sábado, 26 de dezembro de 2015
Lisboa - assim ficou
Tinha uma ideia para aplicar cor neste desenho. Aliás, o traço a caneta evoluiu precisamente em função dessa ideia, para a poder realçar. No final não tive tempo para a cor e também não me apeteceu aplicá-la mais tarde, e assim ficou o desenho, órfão da ideia inicial.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Forte São Julião da Barra
No âmbito de um encontro dos Urban Sketchers tive a oportunidade de visitar o forte de São Julião da Barra, algo que pensava não ser possível.
Por fora não se consegue ter a noção das dimensões reais do forte, por isso perdi-me um pouco a tentar visitar todos os cantos possíveis. O tempo disponível não era muito, por isso deixei uns quantos desenhos por fazer.
sábado, 12 de dezembro de 2015
Torre Vasco da Gama
Enquanto esperava que saíssem da FIL calhou arranjar um estacionamento quase à porta, que estava também virado para a torre Vasco da Gama. Em condições normais acho que nunca teria vontade de a desenhar, mas como estava ali virado para ela resguardado da temperatura na rua que estava a baixar, foi simplesmente um caso de aproveitamento da ocasião.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Marvila
Esta torre vê-se de longe numa zona junto ao rio e já há algum tinha estado perto dela, mas sem a desenhar. Desta vez fui lá com essa premissa.
Pouco tempo depois de começar a desenhar já tinha junto a mim 2 raparigas (deviam andar à volta dos 8 anos), a espreitar o desenho e a conversar comigo. Disseram-me que esta torre pertencia a uma antiga fábrica de sabão. Fui investigar e efectivamente naquela zona existiu o complexo "Sociedade Nacional de Sabões" onde foram fabricados sabões, detergentes, pastas de dentes e afins, que fechou no final dos anos 90. Parece que este mirante é tudo o que sobra do antigo complexo.
No final partilhei todos os desenhos do caderno com as raparigas.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Madredeus
Para mim há algo de belo no caos dos telhados que não consigo explicar. Por isso quando vejo um enquadramento do género por entre a vegetação é-me quase irresistível não pegar na caneta e caderno. É que nem quero resistir, quero sim é começar a ver o desenho a ganhar forma enquanto sorrio por poder contemplar aquela vista ao mesmo tempo que faço algo de que gosto muito.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Vila Dias
Voltei à Vila Dias na zona de Xabregas, desta vez pelo lado oposto ao local onde tinha entrado da primeira vez. Já na outra visita me tinha interessado na relação da vila com alguns edifícios mais altos que a rodeiam, e neste ponto de vista isso é ainda mais notório. Era já meio da tarde e o sol de frente com alguma neblina provocava uma espécie de efeito fantasmagórico nos prédios mais altos, que ao mesmo tempo permite dar mais ênfase à vila, que no fundo era o objectivo principal.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Galinheiras
O edifício é bonito, apesar de estar em mau estado. Recusei-me a pôr cor na meia parede de tijolo que ali estava, completamente desenquadrada de tudo o resto. Achei que a cor do tijolo iria ferir o desenho, para além de chamar atenção ao que ali é bem feio.
Talvez um dia terminem a parede e a enquadrem no edifício.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Rocha Conde D´Óbidos
Por vezes deixo ao acaso e faço depender o desenho conforme o local onde consigo estacionar o carro.
Neste caso não sabia o que ia desenhar, apenas que o iria fazer de dentro do carro (o frio matinal não convidava nada a sair). Só depois de estacionar é que podia escolher o lado para onde me virar. Tive sorte, porque o enquadramento à frente do carro era perfeito e nem sequer tive duvidas.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Mercado de Xabregas
O Mercado de Xabregas, desenhado a em cima de um frigorífico, no meio de cheiros pouco agradáveis, tudo para conseguir um ângulo ligeiramente original.
domingo, 29 de novembro de 2015
Vila Dias
Foi mais um encontro dos Urban Sketchers que me levou até à Vila Dias, em Xabregas. Como habitualmente foi reconhecer todo o terreno e acabei por parar "nas traseiras" da vila, numa colina com muitas hortas, com uma vista sobre os telhados que encaixou perfeitamente no caderno pequeno.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Poço do Bispo - nevoeiro
Já desenhei neste local algumas vezes... talvez já possa dizer muitas vezes mesmo... e nunca tinha visto o cenário desta forma. Em cima do rio, e só em cima do rio, estava um banco de nevoeiro cerrado. Mas se andássemos 100 metros terra adentro o sol era de verão.
