sábado, 25 de março de 2017

Marina


Estava com saudades destas janelas que utilizei largamente no caderno Khadi, por isso achei que os barcos na marina e o formato panorâmico deste moleskine seriam os aliados perfeitos para tentar mais um enquadramento tipo janela no branco do papel.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Minde II



À tarde em Minde procurei conhecer um pouco mais da vila. Acabei por não conhecer grande coisa porque me entretive logo na área junto ao museu Roque Gameiro, quer a desenhar a rua junto aos jardins do museu (mais uma vez que o seu torreão a aparecer), quer a desenhar a área rural que me apareceu ao fundo de uma pequena ruela.


quinta-feira, 23 de março de 2017

Minde


Em Minde podemos visitar o museu de aguarela Roque Gameiro na denominada Casa dos Açores. A casa, para além de ser linda, tem um jardim fantástico onde podíamos escolher desenhar na zona mais aberta, tipo jardim, ou na zona de árvores altas, tipo mata. Eu queria desenhar o torreão por isso sentei-me no muro das escadas em busca do ângulo que me pareceu mais atractivo.

terça-feira, 21 de março de 2017

Alameda D. Afonso Henriques


O sol tinha saído à rua e eu quis sair com ele. Tinha um pouco de tempo para aproveitar (não muito) e tinha também o caderno pequeno no bolso.
O passeio foi até à Alameda Afonso Henriques. Um dia ainda hei-de desenhar a fonte, mas desta vez sentei-me num banquinho no jardim de cima e interessei-me pela pérgola e as suas sombras. 

segunda-feira, 20 de março de 2017

Barcos ao sol


Na praia da Cruz Quebrada não encontrei pescadores, mas estão por lá uns barquinhos junto ao muro da estação dos comboios à espera de sentir um pouco de água no casco.

sexta-feira, 17 de março de 2017

À pesca


Pode não parecer, mas este desenho foi feito à hora de almoço num dia de sol radioso. Não me apeteceu pintá-lo da forma habitual, queria fazer algo diferente. Por isso usei apenas o sépia com uns toques de ultramarino para fazer uma espécie de imagem a preto e branco, a prestar atenção ao valor tonal que tentaria aplicar caso usasse as cores "reais".

Sempre tive curiosidade em relação aos pescadores, que passam horas parados sempre à espera que algo aconteça.  É difícil não pensar que seja uma verdadeira seca. Mas entendo que talvez o que sintam enquanto ali estão seja muito semelhante ao que eu sinto enquanto desenho... basta ser algo que nos dá muito prazer.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Champalimaud III


Não há dúvida que estar sentando num anfiteatro ao ar livre com vista para o rio é um cenário espantoso. No entanto para este desenho fiquei de pé, encostado ao muro, mas nem por isso deixei de desfrutar o momento.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Centro Champalimaud II


Sempre tive a sensação de que este edifício é algo de extra-terrestre, como se fosse uma colónia na Lua ou outro planeta qualquer. Aquelas enormes janelas que me fazem lembrar o olho de um "alien" ajudam, assim como as palavras "Centre for the unknown" que estão plantadas no relvado à sua frente.
Logo pela manhã a envolvente do edifício é tão sossegada que ainda reforça mais esta ideia.

sábado, 11 de março de 2017

Manhã sem cor


Foi logo de manhãzinha que avancei para este desenho. Senti que estava a negligenciar o meu caderno pequeno a preto e branco e por isso fiz questão de o usar.
Na realidade quem fez todo o trabalho foi a caneta pincel da Pentel e a caneta Platinum Carbon... eu só tive que as segurar e aproveitar o sol matinal que me estava a bater nas costas e a saber tão bem.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Pedaços à beira rio


Fui visitar as novas instalações da L1B no Seixal e aproveitei para fazer algumas das actividades propostas. Esta era de desenho à vista com objecto apanhados à beira rio pela Manuela.
Gostava de ter composto um pouco mais a página com mais objectos, mas o tempo era curtinho e acabou por ficar assim. Se soubesse talvez tivesse desenhado a carapaça do caranguejo com uma dimensão maior, para não ficar praticamente do mesmo tamanho do búzio e tentar dar algum movimento à dupla página.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Canto a 3 cores


Foi completamente por acaso que descobri este cantinho que fica atrás do novo Museu dos Coches.
Passei nas traseiras do museu a caminho do carro e vi umas escadinhas que davam acesso à parte de cima de um muro. Não sabia onde iam dar as escadas e essa foi logo a motivação que precisava para ir subi-las e investigar. Vão dar a um pequeno caminho empedrado que segue ao longo dos muros e pelo encontra-se este cantinho que, para além de ser muito típico, àquela hora estava também com umas sombras interessantes.

