domingo, 17 de abril de 2016

Paris - a torre Eiffel


Numa visita a Paris é quase obrigatório ir à torre Eiffel. Reservei o passeio para o único dia em que a meteorologia estava favorável.
Foi o único local onde vi militares apetrechados de armas até ao pescoço, a passear no meio dos turistas.
Como não podia deixar de ser a fila para se comprar o bilhete para a subida estava de loucos, ou não fosse este o monumento mais visitado do mundo.
De qualquer forma aproveitei para almoçar lá em cima (as sandochas que levava na mochila), sentado a apanhar sol um pouco mais perto do céu.

sábado, 16 de abril de 2016

Paris - mais telhados


Esta era a vista da janela um pouco mais completa. Muito lá ao fundo era possível ver a estátua dourada da Praça da Bastilha, mas tão longe que nunca seria visível no desenho.
Quando vi esta vista apeteceu-me desenhá-la em diversas alturas do dia e com várias tonalidades, mas não tive nem tempo para isso nem a meteorologia mudou enquanto lá estive.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Paris - os telhados


Uma das coisas que adoro em Paris é definitivamente os seus telhados, cheios de volumes desencontrados e muitas chaminés. Da janela da casa onde fiquei, a vista para os telhados era ampla e este foi apenas um pequeno esquema.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Paris - a casa


Quando vou para fora prefiro alugar um espaço para estar do que ir para um hotel. E Paris tem um mercado enorme de pequenos estúdios no ultimo piso dos edifícios.
E este era espectacular, remodelado e com tudo o que era preciso, e ainda para mais uma bela vista que também desenhei.

domingo, 10 de abril de 2016

Paris - no Louvre


A meteorologia ditava que o no segundo dia a chuva iria ser ainda mais intensa do que no dia anterior, com mais frio e vento, por isso achei que seria inteligente aproveitar esse dia para ir dar uma volta no Louvre.
A caminho do museu, sempre debaixo do guarda-chuva, passámos por uma enorme manifestação junto a um dos edifícios.
Quando chegámos ao Louvre estava uma fila enorme para entrar na pirâmide de vidro, devido ao sistema de segurança que agora montaram por causa ao terrorismo (quando lá tinha estado da primeira vez não havia nada disto).
Ora assim foi preciso estar quase 2 horas à chuva e ao vento na fila, completamente encharcados e gelados, antes de entrar.
Já lá dentro a meio da visita sentámo-nos num banquinho e acabei por desenhar a estátua que estava à minha frente.

Infelizmente devido a uma greve todo o segundo piso (para mim o mais interessante do museu) e algumas alas dos outros pisos estavam fechados (mas o bilhete foi pago por inteiro). Provavelmente estavam todos na manifestação pela qual tinha passado de manhã e que, no noticiário da noite, vi que andaram todos à tareia com a policia.

sábado, 9 de abril de 2016

Paris à beira Sena



O primeiro dia não estava grande coisa em termos de meteorologia, melhor dizendo, estava mauzito. Foi preciso usar o chapéu de chuva o tempo todo.
Mas à beira do Sena encontrei um chorão que proporcionou um abrigo para fazer um rabisco que acabou por ser o único do dia.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

No avião


A viagem para Paris não começou bem de todo. Foram 2:30h enfiado no avião antes de sequer levantar voo.
Primeiro foi um dos tripulantes que se sentiu mal e teve que abandonar. Assim foi preciso esperar pouco mais de 1 hora para que chegasse o substituto.
Depois, quando o avião já estava alinhado na pista para levantar voo, foi um passageiro que se sentiu mal e foi preciso voltarmos para trás.
Entre sua assistência, a chegada da ambulância e a sua saída do avião foi mais 1 hora.
A seguir, depois de tantas esperas, foi necessário reabastecer o avião. Resultado: mais meia hora.
Ou seja, num voo de 2 horas acabámos por ficar dentro do avião quase 5.


Ainda para mais como o voo era às 10:30 da manhã, com todos estes atrasos toda a gente ficou cheia de fome e foi preciso comprar comida (pois, porque nas low-cost não há cá comida de graça).
Como estava sentado no centro do avião, quando os tripulantes lá chegaram com o carrinho já as melhores sandes estavam esgotadas e tive que me contentar com uma tosta mista.

Já em terra e a caminho do centro da cidade houve uma ameaça de bomba numa das estações de metro e por isso toda a circulação parou, ou seja, foi mais meia hora perdida.

Com tudo isto, em vez de ter chegado à casa às 14:00h e aproveitar metade do dia, só chegámos às 19:00h e só houve tempo para jantar e um passeio nocturno para ver tudo fechado.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Évora IX

O Largo da Graça é sem duvida dos meus favoritos, seja qual for o ângulo para onde olhe.
No sábado tinha tido algum frio e como a meteorologia também dava chuva para domingo acabei por vestir a minha roupa mais quente. Foi um errom porque mas enquanto fazia este desenho tive que ir trocá-la devido ao sol abrasador que me estava a cair em cima.
Felizmente o carro estava logo ali ao lado e voltei depressa mais fresquinho para acabar o desenho, já com os últimos retoques de pintura a serem dados na esplanada do jardim para a partilha final do encontro.



domingo, 3 de abril de 2016

Évora VIII

O encontro de domingo foi no jardim. Também gosto sempre de lá dar um passeio e tem bastantes recantos para desenhar.




sábado, 2 de abril de 2016

Évora VII


No final de sábado o sol voltou a aparecer para dar ao céu uma cor de final de dia.
Fiz este desenho e entretanto lembrei-me que já em tempos tinha desenhado uma panorâmica imediatamente à direita deste cenário, a começar no portão que não desenhei desta vez.
Numa próxima oportunidade tenho que desenhar o cenário mais à esquerda.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Évora VI

Parte da tarde foi uma espécie de perseguição ao aqueduto. Primeiro na zona do Largo Luís de Camões, abrigados debaixo das arcadas.



