terça-feira, 24 de maio de 2016

Marvão I - a vista


O  dia de desenho no Marvão começou pelo castelo. Lá em cima o que mais impressiona é a vista. Nesta manhã havia uma espécie de neblina lá ao fundo que não permitia desfrutar-la até onde ela alcança. Mas assim facilitou-me a vida, sempre tive um pouco menos de horizonte para desenhar.

segunda-feira, 23 de maio de 2016


De passagem por Monsanto virei-me para trás e apanhei esta vista, que provavelmente até merecia um desenho mais prolongado, mas que pelo menos desta vez só teve direito a alguns minutos.

sábado, 21 de maio de 2016

Moinho


Gosto muito destes moinhos de vento. Junto da casa dos meus avós havia um e passava tempos a olhar para ele a rodar. Este em Carnaxide já não roda, mas de qualquer forma não consigo deixar de passar por ele sem lhe dedicar um olhar.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

De volta à estrada


Há muito que não desenhava assim uma estrada. Ao inicio ainda me sentei mesmo na berma do passeio, mas os carros a passar constantemente estavam a pôr-me desconfortável, por isso depois de desenhar a parte mais à direita recuei para dentro do passeio e continuei de caneta na mão.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Rua Marques da Silva


Esta rua sobe bastante (e também desce no sentido contrário) e continua muito para além deste desenho. É lá em cima, junto da árvore, que fica o miradouro da Penha de França, onde desenhei o reservatório de água há um tempo atrás.
Acho piada a estas ligações entre os locais nos desenhos, quase como se fosse o google street view, em que ao tocarmos com o rato naquela árvore se abrisse um desenho daquele local.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Depois do gelado


Depois de um belo gelado (chocolate, bolacha maria e cheesecake), estava sentado virado para a janela e tinha do outro lado 2 casais entretidos na amena cavaqueira.
Pareceu-me bem não desperdiçar a oportunidade e comecei a desenhar da esquerda para a direita, sempre à espera que se levantassem a meio do desenho (como é hábito de quase todas as pessoas que costumo tentar desenhar). Mas não levantaram, pelo menos enquanto os desenhava.
Levantaram-se depois e aproveitei para encher um pouco o fundo do desenho como o material que observava no fundo do cenário.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Na Choupana


Ainda não é tradição, mas já é uma espécie de hábito não passar muito tempo sem ir à Choupana comer um croissant com fiambre e beber um capuccino.
A melhor altura é logo pela manhã, antes das 10:00h, porque depois disso a confusão instala-se com as mesas todas cheias a produzirem aquele barulheira típica de café, com loiças a bater e todos a falarem ao mesmo tempo.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Por dentro


Não são só as paisagens rurais e urbanas que cabem nos meus cadernos. Os interiores também merecem.

domingo, 8 de maio de 2016

Évora - alto de São Bento


Uma vez chegado ao alto de São Bento, em Évora, só dá mesmo é vontade de desenhar os moinhos.
Para variar um pouco, e uma vez que já tinha desenhado os moinhos que estão recuperados, optei por desenhar o que está abandonado e enquadrá-lo mais um pouco no ambiente que o rodeia (claro que de uma forma limitada, porque lá em cima a vista é praticamente a 360º).

sábado, 7 de maio de 2016

Évora - o aqueduto II


Depois do primeiro desenho passei debaixo do aqueduto para conseguir um outro ângulo.
Ao longe, por cima da muralha, aparecia muito discretamente um pouco da cidade. 
Paralelo à estrada corre um muro não muito alto, mas que decidi trepar para poder ganhar uns centímetros em altura e ter uma vista mais favorável da cidade. O conforto não era o melhor mas para o desenho valeu a pena.



sexta-feira, 6 de maio de 2016

Évora - o aqueduto I


Combinei ir passar o fim-de-semana a Évora que por acaso coincidiu com a data de realização de um encontro dos Évora Sketchers para desenhar o aqueduto Água da Prata.
Não quis deixar de ir dar uma "perninha" e fui marcar presença durante parte da manhã para rever caras conhecidas e desenhar um pouco.
Enquanto a malta ainda se estava a juntar no estacionamento junto à Porta da Lagoa já eu estava a aproveitar o tempo da melhor forma possível: a desenhar, claro!

