sexta-feira, 1 de julho de 2016

Saibreira


A casa não cabia toda no caderno (ou pelo menos eu não estava com vontade de a encaixar toda), por isso a outra parte terá que ser imaginada.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Largo da Penha de França


Depois de ter desenhado no cimo do miradouro e a rua que lhe dá acesso a poente, foi agora a vez da rua que lhe dá acesso a nascente, onde se enquadra o chafariz e a igreja do externato da Penha de França.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Foram postes


Estes postes já não servem para nada, já não passam cabos entre eles, mas para mim ainda têm um belo efeito, principalmente para ajudar à compreensão da perspectiva.

sábado, 25 de junho de 2016

No porto


E lá vou encaixando alguns enquadramentos no dentro do losango. Já nem penso muito no assunto... defino o meu ponto principal, onde o quero colocar e depois vou crescendo até aos limites do caderno.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Largo do Salvador


O Largo do Salvador ainda tinha sinais do arraial que por ali passou nas festas dos santos populares. O largo já estava meio escurecido pela sombra dos prédios que estavam entre ele e o sol, mas aquelas fitas coloridas tão típicas da festança dão mais vida em qualquer lado.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Largo de Santa Marinha


O nome deste largo é algo estranho "Largo de Santa Marinha". Só o descobri este fim-de-semana... já lá tinha passado perto, mas nunca me tinha enfiado por uma das ruas que nele vão desembocar.
Para os carros é um beco sem saída, o que o torna com certeza um local muito sossegado. Nem de perto nem de longe coube todo neste caderno, mas qualquer forma aquela esquina é que me chamou a atenção com a chaminé a espreitar mais ao fundo.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Estrela


Realmente este formato de caderno é um desafio do qual estou a gostar, para decidir o que fazer com os enquadramentos.
Mas confesso que me sinto um pouco preso com a sua pequena dimensão. Já não estava habituado a desenhar "pequeno", mas por isso mesmo é que gosto de ir variando os formatos e dimensões dos cadernos, para não cair na rotina de e criar uma zona de conforto demasiado grande.

sábado, 18 de junho de 2016

Par flutuante


Este par está quase sempre atracado na zona do Poço do Bispo. O bocadinho da hora do almoço que estive ali sentado soube mesmo bem, com relativo sossego e o sol a aquecer quanto baste.
Grande parte da zona está em remodelação, julgo que no âmbito mais largo de todo o porto de Lisboa.
Até aqui era um local relativamente desconhecido e com muito pouca gente, mas estou a ver que daqui a muitos poucos anos tudo vai mudar com o ordenamento da zona.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

De dentro


Estava vento e quase frio naquele fim de tarde, por isso decidi aproveitar a vista a partir de dentro do carro para ficar a desenhar mais confortavelmente.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

No Jardim da Graça


Antes de ir comer qualquer coisinha pela Graça em noite de festas de Lisboa, aproveitei para visitar o novo Jardim da Graça jardim aberto há pouco tempo. Já lá tinha passado mais do que uma vez mas ainda não tinha desenhado.
Mas foi desta, sentado num murinho próximo dos telhados para não ficar com uma vista demasiado larga para desenhar, já que o caderno é pequeno e o tempo não era muito.

Chafariz das Janelas Verdes


Depois de comer um belo gelado no largo de São Paulo, foi quase só seguir em frente até chegar ao chafariz das Janelas Verdes para me sentar um pouco a desenhar.
Ainda tive tempo para ir visitar a cafetaria do museu de Arte Antiga e o seu esplêndido jardim com vista para o Tejo. Um dia destes vou lá querer passar com mais tempo para desenhar o porto de Lisboa visto um pouco mais de cima do que o habitual.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Biblioteca Nacional (ou parte dela)


Já desenhei a fachada principal da Biblioteca Nacional antes. Desta vez foi só um cantinho para onde estava virado, mas que tinha à espreita o nome do local na fachada por entre as árvores. Assim não precisei de incorporar o nome algures no desenho como faço muitas vezes.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Na João do Rio


Após algum tempo de ausência voltei à casa João do Rio para mais uma tarde de desenho e também o tradicional lanche. Como a vontade de desenhar não abranda nem com a fome também se desenha à mesa.

domingo, 12 de junho de 2016

Quase fado


Antes que as festas de Lisboa começassem a sério e se torne impossível ir a Alfama sossegado fui comer uns petiscos e ouvir um fado. Os petiscos eram óptimos, as performances nem tanto, mas o período em que todos param para ouvir cantar o fadista foi perfeito para sacar o caderno e fazer uns riscos.

sábado, 11 de junho de 2016

Ajuda e os caixotes


Até parece mal ir até junto do palácio da Ajuda e não o desenhar, mas mesmo que não estivesse em obra e meio coberto por andaime não o faria.
Cativou-me mais desenhar aquela quadra de caixotes do lixo (contando com o pequenino à esquerda), deixando o palácio a espreitar lá ao fundo, tipo emplastro, a pedir para aparecer no desenho.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Ponte sobre o Jamor


Não ia à Srª da Rocha há muitos anos. O jardim está bastante maltratado (ou não tratado de todo) e nem parece que em tempos foi cuidado.
De qualquer forma a ponte sobre o rio Jamor mantém-se intacta e coube perfeitamente no caderno triangular, enquanto a água a correr criava um ambiente bem simpático para um desenho.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Pessoas em triangulo


Aproveitei um fim de tarde na esplanada do Clara Clara para experimentar uma pessoas no caderno triangular. Sinto-me um pouco preso porque o caderno não é muito grande e no desenho de pessoas gosto de um traço mais gestual que me requer mais espaço, mas de qualquer forma não me retraio.


Para mim a melhor parte do 2º desenho é a mancha mais escura, que lhe dá mais dimensão. O mais engraçado é que essa mancha foi completamente ocasional e surgiu quando uma gota caiu da caneta pincel assim que a destapei. Como a tinta debaixo ainda estava húmida a cor fundiu-se muito bem.
Foi uma sorte ter caído exactamente naquele local, onde fazia todo o sentido para que o desenho resultasse.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Novo caderno


Já lá vai algum tempo que andava com vontade de estrear este caderno de um formato pouco habitual (triangular quando fechado). Com ele, o desafio de composição tem uma dimensão completamente diferente, o que me tem divertido apesar de ter que voltar a habituar-me a desenhar em dimensões mais pequenas.