sábado, 18 de junho de 2016

Par flutuante


Este par está quase sempre atracado na zona do Poço do Bispo. O bocadinho da hora do almoço que estive ali sentado soube mesmo bem, com relativo sossego e o sol a aquecer quanto baste.
Grande parte da zona está em remodelação, julgo que no âmbito mais largo de todo o porto de Lisboa.
Até aqui era um local relativamente desconhecido e com muito pouca gente, mas estou a ver que daqui a muitos poucos anos tudo vai mudar com o ordenamento da zona.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

De dentro


Estava vento e quase frio naquele fim de tarde, por isso decidi aproveitar a vista a partir de dentro do carro para ficar a desenhar mais confortavelmente.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

No Jardim da Graça


Antes de ir comer qualquer coisinha pela Graça em noite de festas de Lisboa, aproveitei para visitar o novo Jardim da Graça jardim aberto há pouco tempo. Já lá tinha passado mais do que uma vez mas ainda não tinha desenhado.
Mas foi desta, sentado num murinho próximo dos telhados para não ficar com uma vista demasiado larga para desenhar, já que o caderno é pequeno e o tempo não era muito.

Chafariz das Janelas Verdes


Depois de comer um belo gelado no largo de São Paulo, foi quase só seguir em frente até chegar ao chafariz das Janelas Verdes para me sentar um pouco a desenhar.
Ainda tive tempo para ir visitar a cafetaria do museu de Arte Antiga e o seu esplêndido jardim com vista para o Tejo. Um dia destes vou lá querer passar com mais tempo para desenhar o porto de Lisboa visto um pouco mais de cima do que o habitual.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Biblioteca Nacional (ou parte dela)


Já desenhei a fachada principal da Biblioteca Nacional antes. Desta vez foi só um cantinho para onde estava virado, mas que tinha à espreita o nome do local na fachada por entre as árvores. Assim não precisei de incorporar o nome algures no desenho como faço muitas vezes.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Na João do Rio


Após algum tempo de ausência voltei à casa João do Rio para mais uma tarde de desenho e também o tradicional lanche. Como a vontade de desenhar não abranda nem com a fome também se desenha à mesa.

domingo, 12 de junho de 2016

Quase fado


Antes que as festas de Lisboa começassem a sério e se torne impossível ir a Alfama sossegado fui comer uns petiscos e ouvir um fado. Os petiscos eram óptimos, as performances nem tanto, mas o período em que todos param para ouvir cantar o fadista foi perfeito para sacar o caderno e fazer uns riscos.

sábado, 11 de junho de 2016

Ajuda e os caixotes


Até parece mal ir até junto do palácio da Ajuda e não o desenhar, mas mesmo que não estivesse em obra e meio coberto por andaime não o faria.
Cativou-me mais desenhar aquela quadra de caixotes do lixo (contando com o pequenino à esquerda), deixando o palácio a espreitar lá ao fundo, tipo emplastro, a pedir para aparecer no desenho.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Ponte sobre o Jamor


Não ia à Srª da Rocha há muitos anos. O jardim está bastante maltratado (ou não tratado de todo) e nem parece que em tempos foi cuidado.
De qualquer forma a ponte sobre o rio Jamor mantém-se intacta e coube perfeitamente no caderno triangular, enquanto a água a correr criava um ambiente bem simpático para um desenho.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Pessoas em triangulo


Aproveitei um fim de tarde na esplanada do Clara Clara para experimentar uma pessoas no caderno triangular. Sinto-me um pouco preso porque o caderno não é muito grande e no desenho de pessoas gosto de um traço mais gestual que me requer mais espaço, mas de qualquer forma não me retraio.


