sábado, 27 de fevereiro de 2016

Cais do Sodré


Quando saí de casa o dia estava "lindo", com um sol mesmo apetecível e um céu azul daqueles de que não gosto, sem qualquer nuvem para desenhar.
Mas pouco mais tarde quando cheguei ao Cais do Sodré já tudo tinha mudado e aos poucos o sol foi ficando atrás de umas nuvens ameaçadoras, tão ameaçadoras que assim que cheguei ao carro descarregaram tudo o que tinham lá dentro.
Mas não me importei nada, porque antes de desaparecer o sol ainda despejou um pouco de luz no cais que estava a desenhar, que contrastou com o fundo cinzento da margem sul.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Cacilhas


Já dentro do carro e antes de deixar Cacilhas para trás, ainda desenhei a torre de controlo, enquadrada nos postes e cabos do metro de superfície que percorre Almada.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Casa da Cerca


Já há muito tempo que andava para visitar a Casa da Cerca em Almada... já há uns anos sem qualquer exagero.
Aproveitei um dia de sol para finalmente o fazer, embora não da forma que mais me apeteceria. Para a experiência completa preferia atravessar o Tejo de Cacilheiro e depois seguir para a casa, mas como apesar do sol o frio ainda andava por ali fiz a travessia sentado comodamente no automóvel.
São simpáticos os jardins, ornamentados com a paisagem de Lisboa mais ao fundo, e proporcionaram-me um belo momento de desenho que ficou assim registado.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Ponte móvel


Já vi esta ponte móvel em funcionamento, a abrir para dar passagem a um barco que saía da marina.
Também já atravessei a pé e de bicicleta.
Acho piada à sua cor laranja, bem contrastante com as restantes cores do local.
Achei que já era hora de figurar numa dupla página de um meu caderno.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Enquadramento


Confesso que não acho muita piada a esta escultura, mas pareceu-me que se enquadrava bem no meu caderno. E enquadrou-se tão bem que ficou mesmo ao centro da dupla página, o que pode ser considerado um erro se prestarmos atenção à regra dos terços da composição. Mas não me preocupei muito... apliquei mais tinta de um lado do que do outro para tentar dar mais movimento ao desenho e parece-me que resultou.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Um pouco mais longe


Vou muitas vezes à doca do Poço do Bispo. Desta vez afastei-me um pouco para ganhar novos cenários para desenhar. Não foi difícil encontrar um ângulo para onde virar o caderno, a ver ao longe as barcas que normalmente estão ao meu lado.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

O caixote


Foi ao estacionar num beco sem saída que surgiu este desenho. Antes de me por a fazer marcha-a-trás com o carro para me ir embora gostei de ver o caixote do lixo junto à porta. E quando assim é nada melhor do que ganhar um bocadinho a brincar no caderno.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Mais


Mais uma vez na doca do Poço do Bispo, mais um pedaço de barca, mais uma dupla página, mais um momento descontraído de desenho e mais uma publicação no blog.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

De volta


Ando a desenhar pouco... ou muito menos do que queria... por isso quando dobrei a esquina e ali parei debaixo do sol de inverno para desenhar soube-me tão bem, mas tão bem, que nem me importei se o cenário que estava a desenhar era interessante ou não.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Guarita


Já há tempos tinha desenhado uma guarita na zona do Restelo. Agora apanhei outra na zona da Charneca. Acho sempre que as pequenas frestas lhes dão um ar quase espacial, tipo ovni ou robot.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Casual


Nada de especial por aqui, apenas um caminho casual que dá acesso a algum lugar.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Ao alto


É raro usar o caderno ao alto. Não porque não gosto, mas mais porque não me lembro ou porque tenho tendência para varrer os desenhos na horizontal, bem mais do que na vertical. Mas de vez em quando lá vem o ímpeto de por o caderno para cima. Neste caso justificou-se plenamente para o que queria desenhar.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Na Charneca


Talvez a Charneca de Caparica seja mais conhecida, mas em Lisboa há também uma Charneca nas traseiras do aeroporto. Já não se encontram por ali os prédios altos da cidade e alguns espaços abertos conferem-lhe um ar quase campestre, com a cidade no horizonte.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Caos


Não sei o que se passou neste dia, mas foi algo caótico. Comecei a desenhar aquele veiculo mas cansei-me rapidamente e desisti.
Virei-me para outro lado, peguei na caneta pincel e desenhei a perspectiva da rua sem grande preocupação.
Logo a seguir virei-me ainda mais um pouco e, com a caneta cinzenta, desenhei uns barcos que ali estavam (um deles até ficou debaixo da pintura do camião).
É uma dupla página diferente daquilo que costumo fazer, mas no final olho para ela gosto deste caos.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Ao lado da linha


Uma paragem pela zona industrial/oriental de Lisboa.
Muitas vezes quando passo nesta avenida gosto de ir do outro lado da linha do comboio, mais junto ao rio. Há qualquer coisa que me puxa para mais perto deste ambiente industrial.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Évora - aqueduto Água de Prata


Existe um passeio pedestre que se estende ao longo do aqueduto Água de Prata que abastece a cidade de Évora há quase 500 anos.
É um belo passeio no qual vamos passando pelos diferentes elementos/equipamentos que compõem o aqueduto (nem todos em bom estado de conservação). O passeio é algo extenso (cerca de 8km) e eu não tinha muito tempo, por isso com muita pena minha só percorri cerca de 1/3 do percurso e fiz apenas um desenho.
Mas é relativamente fácil corrigir essa situação e, numa próxima visita a Évora, irei com certeza fazer algo mais.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Évora - Menir dos Almendres


A caminho do cromeleque passamos pelo menir dos Almendres. Ambos estão perfeitamente alinhados com a posição do sol no solsticio  (é incrível a precisão dos humanos há milénios atrás).
O acesso ao menir é feito por um caminho estreito e cercado com subidas e descidas pelo meio da natureza. O solo foi sendo escavado pela água ao longo do tempo, o que acrescenta algo de selvagem ao passeio.
Definitivamente vale a pena visitar ambos os monumentos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Évora - Cromeleque dos Almendres


É incrível mas ao longo destes anos nunca tinha visitado o Cromeleque dos Almendres. Já tinha andado lá perto mas sem o visitar.
Mas desta vez decidi lá ir e fiquei efectivamente deslumbrado. Não esperava a grande escala do monumento, e ainda por cima fica localizado numa elevação a partir da qual se consegue ver a cidade de Évora no horizonte.
Só fiz um desenho, mas podia fazer mais, muitos mais. Podem ser só pedras, mas a sua disposição colina acima e colina abaixo tem tantas possibilidades... Vou lá voltar...




quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Évora - o velho cenário


Este cenário está muito presente na minha memória, já que esta era praticamente a vista da janela da casa dos meus avós (apenas um andar mais alta). Fico muito contente sempre que aqui volto. E desta vez fiquei um pouco mais porque vi o moinho de vento a girar (achava que já não o tinha deixado de fazer há algum tempo).

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Évora

év

Um pequeno recanto em Évora, junto ao jardim do Templo de Diana.
Gostaria de um dia poder dizer que desenhei em todas as ruas de Évora. Talvez se tornasse um pouco repetitivo, ou talvez não. Só saberei se realmente o tentar um dia.