonas para carregamento dos veículos eléctricos, achando que ninguém deve usar estes lugares.
Lá estava eu entretido com o desenho quando alguém pára o carro ao lado do meu, a olhar para mim com ar de quem precisa de algo que eu tenho, e percebi logo que ia ter que abandonar o meu spot para dar lugar ao senhor que precisava da energia eléctrica.
Azar!! De qualquer forma não me preocupei muito, gostei do desenho mesmo com a sensação de inacabado apesar de cada vez que olho para ele ficar a imaginar como poderia ter sido.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Em Santos


Acho que o que me atraiu foi o topo daquela igreja a espreitar atrás do casario, quase que escondida dos olhos de todos.
Junto à linha do comboio estão 2 enormes painéis publicitários sem publicidade, a tapar a vista dos edifícios mais próximos.
Apesar disso apeteceu-me avançar para o desenho. A luz matinal ajudou a dar contraste a todo o cenário.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

À beira rio


Mais um desenho à beira rio para matar um bocadinho de tempo disponível. Não fiquei convencido com a forma como desenhei a pequena ondulação, mas de qualquer forma saí do local com o peito cheio por ter descontraído um pouco de caderno e caneta na mão.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Mercado de Santa Clara


A diferença nestas ruas entre o sábado e o domingo de manhã é quase maior do que a diferença da noite para o dia. Sábado é dia de feira da Ladra. Domingo é dia de descanso... mas mão para um urban sketcher que detesta multidões a adora desenhar as ruas vazias.
O ambiente ameno da manhã, ainda indeciso em relação à chuva ou ao sol, só ajudou a tornar a experiência do desenho ainda mais satisfatória.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Travessa do Convento de Jesus


Já mesmo no final do dia, quando entrei no carro para ir em direcção casa, reparei que à minha frente estava parte da fachada do Convento de Jesus, iluminada por uma luz solar já bastante enfraquecida e encaixada acima dos edifícios e árvores.
Nem tive tempo de pensar... quando dei por mim já as minhas mãos tinham pegado no caderno e caneta.