quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Sapato
Quando na sala de espera não há nada muito interessante para desenhar, podemos sempre olhar para baixo.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Mais porto
Parece que a minha onda agora é o porto de Lisboa (na verdade sempre foi, mas ultimamente tornou-se um tsunami). Nem todas as zonas são organizadas com contentores estão todos bem empilhados. Também há algumas que ao longe parecem um pouco mais caóticas.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Fatia
Não se vê o barco todo, mas consegue-se imaginar o que falta, a flutuar no rio a um nível mais baixo do que a vista alcança.
A grua também não cabia toda na folha, por isso acabei com uma espécie de fatia daquele cenário.
sábado, 19 de novembro de 2016
Quase super lua
Cheguei eram quase 18:00. Estava com pressa porque a luz não tardava a desaparecer e depois já não ia conseguir desenhar. A lua estava grande. achei que era lua cheia, mas afinal essa estava para chegar no dia seguinte, com a denominação de "super lua".
De qualquer forma o cenário estava lindo e podia ter incorporado a lua, mas nesta escala seria quase apenas um ponto que mal dava para perceber, por isso deixei-a de fora.
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Enquadrado
Há tantos pequenos enquadramentos que me criam sensações especiais. Este foi um deles, embora não saiba explicar bem porquê!
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
CCB
De manhã cedo, à luz de um céu chuvoso, a cor clara do CCB quase que se fundia com a envolvente. Só as ligeiras abertas nas nuvens davam algum contraste ao local. Eu gosto destes dias.
terça-feira, 15 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Rasteirinhas
Estas casas rasteirinhas fazem lembrar-me um pequeno pátio que conhecia em Évora, embora estas localizadas na Ajuda não tenham nada de alentejano. Mas as portas e as plantas à porta despertaram uma lembrança qualquer.
Neste dia estava frio e vento, mas enquanto desenhava saiu uma senhora por uma das portas e esteve ali um bom bocado a pentear-se, a olhar para o fundo da rua.Será que estava à espera de alguém?
domingo, 13 de novembro de 2016
(Quase) à janela
Apesar de ter um móvel para ficar mais perto da janela, a Nina prefere ficar no aconchego das almofadas à espera que algum pombo passe à frente dos vidros.
sábado, 12 de novembro de 2016
De manhã
Foi junto ao palácio da Ajuda que apanhei esta vista. Um arranjo semi-caótico de telhados com alguns monumentos nacionais a ultrapassá-los em altura, e uma margem sul sossegada lá ao fundo.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Aqueduto
Carnaxide também tem um aqueduto, mas por ser subterrâneo passa despercebido.
Na encosta da serra apenas são visivéis 3 clarabóias no meio da vegetação que indiciam o seu traçado, que vai desembocar no chafariz da zona velha de Carnaxide.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Praia de Algés
Agora começa a ser mais fácil aproveitar os fins de tarde uma vez que acontecem mais cedo. Junto à praia de Algés já as sombras se começavam a estender quando fiz este desenho.
Ainda me lembro de passar por aqui de bicicleta há uns anos, no meio de canas mais altas que eu, por um caminho carregado de pedras. Hoje em dia as canas praticamente que desapareceram e as pedras foram substituídas por um passeio asfaltado. Só é pena o passeio ser mesmo ao lado da linha do comboio, que cada vez que passa com velocidade quase nos rebenta os tímpanos.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Poço do Bispo
Outra vez a doca do Poço do Bispo. Parece que não me canso mesmo deste local. O que vale é que há sempre um barco ou grua novos por ali que se encaixam perfeitamente nas páginas sem as tornar repetitivas.
domingo, 6 de novembro de 2016
Ficou assim
Estava à espera da companhia para o almoço e nada melhor do que desenhar para passar o tempo. O chato de se desenhar enquanto se está à espera de alguém é que quando esse alguém chega o desenho pára.
O passo seguinte neste desenho era usar a caneta cinzenta para desenhar os edifícios atrás do quiosque, mas esses nunca mais vão pousar nesta página. Para já ficam a pairar na minha cabeça sempre que olho para o desenho, até que daqui a um tempo desapareçam por completo e o fundo do desenho fica em branco para sempre.
sábado, 5 de novembro de 2016
Foi eléctrico
Provavelmente este eléctrico já andou pelos carris, mas neste momento já não o faz. Pelo nome e pelas cadeiras e mesas junto a ele parece-me que serve agora de café, um destino já visto noutros locais para estas máquinas.
O dia estava muito abafado, com aquele ambiente de trovoada, e por alguma razão aquela zona estava cheia de moscas que não me largavam enquanto desenhava. Até parecia que estava no meio do campo em vez da cidade.
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Em Belém
Encostado ao jardim do Ultramar vê-se a lateral do Mosteiro dos Jerónimos, alternada com as árvores que por ali andam. Pareceu-me o enquadramento perfeito para me atirar a mais um momento de desenho.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Traseiras
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Outra estrada
Aproveitei o caderno panorâmico para voltar à minha velha série de estradas. E no Alentejo há tantas, mas tantas que apetece desenhar. Neste caso achei curiosa aquela pequena faixa de árvores em ambas as bermas, como se se tratasse de uma entrada para qualquer lado mas no no fundo apenas dá continuidade à estrada.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Junto à água
Com certeza já o disse antes: adoro zonas ribeirinhas. Ainda para mais zonas sossegadas no meio do campo. E esta era mesmo espectacular, por toda a sua serenidade e paisagem. Este foi um género de momento que me apetecia mesmo que acontecessem todos os dias.
Um pouco afastada estava uma autocaravana com uns franceses (pelo menos falavam francês), que senti ficarem curiosos em relação ao que estávamos a fazer, até que lá algum disse em voz mais alta: "Oh, il dessine!". Passado um pouco lá comecei a ouvir uns passos pelo meio das ervas, cada vez mais perto. Era uma senhora que não aguentou a curiosidade e teve mesmo que vir espreitar o desenho mais de perto. Ficou atrás de mim um pouco a ver a evolução do desenho, até que se despediu simpaticamente e e foi-se embora com o mesmo som de ervas pisadas com que chegou.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Mourão
Nunca tinha visitado Mourão. E esta primeira vez também não foi propriamente uma grande visita, foi só atravessar a vila de carro até ao castelo e voltar.
O castelo não tem muito para ver, mas o seu interior é bonito com uma mistura bem equilibrada entre ruína e espaço verde.
Mas o melhor é mesmo subir às muralhas, senão mesmo às ao topo das torres e ficar deslumbrado com a vista. Eu não só fiquei deslumbrado como também me sentei a desenhá-la.
Do castelo de Mourão tem-se uma perspectiva diferente de Monsaraz com as águas da barragem aos seus pés.
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