O céu estava tão bonito sobre a margem sul do Tejo que não resisti a pincelá-lo no caderno. Ao longo do tempo tenho-me habituado e deixar brancos no papel, especialmente junto às margens das folhas, e para variar um pouco desta vez tentei puxar a tinta mesmo ao limite. Tive que lutar comigo próprio, porque tendência natural é mesmo interromper a pincelada antes, mas é bom de vez em quando tentar dar a volta aos hábitos.
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