Depois na Rua do Cano, para desenhar as casas encaixadas debaixo dos arcos do aqueduto.


quinta-feira, 31 de março de 2016

Évora V


De seguida passámos para a Travessa do Sertório, onde desemboca o aqueduto Água da Prata. Já aqui tinha desenhado mas de noite... desta vez as cores estavam mais vivas.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Évora IV

Depois do almoço a malta vinha acelerada e achámos por bem fazer uns desenhos rápidos cronometrados, para desenvolver a despreocupação da linha direita.

A igreja de Santo Antão teve 3 minutos para o traço.



A fonte (ou parte dela), como era mais poquena, só teve direito a 2 minutos.


terça-feira, 29 de março de 2016

Évora III

Nos encontros de sketchers as horas da refeição são bem vindas, até porque a paragem para comer não implica necessariamente uma paragem no desenho.
Eu estava com ambas as fomes bem presentes, a da barriga e a do desenho, por isso fiz questão de aliar as duas.

O almoço de sábado foi uma bela açorda de bacalhau na Pipa Redonda.



O lanche de sábado foi na Bakery Lounge com um chá e uma mega fatia de pão de ló com chantili e morango.



O almoço de domingo, depois de tentarmos pelo menos 5 restaurantes que estavam cheios, acabou por ser na Cervejeira Lusitana dentro do Arcada, onde se comeram pãezinhos acabados de fazer com manteiga de alho e uns pica-paus à refeição.


segunda-feira, 28 de março de 2016

Evora II

 Para me abrigar da chuva encontrei um nicho na parede, nas traseiras da Sé, onde me pude sentar abrigado enquanto os aguaceiros iam e vinham.
Acabei por incorporar parte do arco do nicho no primeiro desenho.
Gosto muito destas traseiras da Sé, e faço questão de passar por lá sempre que vou a Évora.



Como parecia que a chuva não se iria embora tão depressa, acomodei-me mais um pouco no nicho e desenhei uma porta no caderno pequeno a preto & branco.
De vez em quando lá passavam uns turistas pela rua, uns a subir e outros a descer, alguns a correr para fugir da chuva e uns quantos a conversar alegremente enquanto o sol se mostrava entre aguaceiros.


domingo, 27 de março de 2016

Évora I

Um encontro de sketchers durante um fim-de-semana, para desenhar sábado e domingo, de manhã, à tarde e eventualmente à noite. A meteorologia não se previa muito favorável, mas de qualquer forma isso não assusta um sketcher que se preze, pois é sempre possível desenhar por entre a chuva.

O dia começou muito bem, com um sol agradável a aquecer-me a roupa e a secar as aguarelas. O primeiro desenho do dia fi-lo de pé e acabei por me sentar encostado à fachada para o pintar.



Já desenhei o templo de Diana uma vez, e não tenho grande vontade de o fazer novamente (pelo menos para já), mas achei piada a este enquadramento e uma vez que o templo está apenas em 2º plano atirei-me a ele. Entretanto o sol já se tinha ido embora e a certa altura a chuva começou a cair e tive que fugir. De qualquer forma já estava bastante contente com o desenho e não me importei muito.


sábado, 26 de março de 2016

Ficou


Mais ou menos a meio desinteressei-me deste desenho. Às vezes acontece-me. De qualquer forma nunca paro a meio, por isso levei-o até ao fim... ou quase!

sexta-feira, 25 de março de 2016

Descampado


Ainda há descampados em zonas citadinas que, com o enquadramento certo, fazem lembrar uma zona rural qualquer. E eu gosto de os desenhar.

Parque Eduardo VII


Numa cidade de centenas de milhares de pessoas é natural que não haja locais tradicionalmente agradáveis que estejam sossegados. Naquela tarde de sol fui até ao espelho de água no Jardim Amália Rodrigues, mas podia-se dizer que o local estava algo confuso, com filas para comer qualquer coisa e uma dificuldade enorme em arranjar um lugar sentado na esplanada (tipo arranjar lugar de estacionamento num centro comercial na altura do Natal).
Foi comer e fugir para paragens um pouco mais descansadas, neste caso o relvado ao cimo da alameda de onde se tem sempre uma bela vista para um desenho.

domingo, 20 de março de 2016

No nepalês


Cada vez vou gostando mais de comida "exótica". Falaram-me de um restaurante nepalês bom e barato na Rua Castilho, por isso não demorei muito tempo a ir experimentar o que por lá se come.
Efectivamente comeu-se bem, não se pagou muito, e ainda consegui sair de lá com mais uma dupla página do caderno preenchida.