terça-feira, 3 de maio de 2016

O banco na mata


Que bela tarde de sol na zona do estádio nacional. Depois de um passeio pela zona do parque, à volta do percurso de caiaque, subi mais ao alto até uma zona onde costumo passar de bicicleta para me sentar num banco de madeira junto ao caminho.
A vista não era a melhor, mas eu queria mesmo era estar sentado um pouco a apanhar sol naquela banco, por isso foi questão de me virar para um lado e desenhar algo mais que não fosse todo aquela verde que me rodeava.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Histórias do porto de Lisboa


Fui dar mais uma voltinha ao porto de Lisboa. Desta vez fui mais para a zona de St. Apolónia para desenhar um quiosque no qual andava de olho há já muito tempo.
Enquanto desenhava tive a companhia de um "habitante local" que se sentou ao meu lado, por falta de ter algo melhor para fazer.
Mas em conversa aprendi algumas coisas com ele:
  - o quiosque é explorado pela mesma pessoa há 27 anos;
  - os estivadores estão a cumprir uma greve de 25 dias (mais do que eu tenho de férias por ano);
  - os estivadores têm um salário mensal de cerca de 3000 €
  - é nesta zona que a GNR vem despejar resultados de pesca apreendida
  - há cerca de 1 ano chegaram 2 gruas novas a esta zona que revolucionaram a rapidez no trabalho dos estivadores;

No meio disto tudo acabei por não perguntar onde é que o senhor se encaixava nesta zona.

domingo, 1 de maio de 2016

À porta das marionetas


As escadas dão acesso ao museu da marioneta, instalado no convento das Bernardas. O museu é giro, mas já o visitei e desta vez estava mais interessado em desenhar à sua porta.
A perspectiva das escadas com a porta pareceu-me desafiante, mas no resultado final do desenho são apenas mais um elemento do todo.

sábado, 30 de abril de 2016

Outros telhados


Mais um pedaço de telhados, como muitos que se encontram na cidade de Lisboa. Às vezes tento imaginar os pequenos espaços que se devem encontrar debaixo daquelas telhas, se realmente são aproveitáveis ou se apenas se consegue visitar as águas furtadas que deles saem.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

2 portas


Foi no bairro de Santos que apanhei estas 2 portas.
Eram cerca de 9:30h da manhã de domingo e a cidade estava a acordar. Mas quem já estava bem acordado era um par de senhoras que estava cerca de 20 metros à minha esquerda e outro par de senhores à minha direita. À moda bairrista falavam bem alto sem problemas quanto a outros poderem ouvir as conversas, e pareciam estar entretidos numa espécie de concurso para ver qual era o par que proferia mais impropérios em cada frase que dizia.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Abrantes

Foi em Abrantes que decorreu mais um encontro dos Urban Skecthers dedicado aos cadernos de viagem.
Já tinha estado na cidade há muitos, mesmo muitos anos, e já não me lembrava de nada.
Desta vez andei sempre pelas redondezas do castelo e por isso não fiquei com uma ideia muito completa da cidade. De qualquer forma ficam os desenhos para mais tarde recordar.








terça-feira, 26 de abril de 2016

Os verdes


Fui dar um passeio a Monsanto e parei junto ao aqueduto das Águas Livres.
Lembrei-me que quando comecei a desenhar na rua e a usar as aguarelas costumava desatinar com os verdes. Nunca ficava contente com eles, parecia-me que resultavam sempre numa cor estranha. E depois apercebi-me que há muito mais verde por aí do que pensava e desatinava mais ainda.
Passados 4 anos já não sinto a mesmo coisa. Hoje gosto de brincar com os eles. E tenho pintado muitos ultimamente.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Jardim do Torel


Gosto deste jardim. A vista já foi mais desafogada, porque as árvores à frente dele têm crescido e cobrem cada vez mais a bela vista de Lisboa, mas de qualquer forma continua bastante agradável. Optei por não desenhar as tais árvores que ocupam a vista, por cima do gradeamento ao fundo. Estava zangado com elas.

domingo, 24 de abril de 2016

Mata


Há uns anos era praticante de escalada. Um dos locais que frequentava mais era uma torre que existe no parque perto deste local, e foi por isso que neste dia, como estava de passagem ali perto, me lembrei de ir reviver o local e procurar algo para desenhar. Foi fácil escolher.

sábado, 23 de abril de 2016

Portimão - as pessoas


E de vez em quando lá vou enchendo umas páginas com pessoas. Destes 3 personagens, 2 levantaram-se antes que pudesse considerá-los como acabados, mais precisamente o da esquerda (que se levantou quando ia começar a pintá-lo), e o da direita (que levou com ele a companheira que estava sentada ao seu lado).
Por fim desenhei o do meio que lá foi ficando sentado, apesar de não muito sossegado.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Portimão - as ruas


