domingo, 24 de janeiro de 2016

Guarita


Já há tempos tinha desenhado uma guarita na zona do Restelo. Agora apanhei outra na zona da Charneca. Acho sempre que as pequenas frestas lhes dão um ar quase espacial, tipo ovni ou robot.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Casual


Nada de especial por aqui, apenas um caminho casual que dá acesso a algum lugar.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Ao alto


É raro usar o caderno ao alto. Não porque não gosto, mas mais porque não me lembro ou porque tenho tendência para varrer os desenhos na horizontal, bem mais do que na vertical. Mas de vez em quando lá vem o ímpeto de por o caderno para cima. Neste caso justificou-se plenamente para o que queria desenhar.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Na Charneca


Talvez a Charneca de Caparica seja mais conhecida, mas em Lisboa há também uma Charneca nas traseiras do aeroporto. Já não se encontram por ali os prédios altos da cidade e alguns espaços abertos conferem-lhe um ar quase campestre, com a cidade no horizonte.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Caos


Não sei o que se passou neste dia, mas foi algo caótico. Comecei a desenhar aquele veiculo mas cansei-me rapidamente e desisti.
Virei-me para outro lado, peguei na caneta pincel e desenhei a perspectiva da rua sem grande preocupação.
Logo a seguir virei-me ainda mais um pouco e, com a caneta cinzenta, desenhei uns barcos que ali estavam (um deles até ficou debaixo da pintura do camião).
É uma dupla página diferente daquilo que costumo fazer, mas no final olho para ela gosto deste caos.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Ao lado da linha


Uma paragem pela zona industrial/oriental de Lisboa.
Muitas vezes quando passo nesta avenida gosto de ir do outro lado da linha do comboio, mais junto ao rio. Há qualquer coisa que me puxa para mais perto deste ambiente industrial.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Évora - aqueduto Água de Prata


Existe um passeio pedestre que se estende ao longo do aqueduto Água de Prata que abastece a cidade de Évora há quase 500 anos.
É um belo passeio no qual vamos passando pelos diferentes elementos/equipamentos que compõem o aqueduto (nem todos em bom estado de conservação). O passeio é algo extenso (cerca de 8km) e eu não tinha muito tempo, por isso com muita pena minha só percorri cerca de 1/3 do percurso e fiz apenas um desenho.
Mas é relativamente fácil corrigir essa situação e, numa próxima visita a Évora, irei com certeza fazer algo mais.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Évora - Menir dos Almendres


A caminho do cromeleque passamos pelo menir dos Almendres. Ambos estão perfeitamente alinhados com a posição do sol no solsticio  (é incrível a precisão dos humanos há milénios atrás).
O acesso ao menir é feito por um caminho estreito e cercado com subidas e descidas pelo meio da natureza. O solo foi sendo escavado pela água ao longo do tempo, o que acrescenta algo de selvagem ao passeio.
Definitivamente vale a pena visitar ambos os monumentos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Évora - Cromeleque dos Almendres


É incrível mas ao longo destes anos nunca tinha visitado o Cromeleque dos Almendres. Já tinha andado lá perto mas sem o visitar.
Mas desta vez decidi lá ir e fiquei efectivamente deslumbrado. Não esperava a grande escala do monumento, e ainda por cima fica localizado numa elevação a partir da qual se consegue ver a cidade de Évora no horizonte.
Só fiz um desenho, mas podia fazer mais, muitos mais. Podem ser só pedras, mas a sua disposição colina acima e colina abaixo tem tantas possibilidades... Vou lá voltar...




quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Évora - o velho cenário


Este cenário está muito presente na minha memória, já que esta era praticamente a vista da janela da casa dos meus avós (apenas um andar mais alta). Fico muito contente sempre que aqui volto. E desta vez fiquei um pouco mais porque vi o moinho de vento a girar (achava que já não o tinha deixado de fazer há algum tempo).

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Évora

év

Um pequeno recanto em Évora, junto ao jardim do Templo de Diana.
Gostaria de um dia poder dizer que desenhei em todas as ruas de Évora. Talvez se tornasse um pouco repetitivo, ou talvez não. Só saberei se realmente o tentar um dia.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Av. Mouzinho de Albuquerque


Passei naquela avenida e reparei numa pequena "torre" ali enfiada no meio da vegetação, com alguns edifícios ao fundo. Não tardou muito a lá voltar para a desenhar. Estou curioso para tentar perceber o que faz ali.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Alandroal - o final



Já ao final do dia, o sol que tinha estado ausente decidiu despedir-se antes de se deitar e lá lançou umas sombras tímidas pela vila.
Tal como o dia, o encontro também estava a acabar. Já com o grupo quase reunido ainda houve oportunidade para mais um preto e branco no caderno pequeno, antes da partilha e fotografia de grupo habitual dos encontros.
Valeu a pena a viagem.

domingo, 3 de janeiro de 2016

sábado, 2 de janeiro de 2016

Alandroal - chaminés


O almoço ia ser estava marcado para o restaurante Chaminé (a casa à esquerda com a faixa azul), e mesmo à frente esta um belo cenário com uns telhados e chaminés, que me pareceu a entrada perfeita para o almoço.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Alandroal - das muralhas


Ao percorrer as muralhas do castelo ia ocasionalmente enfiando a cabeça nas ameias para espreitar os telhados da vila. Não tive o mínimo de resistência a esta vista, com uma torre sineira mesmo à minha frente e uns belos degraus em perspectiva, mesmo que isso obrigasse a um desenho mais longo.
Ainda iam caindo umas pingas ocasionais e, a certa altura, tive que começar a desenhar com o caderno perfeitamente na vertical para reduzir as probabilidade de lhe caírem algumas. Não deu muito jeito, mas permitiu concluir o trabalho.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Alandroal



Não conhecia o Alandroal. Felizmente os Évora Sketchers agendaram para lá o encontro de Natal e assim lá se justificou a viagem.
O inicio das hostilidades de desenho deu-se no interior das muralhas do castelo, mas pouco depois a chuva começou a cair e foi preciso procurar abrigo.
Acabei por voltar pouco tempo depois... ainda iam caindo algumas pingas enervantes no caderno, mas nada que justificasse uma nova fuga.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Seixo - a estrada


O local onde estava a desenhar tinha uma bela perspectiva da estrada e lembrei-me de todos os desenhos que andei a fazer precisamente na berma das estradas (na série Aquela Estrada). Desde as férias do verão que não o fazia, por isso com com uma espécie de sensação de revivalismo que me sentei num pedregulho da berma e estive ali uns momentos a fazer aquilo que gosto.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Seixo - a p&b


Depois de ter feito o desenho do post anterior a cores, apeteceu-me fazer algo a preto e branco e, como o caderno pequeno está sempre à mão, não foi difícil escolher um ângulo para desenhar nele.
Achei piada a esta casa com um formato afunilado para aproveitar o maior espaço possível naquela fatia junto à estrada e, para além disso, dava um belo desafio de perspectiva.