quarta-feira, 27 de julho de 2016
Ao fundo
Aquele pedaço de ponte apareceu enquadrado lá fundo, por entre a folhagem das árvores à minha frente, e pareceu-me um bom momento para registar em losango.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
CCB
Gosto muito do Jardim da Água no CCB, mas desta vez desenhei as árvores cá de baixo em vez de subir ao jardim, só para variar um bocadinho.
domingo, 24 de julho de 2016
Visto do sul
Estou habituado a ver este silos (os que quase não se vêm no desenho) a partir da margem norte do Tejo. A partir das instalações das Infraestruturas de Portugal consegui apanhá-los por trás, com a margem norte em 2º plano pintada com uma aguada simples, para não me dar muito cabo da paciência com todas as suas construções.
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Sachs Lebre
Nas instalações das Infraestruturas de Portugal encontrei uma série de equipamentos antigos, muitos deles ainda ainda com o símbolo da JAE, a antiga Junta Autónoma das Estradas.
O âmbito do encontro dos USkP era desenhar a ponte 25 de Abril, que festeja este ano o seu 50º aniversário. Mas perante tanta arqueologia de equipamentos não consegui evitar virar as costas à ponte. Quando vi esta moto, com uma invulgar cor amarela, tive que a desenhar, sentado no chão no meio do corredor.
E ficaram ainda tantos equipamentos por desenhar, especialmente um quadriculo para os carris do comboio que tanto jeito me daria para as minhas viagens pelas linhas abandonadas.
terça-feira, 19 de julho de 2016
Pq.Eduardo VII
No parque Eduardo VII há vistas bem mais interessantes para desenhar, no entanto isto foi o que se arranjou a partir do único banco à sombra que estava disponível.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Guarita
Acho piada às guaritas. Nâo pelo que representam, mas pela curiosidade de saber qual é o pequeno ângulo de visibilidade que se tem através daquelas mini-janelas, que são quase um contradição ao efeito de defesa que se pretende. Só se o inimigo nos passar mesmo à nossa frente é que o conseguimos ver.
domingo, 17 de julho de 2016
Porquê?
Definitivamente não é um cenário bonito. Nem sei bem porque é que o desenhei. Foi mesmo só uma questão de encostar ali o carro (que nem sequer ficou à sombra) e avançar para o desenho. No fundo o importante foi mesmo parar ali um pouco a descontrair.
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Contraste no Restelo
Já há muito que aboli o preto da minha caixa de aguarelas. Meti na cabeça que se quero pretos tenho que os fabricar, até porque assim consigo dar-lhes tonalidades. A verdade é que não é difícil misturas cores escuras na caixa de aguarelas, mas é mais difícil que pareçam escuras quando caem no papel. Principalmente porque têm que ser mais "pastosas".
Aqui estava à procura do contraste máximo. Parece-me que o efeito foi conseguido, mas nota-se bem a pouca fluidez da tinta.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Lx Factory
Já tinha ouvido falar no bar do último andar do edifício da Lx Factory e da sua vista sobre Lisboa. A vista é larga e vale a pena, mas não se encaixa lá muito bem neste caderno. Optei por um cantinho que podia ser em qualquer lado, não estivesse ao fundo o Cristo-Rei altamente reconhecível com poucos traços.
terça-feira, 12 de julho de 2016
Recanto no porto
Não foi difícil decidi este desenho. Estacionei o carro à sombra e fiquei casualmente enquadrado com o cenário. Foi só abrir os vidros e deixar as linhas entrar.
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Praça D. Luís
No âmbito do festival Silêncio estava previsto um concerto durante a tarde na Praça Dom Luís. O calor era imenso mas quando há árvores há sombras, e com elas há também a perspectiva de não ter o corpo a arder assim tanto.
Ao fim de algum tempo à espera o concerto não apareceu, mas o desenho sim e por isso já me dei por satisfeito. Acabei por ir embora sem ouvir música, mas com o calor que estava não me chateei muito com a perspectiva de me sentar em casa à fresquinha.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Na Gulbenkian
Fui à Gulbenkian aproveitar um dos concertos gratuitos do Jardim de Verão. Cheguei um pouco mais cedo porque não sabia se o espaço iria ficar bastante ocupado ou não, por isso enquanto esperava só podia mesmo desenhar.
Inicialmente tinha ideia de desenhar os músicos, mas estava mesmo muito entretido a vê-los tocar e não me apeteceu tocar no caderno.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Logradouro
Gosto muito dos logradouros no interior dos quarteirões de Lisboa. Por norma são sempre locais muito sossegados e basta terem umas quantas arvorezinhas para ganharem um pouco de cor. Mas já vi logradouros feios, daqueles onde só se vêm máquinas de ar condicionado e cimento, o que não é o caso deste.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Estrela
Já há muito que andava a negligenciar o meu caderno pequeno a preto e branco. Depois de uma fase em que parecia que dava mais importância à pintura a detrimento do desenho, tenho agora voltado a divertir-me mais com o traço a caneta do que com as aguarelas.
domingo, 3 de julho de 2016
Alcântara
Finalmente fui dar algum uso aos patins para o sitio do costume, em Alcântara. Mas escolhi mal o dia... a manhã tinha sido fresquinha, mas logo a seguir ao almoço ficou uma verdadeira brasa, pelo que o tempo de patinagem foi muito curto. Para compensaar sentei-me à sombra a desenhar o que estava à minha frente.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Saibreira
A casa não cabia toda no caderno (ou pelo menos eu não estava com vontade de a encaixar toda), por isso a outra parte terá que ser imaginada.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Largo da Penha de França
Depois de ter desenhado no cimo do miradouro e a rua que lhe dá acesso a poente, foi agora a vez da rua que lhe dá acesso a nascente, onde se enquadra o chafariz e a igreja do externato da Penha de França.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Foram postes
Estes postes já não servem para nada, já não passam cabos entre eles, mas para mim ainda têm um belo efeito, principalmente para ajudar à compreensão da perspectiva.
sábado, 25 de junho de 2016
No porto
E lá vou encaixando alguns enquadramentos no dentro do losango. Já nem penso muito no assunto... defino o meu ponto principal, onde o quero colocar e depois vou crescendo até aos limites do caderno.
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