quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Atracado


De manhãzinha via-se actividade no interior de alguns barcos, mas este parecia-me sossegado. A certa altura algo começou a trabalhar e começou a sair um pouco de fumo da chaminé. Por momentos assustei-me ao imaginar o meu modelo a ir-se embora a meio do desenho, mas lá se foi aguentando por ali e acabei por ser eu a abandonar o local primeiro.

domingo, 7 de agosto de 2016

Industrial


A fila de camiões para entrar na alfândega e descarregar a carga era enorme, mas ao chegar-me um pouco mais para o lado em direcção ao rio consegui abstrair-me do ruído dos camiões e ainda fiquei bem posicionado para desenhar mais uma perspectiva no porto de Lisboa.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Rua Cesário Verde


Por causa do caderno triangular descurei bastante o pequenino a preto e branco. Mas agora que o triangular se foi lá voltei a preencher mais uma dupla página, exactamente 1 mês depois do último desenho neste caderno.

domingo, 31 de julho de 2016

Último


E chegou ao fim a espécie de penitência a desenhar no caderno triangular. Finalmente apareceu a última dupla página e já a usei. Não digo que nunca mais voltarei a usar um caderno destes, mas com certeza tão depressa não o farei.
O desafio foi interessante e foi bom como experiência, mas agora venham daí cadernos com ângulos rectos.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

2 portões


2 portões, 1 aberto e 1 fechado. É um canto como outro qualquer, sem nenhum apelo especial. Mas da janela onde eu estava a espreitar era sem dúvida o melhor enquadramento que conseguia arranjar.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Ao fundo


Aquele pedaço de ponte apareceu enquadrado lá fundo, por entre a folhagem das árvores à minha frente, e pareceu-me um bom momento para registar em losango.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

CCB


Gosto muito do Jardim da Água no CCB, mas desta vez desenhei as árvores cá de baixo em vez de subir ao jardim, só para variar um bocadinho.

domingo, 24 de julho de 2016

Visto do sul


Estou habituado a ver este silos (os que quase não se vêm no desenho) a partir da margem norte do Tejo. A partir das instalações das Infraestruturas de Portugal consegui apanhá-los por trás, com a margem norte em 2º plano pintada com uma aguada simples, para não me dar muito cabo da paciência com todas as suas construções.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sachs Lebre


Nas instalações das Infraestruturas de Portugal encontrei uma série de equipamentos antigos, muitos deles ainda ainda com o símbolo da JAE, a antiga Junta Autónoma das Estradas.
O âmbito do encontro dos USkP era desenhar a ponte 25 de Abril, que festeja este ano o seu 50º aniversário. Mas perante tanta arqueologia de equipamentos não consegui evitar virar as costas à ponte. Quando vi esta moto, com uma invulgar cor amarela, tive que a desenhar, sentado no chão no meio do corredor.
E ficaram ainda tantos equipamentos por desenhar, especialmente um quadriculo para os carris do comboio que tanto jeito me daria para as minhas viagens pelas linhas abandonadas. 

terça-feira, 19 de julho de 2016

Pq.Eduardo VII


No parque Eduardo VII há vistas bem mais interessantes para desenhar, no entanto isto foi o que se arranjou a partir do único banco à sombra que estava disponível.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Guarita


Acho piada às guaritas. Nâo pelo que representam, mas pela curiosidade de saber qual é o pequeno ângulo de visibilidade que se tem através daquelas mini-janelas, que são quase um contradição ao efeito de defesa que se pretende. Só se o inimigo nos passar mesmo à nossa frente é que o conseguimos ver.

domingo, 17 de julho de 2016

Porquê?


Definitivamente não é um cenário bonito. Nem sei bem porque é que o desenhei. Foi mesmo só uma questão de encostar ali o carro (que nem sequer ficou à sombra) e avançar para o desenho. No fundo o importante foi mesmo parar ali um pouco a descontrair.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Contraste no Restelo


Já há muito que aboli o preto da minha caixa de aguarelas. Meti na cabeça que se quero pretos tenho que os fabricar, até porque assim consigo dar-lhes tonalidades. A verdade é que não é difícil misturas cores escuras na caixa de aguarelas, mas é mais difícil que pareçam escuras quando caem no papel. Principalmente porque têm que ser mais "pastosas".
Aqui estava à procura do contraste máximo. Parece-me que o efeito foi conseguido, mas nota-se bem a pouca fluidez da tinta.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Lx Factory


Já tinha ouvido falar no bar do último andar do edifício da Lx Factory e da sua vista sobre Lisboa. A vista é larga e vale a pena, mas não se encaixa lá muito bem neste caderno. Optei por um cantinho que podia ser em qualquer lado, não estivesse ao fundo o Cristo-Rei altamente reconhecível com poucos traços.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Recanto no porto


Não foi difícil decidi este desenho. Estacionei o carro à sombra e fiquei casualmente enquadrado com o cenário. Foi só abrir os vidros e deixar as linhas entrar.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Praça D. Luís


No âmbito do festival Silêncio estava previsto um concerto durante a tarde na Praça Dom Luís. O calor era imenso mas quando há árvores há sombras, e com elas há também a perspectiva de não ter o corpo a arder assim tanto.
Ao fim de algum tempo à espera o concerto não apareceu, mas o desenho sim e por isso já me dei por satisfeito. Acabei por ir embora sem ouvir música, mas com o calor que estava não me chateei muito com a perspectiva de me sentar em casa à fresquinha.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Na Gulbenkian


Fui à Gulbenkian aproveitar um dos concertos gratuitos do Jardim de Verão. Cheguei um pouco mais cedo porque não sabia se o espaço iria ficar bastante ocupado ou não, por isso enquanto esperava só podia mesmo desenhar.
Inicialmente tinha ideia de desenhar os músicos, mas estava mesmo muito entretido a vê-los tocar e não me apeteceu tocar no caderno.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Logradouro


Gosto muito dos logradouros no interior dos quarteirões de Lisboa. Por norma são sempre locais muito sossegados e basta terem umas quantas arvorezinhas para ganharem um pouco de cor. Mas já vi logradouros feios, daqueles onde só se vêm máquinas de ar condicionado e cimento, o que não é o caso deste.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Estrela



Já há muito que andava a negligenciar o meu caderno pequeno a preto e branco. Depois de uma fase em que parecia que dava mais importância à pintura a detrimento do desenho, tenho agora voltado a divertir-me mais com o traço a caneta do que com as aguarelas.

domingo, 3 de julho de 2016

Alcântara


Finalmente fui dar algum uso aos patins para o sitio do costume, em Alcântara. Mas escolhi mal o dia... a manhã tinha sido fresquinha, mas logo a seguir ao almoço ficou uma verdadeira brasa, pelo que o tempo de patinagem foi muito curto. Para compensaar sentei-me à sombra a desenhar o que estava à minha frente.