Assim, apesar dos barcos estarem envoltos em nevoeiro, havia uma luz do sol muito forte que ainda conseguia penetrar e criar umas sombras bem contrastantes que não pude deixar de tentar representar.
No desenho anterior que tinha feito neste caderno pequeno tinha achado que não voltaria a usar a caneta castanha, e que me manteria só com as cinzas. Ora não podia estar mais enganado, foi logo na dupla página seguinte que o fiz. O castanho pareceu-me perfeito para representar aqueles "pinocos" (cabeços de amarração) característicos das zonas portuárias.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
São Manços
Ainda só tinha feito 1 desenho do mini caderno (3x3cm), curiosamente na última vez que tinha estado em Évora. Foi preciso voltar lá voltar (ou quase, São Manços fica a 25km) para voltar a usar o caderno.
É realmente um grande desafio desenhar num formato tão pequeno, principalmente porque continuo a querer enfiar tudo lá dentro.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Amieira - antas
Na estrada perto da marina da Amieira encontrámos um sinal para uma estrada de terra que indicava "antas" e tivemos vontade de ir visitar o local. Fomos percorrendo a estrada de terra batida (bonita, que seguia ao longo da margem da lagoa) e nunca mais encontrávamos as antas. Passámos por 3 ou 4 desvios para pequenos caminhos sem qualquer indicação, mas da antas nem vê-las.
Até que a estrada virou para o interior e entrámos no mato cerrado e, no ponto em que os arbustos começaram a riscar o carro decidimos voltar para trás.
Por acaso a meio do caminho passámos por um senhor que estava numa casa ali perto e perguntámos pelas antas. Afinal já tínhamos passado por elas: estavam ao fundo de um caminho quase invisivel, sem qualquer indicação.
Se alguém se deu ao trabalho de, a partir da estrada de alcatrão, colocar um sinal a dizer "antas", custava muito pôr outro a indicar o desvio da estrada de terra batida para lá chegar? Se não fossem as indicações do senhor nunca teríamos lá chegado.
De qualquer forma as antas eram 2, uma já em mau estado, suportada por uma estrutura metálica, e outra um pouco melhor, que com a subida das águas ficou pousada num local mesmo virado para a lagoa.
domingo, 22 de novembro de 2015
Amieira
Com a barragem do Alqueva veio o aproveitamento da lagoa que se formou. A massa de água realmente é enorme e quase que obriga um passeio de barco. Mas o meu passeio foi simplesmente até à marina da Amieira onde é possível alugar barcos para passar a noite na lagoa. Não desenhei a marina mas sim uma curva de terra como tantas outras que se encontram nas margens da lagoa.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
O monte de São Manços
Numa nova visita a São Manços, Évora, lá voltei a desenhar o cenário do costume, desta vez no caderno pequeno a preto & branco com a técnica que tenho andado a experimentar.
Como tudo o que é novo ainda não controlo bem o final dos desenhos com esta mancha, mas com alguma insistência hei-de lá chegar. Mas para já acho que vou deixar o castanho de fora, porque acho que tem uma cor demasiado vibrante em contraste com o cinza. Mas como isto são tudo opções do momento, com jeitinho o castanho ainda volta mais depressa do que espero.
Mais tralha
Tenho-me sentido cada vez mais atraído por estes cenários menos "lógicos", em oposição aos cenários mais bonitinhos. Como se tivessem mais vida, mas que possa ser observado.
domingo, 15 de novembro de 2015
Alcochete - na praia II
Foi um belo passeio na praia à beira Tejo, apesar dos mosquitos que esvoaçavam em meu redor e que acabaram por me apanhar algumas partes do corpo.
Passou por ali muita gente a passear os seus cães, enquanto que outros simplesmente relaxavam sentados a observar as cores do céu e do rio em grande mutação, à medida que o sol ia ficando cada vez mais baixo.
sábado, 14 de novembro de 2015
Alcochete - na praia
Tenho uma espécie de panca por reservatórios de água. Gosto de os ver a torrear a paisagem. Este foi a razão principal para ter feito este desenho, embora tenha ficado um pouco perdido no meio do restantes elementos, porque também fiquei fascinado pela fachada do edifício à sombra em oposição à luz dos pedaços iluminados pelo sol que já ameaçava esconder-se no horizonte.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Alcochete - no pontão
O pontão de Alcochete é extenso, e percorre-lo já é um belo passeio. Para que o farol implantado no fundo do pontão não perdesse expressão acabei por não desenhar a perspectiva extensa de todo o pontão, mas sim a partir de um ponto já mais perto do farol.
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