sexta-feira, 28 de abril de 2017

Pinzaleiro


Depois de um almoço na zona de Santos ainda houve tempo para um desenho no Pátio dos Pinzaleiros. Achei o nome tão curioso que fui procurar a sua origem na net.
Parece que pinzaleiro deriva da palavra pinzel, ou seja, pincel na forma antiga. Assim, pinzaleiro deveria significar "fabricante ou vendedor de pincéis".
E de repente fez muito mais sentido ter desenhado naquele local.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Ponte sobre o Guadiana


Aproveitei a semana da Páscoa para tirar umas férias e ir desenhar mais uma linha férrea desactivada.
Desta vez foi a linha denominada Ramal de Moura, que ligava Beja a Moura.
A meio da linha o comboio passava nesta ponte que atravessa o rio Guadiana, que confesso ter sido o que mais gozo me deu desenhar neste passeio. Acabei mesmo por lá passar uma manhã inteira a desenhar.
Os desenhos todos da linha férrea estão noutro caderno que fiz especialmente para o efeito, mas como me estava a sentir tão bem neste local apeteceu-me desenhar mais um pouco e peguei no moleskine que tenho vindo a usar no dia-a-dia.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Porto III


Antes de chegar à Alfândega sentei-me à beira rio para o último desenho do dia, mais uma vez a juntar as 2 margens na mesma página.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Porto II - Ribeira


Após ter descido até à beira Douro acabei por passar na Ribeira. Para fugir ou pouco à confusão de pessoas optei por percorrer o caminho elevado que fica por cima dos arcos, e dei de de frente (ou melhor, de lado) com esta varanda, perfeita para as meus desenhos em "fatia".

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Porto I - a ponte D. Luís


Estou habituado a ver imagens da ponte Dom Luís a partir da zona da Ribeira ou do cais de Gaia, por isso achei que valeria a pena ir vê-la do outro lado, mais a montante do rio Douro. Claro que a ponte é a mesma, mas a paisagem é diferente, e por isso mesmo não quis passar por lá sem a desenhar.
Para além disso o local onde estava é bem mais sossegado do que as outras zonas a seguir à ponte, o que é sempre bom para aumentar os meus níveis de satisfação.

domingo, 23 de abril de 2017

À espreita


Uma paragem junto ao Museu do Combatente para desenhar mais um pouco as águas do Tejo e a margem sul à espreita lá ao fundo.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Largo de São Carlos


Estava calor, mas um banco à sombra das árvores no Largo de São Carlos foi uma paragem ideal para refrescar um pouco.
Inicialmente não tinha intenção de aplicar a tonalidade cinza, mas a meio do desenho achei que era necessária para que resultasse melhor. Os prédios ao fundo à direita foram os últimos a surgir mas ficaram a mais e não tinham nada que aparecer neste desenho.
A brush pen fez grande parte do trabalho no caderno pequeno, auxiliada pela platinum pen para os traços mais finos.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Portel


Já tinha passado muitas e muitas vezes por Portel, mas sempre na estrada que lhe passa ao lado e nunca tinha entrado na vila. O congresso anual das Açordas foi a justificação para o fazer e aproveitar para dar uma voltinha rápida e fazer um desenho ainda mais rápido.
Ainda fui visitar o castelo que como muitos outros tem o interior em ruínas, e que também como muitos outros tem uma vista simpática a partir das suas muralhas.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Elementos novos


Mais um fim de semana em São Manços e mais um desenho desta paisagem. É um desafio interessante encontrar novas formas ou ângulos para a desenhar. Como sempre achei piada a estes candeeiros não foi muito difícil decidir incorporá-los na página, e sempre são um novo elementos a surgir nesta série de desenhos da paisagem.

domingo, 16 de abril de 2017

Évora à noite


A última visita a Évora permitiu um passeio nocturno pela cidade. Ainda me surpreendo com o pouquissimo movimento que a cidade tem à noite, em que se percorrem ruas inteiras sem nos cruzarmos com alguém.
Como a temperatura não estava má foi possível parar um pouco nas traseiras da Sé e desenhar. Já escolhi desenhar a preto e branco para não ter problemas com as cores, mas mesmo assim tive alguma dificuldade com a iluminação nocturna porque na posição em que estava fazia sombra a mim mesmo.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Entrada misteriosa


Parece uma porta mas não deve ser usada há muito tempo, tal é a forma como a folhagem a preenche. É como se fosse uma entrada quase escondida para um jardim de sonho.
Se calhar conseguia passar melhor essa impressão se tivesse usado a cor, mas propositadamente quis desafiar-me a tentar o mesmo só a preto e branco no caderno pequeno.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Outra vez


Ultimamente tenho estacionado muito por aqui, por isso já desenhei umas quantas vezes neste local. Esta foi só mais uma.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Maquinaria


Já há alguns dias que vislumbrava esta maquinaria pela janela e estava sempre a pensar "um dia tenho que desenhar isto".

sábado, 25 de março de 2017

Marina


Estava com saudades destas janelas que utilizei largamente no caderno Khadi, por isso achei que os barcos na marina e o formato panorâmico deste moleskine seriam os aliados perfeitos para tentar mais um enquadramento tipo janela no branco do papel.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Minde II



À tarde em Minde procurei conhecer um pouco mais da vila. Acabei por não conhecer grande coisa porque me entretive logo na área junto ao museu Roque Gameiro, quer a desenhar a rua junto aos jardins do museu (mais uma vez que o seu torreão a aparecer), quer a desenhar a área rural que me apareceu ao fundo de uma pequena ruela.


quinta-feira, 23 de março de 2017

Minde


Em Minde podemos visitar o museu de aguarela Roque Gameiro na denominada Casa dos Açores. A casa, para além de ser linda, tem um jardim fantástico onde podíamos escolher desenhar na zona mais aberta, tipo jardim, ou na zona de árvores altas, tipo mata. Eu queria desenhar o torreão por isso sentei-me no muro das escadas em busca do ângulo que me pareceu mais atractivo.

terça-feira, 21 de março de 2017

Alameda D. Afonso Henriques


O sol tinha saído à rua e eu quis sair com ele. Tinha um pouco de tempo para aproveitar (não muito) e tinha também o caderno pequeno no bolso.
O passeio foi até à Alameda Afonso Henriques. Um dia ainda hei-de desenhar a fonte, mas desta vez sentei-me num banquinho no jardim de cima e interessei-me pela pérgola e as suas sombras. 

segunda-feira, 20 de março de 2017

Barcos ao sol


Na praia da Cruz Quebrada não encontrei pescadores, mas estão por lá uns barquinhos junto ao muro da estação dos comboios à espera de sentir um pouco de água no casco.

sexta-feira, 17 de março de 2017

À pesca


Pode não parecer, mas este desenho foi feito à hora de almoço num dia de sol radioso. Não me apeteceu pintá-lo da forma habitual, queria fazer algo diferente. Por isso usei apenas o sépia com uns toques de ultramarino para fazer uma espécie de imagem a preto e branco, a prestar atenção ao valor tonal que tentaria aplicar caso usasse as cores "reais".

Sempre tive curiosidade em relação aos pescadores, que passam horas parados sempre à espera que algo aconteça.  É difícil não pensar que seja uma verdadeira seca. Mas entendo que talvez o que sintam enquanto ali estão seja muito semelhante ao que eu sinto enquanto desenho... basta ser algo que nos dá muito prazer.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Champalimaud III


Não há dúvida que estar sentando num anfiteatro ao ar livre com vista para o rio é um cenário espantoso. No entanto para este desenho fiquei de pé, encostado ao muro, mas nem por isso deixei de desfrutar o momento.