Para mim a melhor parte do 2º desenho é a mancha mais escura, que lhe dá mais dimensão. O mais engraçado é que essa mancha foi completamente ocasional e surgiu quando uma gota caiu da caneta pincel assim que a destapei. Como a tinta debaixo ainda estava húmida a cor fundiu-se muito bem.
Foi uma sorte ter caído exactamente naquele local, onde fazia todo o sentido para que o desenho resultasse.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Novo caderno


Já lá vai algum tempo que andava com vontade de estrear este caderno de um formato pouco habitual (triangular quando fechado). Com ele, o desafio de composição tem uma dimensão completamente diferente, o que me tem divertido apesar de ter que voltar a habituar-me a desenhar em dimensões mais pequenas.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Portagem - a ponte


Na Portagem existe uma ponte que alguns dizem ser romana e outros que dizem não ser. O que é na realidade é bonita e desenhável, enquadrada no rio Sever e na sua zona ribeirinha muito bem conservada.
A quantidade de sapos/rãs por ali é enorme e não se retraiam de coaxar constantemente, ao ponto de não se ouvir mais nada a não ser eles e a água a correr. 
Será que também são romanos?

sábado, 4 de junho de 2016

EN 246-1


Há muitos anos atrás, quando visitei o Marvão pela última vez (e julgo que primeira também), apaixonei-me pela estrada EN 246-1 que vai para Castelo de Vide. Nessa altura andava de máquina fotográfica na mão, com rolos a preto e branco, e entretive-me a fotografar a estrada com as árvores de faixa branca.
Quando soube que ia à zona do Marvão não quis deixar de lá voltar, desta vez para a desenhar e juntar à minha colecção de estradas.
Enquanto o resto do pessoal desenhava na Portagem fui de boleia até à EN 246-1 e atirei-me ao caderno. Depois foi só voltar a pé até à Portagem para mais um desenho.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

EN 359


Enquanto iam pôr gasolina no carro na vila mais à frente pedi para me deixarem ali na estrada, junto a uma curva que me pareceu apelativa, da qual se avistava o Marvão mais ao fundo. O tempo de irem e voltarem da gasolineira deu para fazer o desenho, sentado no muro de pedra junto à berma.
Estava todo contente porque ia acrescentar mais uma estrada ao meu reportório, mas a melhor ainda estava para vir.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Train Spot


A Train Spot é uma guesthouse que funciona na antiga estação de comboios de Marvão-Beirã. Eu já sabia que algumas das estações abandonadas estavam a ser convertidas em hostels e restaurantes.
Já sabia que esta particularmente era um desses casos mas ainda não a tinha tido oportunidade de a visitar.
O espaço está espectacular, quer no interior quer no exterior, e dá vontade, muita vontade de lá voltar. Desta vez só usufruí dos pequenos almoços naquele salão cheio de luz e ar puro da zona à mistura, mas não duvido que os quartos sejam igualmente agradáveis.
Vale a pena visitar.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Beirã - snapshots




Como as noites foram passadas na Beirã e o pequeno almoço também era lá tomado, dava sempre para ir tirando umas "fotos" em várias direcções.
O local tem efectivamente muita beleza, também ampliada pela presença do Marvão lá ao fundo.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Estação Marvão-Beirã


Já em 2006 tinha estado na Beirã, após uma viagem de comboio para um fim-de-semana passado em Castelo de Vide.
Actualmente já não passam comboios pela linha, mas a estação continua em muito bom estado e parte dos edifícios até são usados pela Trainspot, uma guesthouse muito agradável que merece uma visita (ou muitas).
O pequeno almoço ainda não estava pronto, por isso aproveitei para me sentar um pouco a desenhar, logo para começar bem o dia. 

domingo, 29 de maio de 2016

Treino

Cada vez mais tenho aproveitado almoços, jantares e cafés para ir treinando o desenho de pessoas. Já me tinha prometido há algum tempo que o iria fazer, mas parece que agora é que estou mesmo a cumprir.






sábado, 28 de maio de 2016

Marvão - os últimos


Pouco depois de ter começado este desenho arrependi-me, porque percebi que era uma estrada por onde passavam os carros vindos directamente da muralha exterior. Ainda para mais estava a desenhar de pé mesmo no meio da estrada, por isso tive que me desviar por diversas vezes para os carros passarem.


Depois direccionei-me para uma zona mais sossegada, onde encontrei um muro ao qual trepar e que tinha largura suficiente para estar sentado e pousar também o caderno e as aguarelas, por isso foi o estirador perfeito para terminar o dia.
A certa altura começou a cheirar-me a chá e bolinhos. Apercebi-me que no interior do muro estavam a preparar um lanche de final de tarde no quintal, mas infelizmente não tive direito a provar.