Decidi pintá-lo só com 3 pastilhas de aguarela: azul cobalto, carmim e amarelo ocre. No final percebi que com estas 3 cores não é fácil conseguir tonalidades escuras, pelo que acabei por lhes juntar o sépia para conseguir dar profundidade às sombras.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Largo da Princesa


Já almocei a pensar que de seguida ia desenhar neste local. Não sabia bem o quê, mas o largo era suficientemente grande para saber que iria arranjar algo para desenhar.
Acabei por me sentar num dos muitos bancos em pedra que estão ao longo dos muros, e aproveitei o caderno panorâmico para varrer na horizontal o espaço. Há mais para desenhar à esquerda e atrás, mas isso ficará certamente para outro dia.

terça-feira, 7 de março de 2017

Novo caderno, modelo antigo



Não há fome que não dê em fartura, e depois de ter estado muito tempo sem desenhar portas esta já é a terceira a aparecer nos meus cadernos no espaço de pouco tempo. Para não ser sempre a mesma coisa optei por desenhar esta mais enviesada em vez do mais tradicional ângulo frontal.
O novo caderno começa aqui e sabe bem voltar a um papel que se conhece (neste caso do Moleskine para aguarela), depois de ter passado os 2 últimos cadernos em experiências com papel diferente.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Terminou


E terminei mais um caderno. Estava cheio de vontade que este chegasse ao fim porque já me sentia desgastado com o seu papel absorvente sempre a comer-me as cores. Serviu como experiência e no fundo gosto muito da cor creme, mas tão depressa não devo voltar a usar este papel (embora num futuro o vá fazer de certeza porque me sobrou o suficiente para um caderno mais pequeno).
Venha o próximo.

sábado, 4 de março de 2017

Escadas


No cimo destas escadas fui automaticamente desafiado por uma perspectiva arrojada. Como adoro um bom desafios não pensei 2 vezes: encostei-me ao corrimão e avancei para o caderno.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Porta em Campo de Ourique


Não tenho por hábito desenhar com o caderno na vertical, mas neste caso justificava-se plenamente porque esta porta era anormalmente alta.
Depois da manhã passada a desenhar chaminés o primeiro desenho da tarde foi dedicado a mais uma porta. Fiquei na dúvida se deveria desenhar o perfil metálico que estava à sua frente e pertencia à contenção da fachada. Ele estava lá e optei por desenhá-lo mas acho que depois me arrependi. Depois disso o máximo que pude fazer foi não pintá-lo.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Chaminés de Campo de Ourique II




Ao todo foram 6 as chaminés que visitámos e desenhámos em Campo de Ourique.
A da Rua Francisco Metrass era a única que já tinha desenhado já lá vão alguns anos, numa altura em que estava a trabalhar ali perto e aproveitei o momento. Provavelmente já tinha visto algumas das outras mas não lhes tinha ligado nenhuma.
Agira já posso dizer que as desenhei todas e ficam registadas (para sempre!) no meu caderno.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Chaminés de Campo de Ourique




Sempre gostei de chaminés. Grandes, pequenas, de qualquer cor. Incluindo estas enormes normalmente associadas a fábricas ou oficinas.
Nas traseiras da casa dos meus avós em Évora há uma que pertencia a uma antiga fábrica de rebuçados, onde durante muito tempo um casal de cegonhas fazia o seu ninho todos os anos e eu via as crias a crescer.
Estas foram desenhadas no âmbito de um encontro de desenho organizado em Campo de Ourique.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Vermelho à beira rio


Este é quase um zoom de um desenho que fiz na semana anterior, já que me aproximei para desenhar esta casinha com portas e portadas vermelhas que apenas tinha apontado ao longe no desenho anterior.
Achei piada a este vermelho berrante a destacar-se completamente de tudo na envolvente por isso, para não lhe retirar protagonismo, optei por aplicar pouca cor no resto da dupla página.