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Bocado


Nunca me deu para desenhar eléctricos. Também não foi desta, mas já apareceu uma pequena pontinha no meu caderno.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Sem cor


Ouvi falar num barzinho simpático, original e com uma vista fantástica alia para os lados do cabo da Roca e decidi ir lá espreitar. Chama-se Moinho Dom Quixote e realmente é tudo o que tinha ouvido... eu e todos os outros que lá estavam a encher o espaço.
Apesar disso as zonas exteriores são intercaladas de muito verde e consegue estar-se à vontade. Apeteceu-me fazer um desenho mais demorado, em volta de todas aquelas plantas mas, para contrariar toda aquela variedade, não me apeteceu variar a cor e optei por deixar tudo a preto e branco (com um pouco de cinza).

terça-feira, 3 de maio de 2016

O banco na mata


Que bela tarde de sol na zona do estádio nacional. Depois de um passeio pela zona do parque, à volta do percurso de caiaque, subi mais ao alto até uma zona onde costumo passar de bicicleta para me sentar num banco de madeira junto ao caminho.
A vista não era a melhor, mas eu queria mesmo era estar sentado um pouco a apanhar sol naquela banco, por isso foi questão de me virar para um lado e desenhar algo mais que não fosse todo aquela verde que me rodeava.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Histórias do porto de Lisboa


Fui dar mais uma voltinha ao porto de Lisboa. Desta vez fui mais para a zona de St. Apolónia para desenhar um quiosque no qual andava de olho há já muito tempo.
Enquanto desenhava tive a companhia de um "habitante local" que se sentou ao meu lado, por falta de ter algo melhor para fazer.
Mas em conversa aprendi algumas coisas com ele:
  - o quiosque é explorado pela mesma pessoa há 27 anos;
  - os estivadores estão a cumprir uma greve de 25 dias (mais do que eu tenho de férias por ano);
  - os estivadores têm um salário mensal de cerca de 3000 €
  - é nesta zona que a GNR vem despejar resultados de pesca apreendida
  - há cerca de 1 ano chegaram 2 gruas novas a esta zona que revolucionaram a rapidez no trabalho dos estivadores;

No meio disto tudo acabei por não perguntar onde é que o senhor se encaixava nesta zona.

domingo, 1 de maio de 2016

À porta das marionetas


As escadas dão acesso ao museu da marioneta, instalado no convento das Bernardas. O museu é giro, mas já o visitei e desta vez estava mais interessado em desenhar à sua porta.
A perspectiva das escadas com a porta pareceu-me desafiante, mas no resultado final do desenho são apenas mais um elemento do todo.

sábado, 30 de abril de 2016

Outros telhados


Mais um pedaço de telhados, como muitos que se encontram na cidade de Lisboa. Às vezes tento imaginar os pequenos espaços que se devem encontrar debaixo daquelas telhas, se realmente são aproveitáveis ou se apenas se consegue visitar as águas furtadas que deles saem.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

2 portas


Foi no bairro de Santos que apanhei estas 2 portas.
Eram cerca de 9:30h da manhã de domingo e a cidade estava a acordar. Mas quem já estava bem acordado era um par de senhoras que estava cerca de 20 metros à minha esquerda e outro par de senhores à minha direita. À moda bairrista falavam bem alto sem problemas quanto a outros poderem ouvir as conversas, e pareciam estar entretidos numa espécie de concurso para ver qual era o par que proferia mais impropérios em cada frase que dizia.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Abrantes

Foi em Abrantes que decorreu mais um encontro dos Urban Skecthers dedicado aos cadernos de viagem.
Já tinha estado na cidade há muitos, mesmo muitos anos, e já não me lembrava de nada.
Desta vez andei sempre pelas redondezas do castelo e por isso não fiquei com uma ideia muito completa da cidade. De qualquer forma ficam os desenhos para mais tarde recordar.