O encontro de domingo foi no jardim. Também gosto sempre de lá dar um passeio e tem bastantes recantos para desenhar.
domingo, 3 de abril de 2016
sábado, 2 de abril de 2016
Évora VII
No final de sábado o sol voltou a aparecer para dar ao céu uma cor de final de dia.
Fiz este desenho e entretanto lembrei-me que já em tempos tinha desenhado uma panorâmica imediatamente à direita deste cenário, a começar no portão que não desenhei desta vez.
Numa próxima oportunidade tenho que desenhar o cenário mais à esquerda.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Évora VI
Parte da tarde foi uma espécie de perseguição ao aqueduto. Primeiro na zona do Largo Luís de Camões, abrigados debaixo das arcadas.
Depois na Rua do Cano, para desenhar as casas encaixadas debaixo dos arcos do aqueduto.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Évora V
De seguida passámos para a Travessa do Sertório, onde desemboca o aqueduto Água da Prata. Já aqui tinha desenhado mas de noite... desta vez as cores estavam mais vivas.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Évora IV
Depois do almoço a malta vinha acelerada e achámos por bem fazer uns desenhos rápidos cronometrados, para desenvolver a despreocupação da linha direita.
A igreja de Santo Antão teve 3 minutos para o traço.
A fonte (ou parte dela), como era mais poquena, só teve direito a 2 minutos.
terça-feira, 29 de março de 2016
Évora III
Nos encontros de sketchers as horas da refeição são bem vindas, até porque a paragem para comer não implica necessariamente uma paragem no desenho.
Eu estava com ambas as fomes bem presentes, a da barriga e a do desenho, por isso fiz questão de aliar as duas.
O almoço de sábado foi uma bela açorda de bacalhau na Pipa Redonda.
O lanche de sábado foi na Bakery Lounge com um chá e uma mega fatia de pão de ló com chantili e morango.
O almoço de domingo, depois de tentarmos pelo menos 5 restaurantes que estavam cheios, acabou por ser na Cervejeira Lusitana dentro do Arcada, onde se comeram pãezinhos acabados de fazer com manteiga de alho e uns pica-paus à refeição.
segunda-feira, 28 de março de 2016
Evora II
Para me abrigar da chuva encontrei um nicho na parede, nas traseiras da Sé, onde me pude sentar abrigado enquanto os aguaceiros iam e vinham.
Acabei por incorporar parte do arco do nicho no primeiro desenho.
Gosto muito destas traseiras da Sé, e faço questão de passar por lá sempre que vou a Évora.
Acabei por incorporar parte do arco do nicho no primeiro desenho.
Gosto muito destas traseiras da Sé, e faço questão de passar por lá sempre que vou a Évora.
Como parecia que a chuva não se iria embora tão depressa, acomodei-me mais um pouco no nicho e desenhei uma porta no caderno pequeno a preto & branco.
De vez em quando lá passavam uns turistas pela rua, uns a subir e outros a descer, alguns a correr para fugir da chuva e uns quantos a conversar alegremente enquanto o sol se mostrava entre aguaceiros.
domingo, 27 de março de 2016
Évora I
Um encontro de sketchers durante um fim-de-semana, para desenhar sábado e domingo, de manhã, à tarde e eventualmente à noite. A meteorologia não se previa muito favorável, mas de qualquer forma isso não assusta um sketcher que se preze, pois é sempre possível desenhar por entre a chuva.
O dia começou muito bem, com um sol agradável a aquecer-me a roupa e a secar as aguarelas. O primeiro desenho do dia fi-lo de pé e acabei por me sentar encostado à fachada para o pintar.
Já desenhei o templo de Diana uma vez, e não tenho grande vontade de o fazer novamente (pelo menos para já), mas achei piada a este enquadramento e uma vez que o templo está apenas em 2º plano atirei-me a ele. Entretanto o sol já se tinha ido embora e a certa altura a chuva começou a cair e tive que fugir. De qualquer forma já estava bastante contente com o desenho e não me importei muito.
sábado, 26 de março de 2016
Ficou
Mais ou menos a meio desinteressei-me deste desenho. Às vezes acontece-me. De qualquer forma nunca paro a meio, por isso levei-o até ao fim... ou quase!
sexta-feira, 25 de março de 2016
Descampado
Ainda há descampados em zonas citadinas que, com o enquadramento certo, fazem lembrar uma zona rural qualquer. E eu gosto de os desenhar.