A tarde em Portimão já foi passada no interior da cidade, perto do largo da Mó. Não desenhei a mó, mas desenhei sentado na sua base.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Portimão - zona ribeirinha


A manhã foi passada na zona ribeirinha perto do largo da Casa Inglesa. O dia estava fenomenal e aquele céu azul debaixo do calor do sol foi uma bela surpresa depois dos dias contínuos de chuva.
Foi sentado na borda do paredão que fiz este desenho no maior dos sossegos.
Comecei a pintura pelo céu, depois passei para o rio, dei uma cor no plano do fundo, passei para os barcos e passadiço e por fim terminei com mais alguns retoques perto do horizonte.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Portimão - Taberna da Maré


Foi na Taberna da Maré em Portimão que comi um belo jantar, com ingredientes que não esperaria ver juntos: polvo cozinhado à lagareiro com migas à alentejana. Que bela mistura, muito bem confeccionada.
Já antes tinha posto o estômago a trabalhar com umas belas azeitonas temperadas que abriram as hostilidades das melhor forma.
E para terminar, algo também inesperado: uma bela tarte de alfarroba, bem molhadinha e do mais saboroso que existe.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Uns metros acima


Cansado de desenhar o que anda cá por baixo, decidi tentar a sorte um pouco mais acima.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Paris - Notre Dame


A viagem de volta era só às 17:00h e por isso ainda deu para aproveitar a manhã.
A catedral de Notre Dame ficava a cerca de 400m da casa onde fiquei, por isso estava seguro de que não iria voltar a Lisboa sem a desenhar.
E acabou por ser o melhor momento de desenho de toda a viagem... mais sossegado e aquele que me deu mais gozo.
A certa altura ainda fui abordado por um estrangeiro (ou seja, um não francês), que perguntou se podia ver e ficou a observar a evolução do desenho por uns momentos. Lá elogiou o desenho e trocámos umas palavras em francês (devia pensar que eu era nativo) e depois foi chamar a companheira para ver também.
Este foi o último desenho que fiz em Paris. Obviamente fiquei com pena de não ter feito muitos mais, mas a chuva não me deu muitas margens de manobra. Fica para a próxima.

domingo, 17 de abril de 2016

Paris - a torre Eiffel


Numa visita a Paris é quase obrigatório ir à torre Eiffel. Reservei o passeio para o único dia em que a meteorologia estava favorável.
Foi o único local onde vi militares apetrechados de armas até ao pescoço, a passear no meio dos turistas.
Como não podia deixar de ser a fila para se comprar o bilhete para a subida estava de loucos, ou não fosse este o monumento mais visitado do mundo.
De qualquer forma aproveitei para almoçar lá em cima (as sandochas que levava na mochila), sentado a apanhar sol um pouco mais perto do céu.

sábado, 16 de abril de 2016

Paris - mais telhados


Esta era a vista da janela um pouco mais completa. Muito lá ao fundo era possível ver a estátua dourada da Praça da Bastilha, mas tão longe que nunca seria visível no desenho.
Quando vi esta vista apeteceu-me desenhá-la em diversas alturas do dia e com várias tonalidades, mas não tive nem tempo para isso nem a meteorologia mudou enquanto lá estive.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Paris - os telhados


Uma das coisas que adoro em Paris é definitivamente os seus telhados, cheios de volumes desencontrados e muitas chaminés. Da janela da casa onde fiquei, a vista para os telhados era ampla e este foi apenas um pequeno esquema.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Paris - a casa


Quando vou para fora prefiro alugar um espaço para estar do que ir para um hotel. E Paris tem um mercado enorme de pequenos estúdios no ultimo piso dos edifícios.
E este era espectacular, remodelado e com tudo o que era preciso, e ainda para mais uma bela vista que também desenhei.

domingo, 10 de abril de 2016

Paris - no Louvre


A meteorologia ditava que o no segundo dia a chuva iria ser ainda mais intensa do que no dia anterior, com mais frio e vento, por isso achei que seria inteligente aproveitar esse dia para ir dar uma volta no Louvre.
A caminho do museu, sempre debaixo do guarda-chuva, passámos por uma enorme manifestação junto a um dos edifícios.
Quando chegámos ao Louvre estava uma fila enorme para entrar na pirâmide de vidro, devido ao sistema de segurança que agora montaram por causa ao terrorismo (quando lá tinha estado da primeira vez não havia nada disto).
Ora assim foi preciso estar quase 2 horas à chuva e ao vento na fila, completamente encharcados e gelados, antes de entrar.
Já lá dentro a meio da visita sentámo-nos num banquinho e acabei por desenhar a estátua que estava à minha frente.

Infelizmente devido a uma greve todo o segundo piso (para mim o mais interessante do museu) e algumas alas dos outros pisos estavam fechados (mas o bilhete foi pago por inteiro). Provavelmente estavam todos na manifestação pela qual tinha passado de manhã e que, no noticiário da noite, vi que andaram todos à tareia com a policia.