Parque Eduardo VII
Numa cidade de centenas de milhares de pessoas é natural que não haja locais tradicionalmente agradáveis que estejam sossegados. Naquela tarde de sol fui até ao espelho de água no Jardim Amália Rodrigues, mas podia-se dizer que o local estava algo confuso, com filas para comer qualquer coisa e uma dificuldade enorme em arranjar um lugar sentado na esplanada (tipo arranjar lugar de estacionamento num centro comercial na altura do Natal).
Foi comer e fugir para paragens um pouco mais descansadas, neste caso o relvado ao cimo da alameda de onde se tem sempre uma bela vista para um desenho.
domingo, 20 de março de 2016
No nepalês
Cada vez vou gostando mais de comida "exótica". Falaram-me de um restaurante nepalês bom e barato na Rua Castilho, por isso não demorei muito tempo a ir experimentar o que por lá se come.
Efectivamente comeu-se bem, não se pagou muito, e ainda consegui sair de lá com mais uma dupla página do caderno preenchida.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Praia de Algés
A temperatura convidada a um passeio na praia, mas depois de uns dias de gelo e chuva parece que toda a gente entra em loucura quando o sol se faz sentir e a temperatura sobe um pouco. E assim, para evitar as filas de transito e a confusão junto às praias, fui visitar a praia de Algés, no limite entre o rio e o mar, que é sempre muito sossegada e dá para sentar o traseiro na areia e ouvir as ondas enquanto se desenha um pouco.
quarta-feira, 16 de março de 2016
Aeroporto
Lembro-me da antiga estrada para Camarate, ali nas traseiras do aeroporto, onde muita gente parava para ver e fotografar os aviões a pousar e levantar voo. Hoje em dia essa estrada deu lugar a uma grande avenida, com rotunda, semáforos e um separador central bastante verde, mas continua a ser nas traseiras do aeroporto e as pessoas continuam a parar por ali para ver o movimento aéreo. Neste dia eu fui também uma dessas pessoas, mas em vez de fotografar avidamente os aviões ainda no ar preferi desenhar o movimento em terra lá ao fundo.
segunda-feira, 14 de março de 2016
Alfama com pauzinho
O malaio Kiah Kiean veio conhecer Portugal e dar um workshop de urban sketching com pauzinhos de madeira e tinta da China. Também quis aprender e lá fiz as minhas tentativas durante a tarde em Alfama, depois de já termos passado pela Senhora do Monte e o Panteão de Manhã.
Como lá vou querendo desenhar pessoas de vez em quando, pareceu-me que o KK seria o modelo ideal enquanto estava sentado sossegadinho a fazer uma demonstração.
domingo, 13 de março de 2016
Panteão Nacional
O Panteão Nacional é visível de muitas zonas de Lisboa, mas sempre relativamente ao longe. Subindo ao terraço do Panteão temos uma vista muito mais próxima da cúpula, tão próxima que achei que não cabia na folha e só quis desenhar um bocadinho recortado nas nuvens que por ali passavam.
sábado, 12 de março de 2016
Castelo
A vista do miradouro da Senhora do Monte é larga e no meu caderno só coube um pedacinho onde está pousado o castelo de São Jorge.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Lá em cima
Acho que o miradouro da Penha de França não é muito conhecido. De qualquer forma sempre que lá vou passo mais tempo a olhar para o grande reservatório que existe junto ao miradouro do que para a vista de Lisboa.
Estava muito frio e o vento também não ajudava naquele final de dia., mas tinha lá ido de propósito para desenhar e não quis deixar de o fazer.
terça-feira, 8 de março de 2016
No jardim
Fui dar uma volta ao jardim da Gulbenkian para apanhar pauzinhos que pudesse usar com tinta da china, no workshop do Kiah Kiean.
Claro que tinha que aproveitar para também desenhar.
domingo, 6 de março de 2016
Por aí
A avenida era larga, mas sem duvida que a parte mais interessante eram as fachadas que a acompanhavam.
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